Clipping

30/11/18

CLIPPING 30/11/2018

O GLOBO

Problema técnico força avião de Angela Merkel a fazer pouso de emergência

https://oglobo.globo.com/mundo/problema-tecnico-forca-aviao-de-angela-merkel-fazer-pouso
-de-emergencia-23269424

STJ: reserva de assento gratuito a pessoa com deficiência não vale
para empresas aéreas

https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/stj-reserva-de-assento
-gratuito-pessoa-com-deficiencia-nao-vale-para-empresas-aereas-23265258

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Aumentar voos em Congonhas é despropósito, diz presidente da Latam

Joana Cunha

SÃO PAULO

A elevação da oferta de voos no aeroporto de Congonhas planejada pelo governo federal
para 2019 é um "despropósito" se não envolver investimentos em infraestrutura para o
embarque dos passageiros no local, disse Jerome Cadier, presidente da Latam Airlines, nesta
quinta-feira (29).

O executivo afirma que o aeroporto já está operando no limite da capacidade de passageiros
e tem gargalos que precisam ser resolvidos, como a inspeção de segurança e o embarque
sem pontes.

O governo federal planeja aumentar de 34 para 39 o número de slots (autorizações de pousos
e decolagens) por hora no aeroporto da capital paulista, conforme a Folha antecipou nesta
quarta-feira (28). A informação foi confirmada pela SAC ( Secretaria de Aviação Civil) do
Ministério dos Transportes.

"Segunda-feira de manhã tem fila no raio-x e não tem muita solução para onde expandir
porque tem comércio à direita e à esquerda. E, por motivos óbvios, a Infraero não quer
remover. Tem necessidade de infraestrutura que não é slot", afirma Cadier.

Outra preocupação do presidente da Latam é o embarque.

"Naquela sala de embarque remoto que fica embaixo, os passageiros se estapeiam porque
não tem lugar. Além disso, há o fato de a gente embarcar no remoto com chuva, molhando
os nossos passageiros", queixou-se durante coletiva de imprensa com jornalistas.

"Cá entre nós, eu acho um despropósito a gente falar de aumento de capacidade sem falar
da infraestrutura", afirma Cadier.

A expansão dos slots representa uma revisão na política de contenção de voos implementada,
por questões de segurança, após o acidente da TAM de 2007. Na tragédia, morreram 199
pessoas.

Antes do acidente com o Airbus da TAM, o aeroporto operava com até 48 slots. Logo depois,
uma série de restrições foi imposta, como a diminuição dos slots e a restrição de voos de
longa distância.

As operações foram reduzidas para 33 slots naquele ano. Chegaram a ser ainda menores, de
30 pousos e decolagens até 2014. Segundo a Anac, Congonhas hoje opera normalmente
com 32 ou 33 pousos e decolagens.

Os planos de expandir o fluxo em Congonhas abrirão uma nova disputa entre as companhias
aéreas pela distribuição de espaço no local, que concentra os voos mais rentáveis.

A mudança é vista como oportunidade de crescimento pela Azul, que hoje tem apenas 5%
dos slots --ante 44% da Latam e 44% da Gol, segundo dados da Infraero.

A discussão sobre um eventual aumento da participação da Azul nos movimentos de pousos
e decolagens em Congonhas é antiga.

Em 2013, quando Congonhas já operava perto do limite de sua capacidade, o governo
discutia como retirar horários de TAM (hoje Latam) e Gol para poder fazer a redistribuição do
direito de uso da infraestrutura.

Na época, as duas maiores empresas defendiam a perda de slots da aviação executiva para
permitir o acesso da Azul e de companhias menores aos horários de pousos ou decolagens
em Congonhas, evitando que elas tivessem de ceder seus próprios espaços.

O presidente da Latam acrescentou nesta quinta-feira que o problema de infraestrutura não
está restrito a Congonhas e lembrou que outros aeroportos do país precisam elevar
investimentos em infraestrutura sob pena de sacrificar a operação das empresas aéreas.

"Hoje a gente tem mais de 30 aeroportos com obras na pista. Essas obras fazem com que a
gente tenha que restringir a nossa operação em determinadas horas do dia e por tipo de
aeronave", disse Cadier.

Ele também lamentou os recentes  aumentos dos custos de operação sobre as companhias
aéreas.

"Em novembro a Infraero comunicou as aéreas que vai aumentar em 80% o custo por metro
quadrado usado pelas aerolinhas nos seus aeroportos. Depois muita gente reclama que a
passagem está cara. É importante entender os fatores de custo que estão empurrando o
nosso custo de operação. Taxas de sobrevoo aumentaram 30% recentemente", 

afirmou Cadier.

Ele diz que observa uma retomada do aquecimento no setor.

"Com o dólar se estabilizando em um patamar talvez um pouco menor do que onde ele 

chegou, a R$ 4,20, isso traz uma demanda internacional. E a gente vê que o mercado
doméstico também volta com alguma calma, não com a velocidade que a gente gostaria mas
a gente se sente mais otimista", disse.

O setor sofreu nos últimos meses com a alta do dólar e do combustível. Segundo o executivo,
no entanto, esse aumento só deverá ser repassado ao preço quando a demanda for retomada.

 

Norwegian Air: a trajetória da 1ª companhia aérea a fazer voos de baixo
custo entre Brasil e Europa

Luís Barrucho

O norueguês Bjørn Kjos, de 72 anos, acostumou-se a encarar desafios. Nasceu prematuro,
durante um salto de treinamento, seu paraquedas principal apresentou um defeito. O de
emergência não abriu. Segundos antes de se espatifar no solo, conseguiu solucionar o
problema e aterrissou sem ferimentos. E há 25 anos, salvou uma pequena empresa de
aviação da falência.

Agora, se prepara para uma nova missão, anunciada nesta semana: operar o primeiro voo de
baixo custo entre o Brasil e o Reino Unido. A rota, sem escalas, ligará Londres ao Rio de
Janeiro, a partir de 31 de março de 2019.

Ex-piloto de jatos e advogado de carreira, Kjos fundou a Norwegian Air Shuttle. Sob seu
comando, a companhia aérea se transformou na maior da Escandinávia e na terceira maior
do segmento de baixo custo na Europa, atrás da Ryanair e da easyJet, transportando
33 milhões de passageiros em 2017.

Para o Brasil, estão previstos quatro voos por semana (às segundas, quartas e sextas-feiras,
além de domingos) com aeronaves Boeing 787-9 Dreamliner de até 344 assentos, 

considerando classe econômica e cabines Premium.

De acordo com informações da companhia, os voos do Rio partirão às 22h25, chegando às
13h35 ao aeroporto de Gatwick. As saídas de Londres estão previstas para ocorrer às
12 horas, chegando ao Brasil às 19h25. Os horários são locais.

O grande diferencial da Norwegian, no entanto, está no preço: a partir de 240 libras (cerca de
R$ 1.185) cada trecho. O valor representa uma redução de pelo menos 30% frente ao da
concorrente, segundo cotação online feita pela BBC News Brasil na primeira semana de abril.
A venda das passagens já está disponível no site da companhia.

Atualmente, apenas a British Airways faz voos diretos entre Londres e Rio de Janeiro. A
Latam deixou de operar a rota em 2014 e agora os voos da empresa ligando Londres ao Rio
têm pelo menos uma escala.

"Nossa nova rota no Rio de Janeiro quebra o monopólio dos voos diretos entre o Reino Unido
e o Brasil, já que estamos comprometidos em reduzir as tarifas e tornar as viagens mais
acessíveis para turistas e viajantes de negócios", disse a empresa por meio de comunicado.

A inclusão do Brasil na lista de destinos internacionais operados pela Norwegian aumenta sua
presença na América do Sul. Atualmente, a empresa faz voos diretos ligando a capital
argentina, Buenos Aires, a Londres.

Atualmente com quatro frequências semanais, a rota vai passar a ser diária a partir de 3 de
dezembro por causa do aumento da demanda. Em outubro deste ano, a companhia aérea
inaugurou voos domésticos na Argentina, com duas rotas de Buenos Aires para Mendoza e
Córdoba, além de rotas planejadas para Salta, Iguazú, Bariloche e Neuquén.

Por ora, a empresa informou que não tem planos de fazer o mesmo no Brasil. Mesmo se 

quisesse operar rotas regionais, esbarraria na legislação brasileira, que impede o controle
acionário total de empresas aéreas nacionais por capital estrangeiro. Atualmente, o máximo
permitido pelo Código Brasileiro de Aeronáutica é de 20%.

No início deste mês, a empresa chilena Sky Airline tornou-se a primeira aérea estrangeira a 

operar um voo de baixo custo regular internacional de passageiros para o Brasil, de Santiago, 

no Chile, ao Rio de Janeiro.

Já as argentinas Flybondi e Avian (grupo Avianca), também de baixo custo, devem passar a 

voar ao Brasil no ano que vem. A primeira recebeu autorização do governo argentino para
operar no país, mas ainda tem que entrar com o pedido de autorização jurídica e operacional
na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Enquanto isso, a segunda está autorizada
juridicamente a iniciar suas operações no Brasil.

MODELO DE NEGÓCIOS

O início dos voos da Norwegian ao Brasil coincide com mudanças regulatórias no mercado
de aviação do Brasil, entre elas a regra que permite a cobrança pelo despacho de bagagens,
em vigor desde o ano passado.

Esse é considerado um dos principais elementos do tripé que baseia o modelo de negócio das
companhias aéreas de baixo custo.

"A principal diferença entre as transportadoras de baixo custo e as companhias aéreas
tradicionais divide-se em três grupos: economia de serviços, economia operacional e
(OACI), agência especializada da ONU, publicado em 2003.

A Norwegian não é exceção em meio às empresas aéreas de baixo custo. Quem opta pela
tarifa mais básica (não reembolsável) só tem direito a viajar com uma mala de mão, qualquer
outra bagagem é cobrada à parte. Todo o serviço de bordo também é cobrado: do travesseiro
à água. Marcar o assento com antecedência só é possível mediante pagamento antecipado.
Esqueceu de imprimir o cartão de embarque em casa? Não há totem no aeroporto.

Esse também será o caso da rota entre Brasil e Reino Unido.

Mas é justamente essa redução de custos um dos fatores que permitiu a essas companhias
baixar os preços e revolucionar o mercado de aviação civil, especialmente em rotas de curta
e média distâncias.

"Além da simplificação do serviço, temos a padronização das frotas, um aumento nas horas
voadas e uma redução do tempo em solo", explica à BBC News Brasil, André Castellini,
sócio da consultoria Bain & Company e especialista no setor de aviação.

VOOS TRANSATLÂNTICOS

O que difere a Norwegian de outras companhias de baixo custo, no entanto, vem sendo sua
aposta feroz em operar voos transatlânticos, ou de longa distância.

De Londres, a companhia voa para 100 destinos diferentes, dos Estados Unidos à Tailândia.

Até agora, a empreitada parece ter sido bem-sucedida. Recentemente, a Norwegian
ultrapassou a British Airways como a maior companhia aérea fora dos Estados Unidos a
operar rotas transatlânticas de e para a região de Nova York.

Nos 12 meses terminados em julho deste ano, a empresa norueguesa transportou 1,67 milhão
de passageiros, contra 1,63 milhão da rival britânica.

Não surpreende, portanto, que o crescimento acelerado tenha transformado a Norwegian em
objeto de disputa entre as gigantes do setor aéreo.

A IAG, conglomerado que é dono da British Airways e já detém 4,6% da Norwegian, já tentou
comprá-la duas vezes, sem sucesso. Luftansa e Ryanair também teriam demonstrado
interesse na companhia.

BRASIL

Apesar do sucesso da Norwegian mundo afora, Castellini diz não acreditar que o início de
suas operações no Brasil vá "revolucionar o setor". Ele prevê, contudo, uma queda nos preços
cobrados pela concorrência.

"O que acontece é que sempre que um novo player entra no mercado, especialmente uma
empresa capitalizada, aumenta-se a oferta de voos e o preço da tarifa cai. Isso acontece
independentemente se a empresa é de baixo custo ou não", diz.

Ele acrescenta que o modelo de negócio das companhias aéreas de baixo custo em rotas de
longa distância não vem se demonstrando "tão disruptivo quanto nas de curta e média
distâncias".

"A questão principal é quão sustentável vai ser a operação. O modelo de negócios dessas
empresas é baseado na otimização de custos. Mas em voos de longa distância, alguns
desses fatores, como a padronização da frota e a redução do tempo no solo, não são tão
relevantes quanto nos de curta e média distâncias", explica.

"Isso sem falar no comportamento dos passageiros. Quando se viaja por 12 horas (duração
média de um voo do Rio a Londres), muitas pessoas valorizam o mínimo de serviço de
bordo", acrescenta.

MODELO SUSTENTÁVEL?

A sustentabilidade do modelo de negócios da Norwegian em rotas de longa distância é, de
fato, uma das principais dúvidas levantadas por especialistas do setor aéreo mundo afora.

Em 2017, a Norwegian teve um prejuízo líquido de 300 milhões de coroas norueguesas 

(R$ 135 milhões), principalmente devido ao mau desempenho de outubro a dezembro.
Apesar disso, surpreendeu o mercado no segundo semestre daquele ano ao registrar
resultado positivo acima do esperado.

Em outro desdobramento, a companhia anunciou que vai cancelar a rota entre Londres e
Cingapura, apenas um ano após ser lançada.

Além disso, como a operação de voos de longa distância da Norwegian prima pela otimização
de custos, há menor flexibilidade se um piloto fica doente ou um avião apresenta problemas
técnicos. Em alguns trechos, há apenas uma aeronave disponível. É o caso da viagem entre
Oslo e Los Angeles, por exemplo. No dia seguinte, a mesma aeronave pode ser usada em
outro trecho.

Exemplo disso aconteceu em março deste ano, quando passageiros de um voo da Norwegian
a Nova York ficaram retidos no aeroporto de Gatwick, em Londres, por quase 24 horas, devido
a um defeito técnico no avião. A companhia se negou a oferecer acomodação e a polícia teve
que ser chamada.

Outro problema tem fundo político. A Noruega tem um dos mais altos custos trabalhistas do
mundo. Depois de ter tido negado o pedido para contratar tripulação tailandesa, a Norwegian
estabeleceu a operação de voos de longa distância a partir de uma companhia registrada na
Irlanda, de forma a atender as regulações da União Europeia.

Críticos dizem que a iniciativa abre o precedente para que companhias aéreas, especialmente
as de baixo custo, usem "bandeiras de conveniência" para cortar despesas.

Por fim, a expansão da frota (a Norwegian comprou 222 aviões em 2012, uma das maiores 

compras do setor) e o aumento no preço do combustível podem criar um novo obstáculo para
a saúde financeira da empresa.

"Será preciso aguardar para ver qual o nível de tarifa necessário para manter essa operação",
conclui Castellini.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Pane no avião com Merkel a caminho do G20 foi mais grave do que
anteriormente divulgado

https://internacional.estadao.com.br/blogs/fatima-lacerda/pane-no-aviao-com-merkel
-a-caminho-do-g20-foi-mais-grave-do-que-anteriormente-divulgado/

Cliente compra assento especial em avião, não consegue usar e não
é reembolsado

https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/seus-direitos/cliente-compra-assento-especial
-em-aviao-nao-consegue-usar-e-nao-e-reembolsado/

 

AGÊNCIA BRASIL

Credores da Varig questionam valor de indenização da massa falida

http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-11/credores-da-varig-questionam
-valor-de-indenizacao-da-massa-falida

 

G1

Número de passageiros deve triplicar com privatização de aeroportos em MT

http://g1.globo.com/mato-grosso/videos/v/numero-de-passageiros-deve-triplicar-com
-privatizacao-de-aeroportos-em-mt/7197516/

Equipes de resgate participam de simulado de acidente aéreo no
aeroporto de Rio Preto

https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2018/11/29/simulado
-de-acidente-aereo-mobiliza-equipes-no-aeroporto-de-rio-preto.ghtml

Chapecoense e famílias abrem processo conjunto contra agência de
aviação da Colômbia

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2018/11/28/chapecoense-e-familias
-abrem-processo-conjunto-contra-agencia-de-aviacao-da-colombia.ghtml

Companhia aérea deixa de oferecer voos diretos de Palmas para Brasília

https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2018/11/29/companhia-aerea-deixa-de-oferecer
-voos-diretos-de-palmas-para-brasilia.ghtml

Norwegian Air: a trajetória da 1ª companhia aérea a fazer voos de baixo
custo entre Brasil e Europa

https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/11/29/norwegian-air-a-trajetoria-da-1a
-companhia-aerea-a-fazer-voos-de-baixo-custo-entre-brasil-e-europa.ghtml

 

DCI

Azul prevê para 2021 frota operacional de 160 aviões, aumento de
31% sobre 2017

https://www.dci.com.br/servicos/azul-preve-para-2021-frota-operacional-de-160
-avi-es-aumento-de-31-sobre-2017-1.762195

 

PANROTAS

Gol poderá usar embarque biométrico da Delta em Orlando

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/11/gol-podera-usar
-embarque-biometrico-da-delta-em-orlando_160706.html

Delta lança terminal biométrico com embarque 40% mais rápido

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/11/delta-lanca-terminal
-biometrico-com-embarque-40-mais-rapido_160703.html

Latam retoma crescimento e estuda aumentar voos a Lisboa

https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2018/11/latam
-retoma-crescimento-e-estuda-aumentar-voos-a-lisboa_160684.html

Latam confirma voo de São Paulo a Munique para junho de 2019

https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2018/11/latam-confirma
-voo-de-sao-paulo-a-munique-para-junho-de-2019_160682.html

 

MERCADO E EVENTOS

Delta inaugura em Atlanta o primeiro terminal biométrico dos EUA

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/delta-inaugura-em-atlanta
-o-primeiro-terminal-biometrico-dos-eua/

“Mochilão Gol” levará cliente e acompanhante para cinco destinos em 2019

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/mochilao-gol-levara-cliente-e
-acompanhante-para-cinco-destinos-em-2019/

Latam e Korean Air expandem codeshare em rotas para Europa

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-e-korean-air
-expandem-codeshare-em-rotas-para-europa/

Latam confirma voos diretos entre São Paulo e Munique

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-confirma
-voos-diretos-entre-sao-paulo-e-munique/

Humberto Pedrosa é homenageado pela Câmara Portuguesa no Brasil

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/humberto-pedrosa-e-homenageado
-pela-camara-portuguesa-no-brasil/

Grupo Latam corta em 36% a entrega de aeronaves até 2021

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/grupo-latam-corta
-em-36-a-entrega-de-aeronaves-ate-2021/

Aeroportos receberão ambulifts para facilitar embarques de deficientes

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aeroportos-receberao-ambulifts
-para-facilitar-embarques-de-deficientes/

Embratur considera voos da Norwegian para o Brasil como
“importante passo”

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/embratur-considera
-voos-da-norwegian-para-o-brasil-como-importante-passo/

 

JORNAL DE TURISMO

LATAM confirma voo direto São Paulo - Munique a partir de junho de 2019

https://www.jornaldeturismo.tur.br/agencias-de-viagens/81927-latam-confirma-voo-direto
-sao-paulo-munique-a-partir-de-junho-de-2019

 

VALOR

Latam vê chance de repassar custo em 2019

Por Cibelle Bouças | De São Paulo

O presidente da companhia aérea Latam no Brasil, Jerome Cadier, tem uma expectativa
positiva para 2019, com aumento na procura por viagens aéreas e câmbio mais estável. "O
setor só vai conseguir repassar custos aos preços à medida que a demanda voltar. Por isso,
olho para 2019 com mais otimismo", afirmou ontem, durante encontro com investidores.

"Vejo que a demanda está voltando devagar. O dólar está se estabilizando em um patamar
em torno de R$ 4. O dólar mais estável traz demanda internacional, tão necessária para o
setor", acrescentou.

Neste ano, segundo ele, foi difícil repassar às tarifas os aumentos nos preços do querosene
de aviação e a alta do dólar. Apesar das dificuldades, considera que 2018 foi de grandes
mudanças para a companhia. A partir do segundo trimestre, a Latam voltou a ampliar a oferta
de voos internacionais - com 27 novas rotas -, após 10 trimestres consecutivos de redução.

A companhia também repensou as rotas domésticas para melhorar a sua gestão de custos e
otimizar o uso da frota, segundo Cadier. "Fizemos mudanças em abril e em outubro. E vamos
fazer mais ajustes em abril de 2019, para melhorar a conectividade da operação em
Guarulhos", afirmou, referindo-se ao aeroporto internacional de São Paulo.

O executivo contou que a Latam iniciou investimento de US$ 400 milhões na reconfiguração
interna de 40 aviões. As aeronaves Boeing 777, Boeing 767, Airbus A320 e Airbus A321 terão
mais espaço nas poltronas da classe executiva. A remodelação será feita no centro de
manutenção da Latam em São Carlos (SP). A unidade recebeu investimento de R$ 22 milhões
para ampliar sua estrutura, comprar equipamentos e contratar mais 150 pessoas.

A empresa também unificou os sistemas de reservas de passagens, e inaugura, em fevereiro,
um grande centro de manutenção de linha em Guarulhos, para ganhar mais agilidade no
processo de manutenção das aeronaves.

"Foi um ano de escolhas duras, mas era importante trazer um novo nível de competitividade e
renovação para a companhia", disse Cardier.

O executivo afirmou que vê com bons olhos o aumento da competição no mercado brasileiro,
com a entrada de companhias aéreas de baixo custo. Neste mês, as empresas Sky Airlines,
do Chile, e a europeia Norwegian, que operam nesse modelo, anunciaram voos partindo do
Brasil para Chile e Europa, respectivamente.

"Acho ótimo que estrangeiras venham competir, mas desde que sigam as mesmas regras que
as empresas brasileiras. Hoje é mais barato uma empresa estrangeira operar no Brasil do que
uma nacional", afirmou.

Ele disse que pilotos brasileiros não podem fazer voos de mais de 14 horas. "O voo de São
Paulo para Tel Aviv, por exemplo, terá que ser feito pela tripulação chilena, porque a legislação
chilena é mais flexível", disse Cadier, acrescentando que para um voo de São Paulo a Chicago,
a empresa nacional precisa ter três pilotos na cabine, mas a mesma exigência não é feita a
companhias internacionais. "As brasileiras têm um custo maior. Dessa maneira vamos ter um
mercado de voos internacionais dominado pelas estrangeiras sempre."

Cadier afirmou ontem, ainda, que espera concluir a incorporação da Multiplus, empresa de
programas de fidelidade do grupo, entre o primeiro e o segundo trimestres de 2019.

 

Presidente da Latam critica falta de investimento em infraestrutura

Por Cibelle Bouças | Valor

SÃO PAULO - O presidente da Latam no Brasil, Jerome Cadier, fez críticas nesta quinta-feira
(29) à proposta do governo de ampliar a oferta de voos no aeroporto de Congonhas.

A Secretaria de Aviação Civil (SAC), do Ministério dos Transportes, o Departamento de
Controle do Espaço Aéreo (Decea) e a Agência Nacional de Aviação Civil, elaboraram uma
proposta para aumentar o número de pousos e decolagens no aeroporto em até cinco por
hora, de acordo com reportagem da Folha de S. Paulo publicada ontem (28).

“O Brasil tem muitas oportunidades de expansão e tem que dedicar atenção onde é mais
importante. Não é mais tão importante fazer expansão em Congonhas. O aeroporto já está no

limite de capacidade de passageiros. Para aumentar a oferta de voos, seria fundamental
aumentar a infraestrutura de recepção de passageiros e isso é muito difícil de ser feito”,
afirmou Cadier, durante encontro anual com analistas e investidores, o Latam Day.

O executivo citou, como exemplo, que o aeroporto não tem espaço para expandir a área de
raio-x de passageiros e bagagens. “Do lado da área de raio-x existem lojas, e não há interesse
em tirar lojas do aeroporto. A sala de embarque remoto não tem lugar para todo mundo. Acho
um despropósito falar de aumento de capacidade sem falar de aumento de infraestrutura”,
disse Cadier.

O executivo acrescentou que, no país, existem mais de 30 aeroportos com obras na pista, o
que restringe a operação de aeronaves. “É preciso investir em infraestrutura que comporte
esse crescimento”, disse.

Segundo ele, houve aumentos importantes nos custos do setor. Em novembro, a Infraero
informou que vai aumentar em 80% o custo por metro quadrado em todos os aeroportos. As
taxas de sobrevoo subiram 30% recentemente. “Os fatores de custo estão subindo de forma
importante. O governo precisa pensar em formas de melhorar a infraestrutura sem elevar os
custos para os passageiros”, disse Cadier.

Em relação ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Cadier disse que o setor ainda não
conseguiu uma conversa direta com o presidente, e que o setor vai buscar abrir um canal de
interlocução com o novo governo em 2019.

Expectativas

O presidente da Latam afirmou que está mais otimista em relação a 2019 do que estava no
início deste ano. “Vejo que a demanda está voltando devagar. O dólar está se estabilizando
em um patamar em torno de R$ 4. O dólar mais estável traz demanda internacional, tão
necessária para o setor”, afirmou Cadier.  

O executivo acrescentou que o setor enfrentou em 2018 dificuldades para repassar aumentos
em custos, como aumento nos preços do querosene de aviação e a alta do dólar. “O setor só
vai conseguir repassar custos aos preços na medida em que a demanda voltar. Por isso, olho
para 2019 com mais otimismo”, afirmou.

O executivo considerou o ano de 2018 difícil, mas de grandes mudanças para a companhia.
A partir do segundo trimestre, a Latam voltou a ampliar a oferta de voos internacionais, após
10 trimestres consecutivos de redução. A companhia lançou 27 novas rotas internacionais,
das quais duas ainda serão lançadas. Uma rota de Guarulhos (SP) para Tel Aviv erá lançada
em dezembro deste ano. E um voo de Guarulhos para Munique, na Alemanha, começa a
operar em junho do ano que vem.

Para 2019, Cadier disse que a companhia terá novos voos internacionais, mas não deu mais
detalhes. Ele afirmou apenas que a empresa vai ampliar a oferta de voos para Lisboa, que
hoje é semanal.

A Latam também repensou as rotas domésticas para melhorar a sua gestão de custos e
otimizar o uso da frota, segundo Cadier. “Fizemos mudanças em abril e em outubro. E vamos
fazer mais ajustes em abril de 2019, para melhorar a conectividade da operação em
Guarulhos”, afirmou.

O executivo também acrescentou que a Latam iniciou investimento de US$ 400 milhões na
reconfiguração interna de 40 aeronaves. As aeronaves Boeing 777, Boeing 767, Airbus A320
e Airbus A321 terão mais espaço nas poltronas da classe executiva. A remodelação será feita
no centro de manutenção da Latam em São Carlos (SP). A unidade recebeu investimento de
R$ 22 milhões para ampliar sua estrutura, comprar equipamentos e contratar mais
150 pessoas.

A empresa também unificou os sistemas de reservas de passagens, e inaugura, em fevereiro,
um grande centro de manutenção de linha em Guarulhos, para ganhar mais agilidade no
processo de manutenção das aeronaves. “Foi um ano de escolhas duras, mas era importante
 trazer um novo nível de competitividade e renovação para a companhia”, disse.


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