Clipping

27/12/18

CLIPPING 27/12/2018

JORNAL O GLOBO

A seis dias da posse, companhias ainda têm passagem para Brasília

https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/seis-dias-da-posse-companhias-ainda
-tem-passagem-para-brasilia.html

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Alta em temperaturas afetará decolagens de aviões, afirma estudo

Phillippe Watanabe

SÃO PAULO

Se hoje os aeroportos já vivem seus momentos de caos em épocas de festa, com atrasos e
cancelamentos, o futuro não parece muito animador para os viajantes segundo um novo estudo.

Publicado na revista Climatic Change, o trabalho afirma que as mudanças climáticas devem
piorar a performance das decolagens, exigindo mais pista e mais tempo para chegar à
velocidade necessária.

A pesquisa analisou quais seriam os efeitos do aquecimento global em 30 dos maiores
aeroportos do mundo —nenhum deles no Brasil—, durante o verão. O resultado é que o
aumento da temperatura, que deixa o ar menos denso, reduziria a força de sustentação do
avião. Além disso, com o ar mais quente, a eficiência dos motores é menor, o que reduz
potência e tração. Nesse cenário, são necessárias maiores velocidades para que a nave
levante voo.

Traduzindo: além de uma subida mais demorada até  alcançar a altitude desejada. No fim das
contas, a performance de decolagem diminui em todos os aeroportos analisados na pesquisa.

Apesar disso, há variação entre os aeroportos. Até 2100, segundo os pesquisadores, o LAX
(Aeroporto Internacional de Los Angeles), nos Estados Unidos, necessitará no verão de mais
6,7 metros de pista para as decolagens.

Já o MAD (Aeroporto de Madrid-Barajas), na Espanha, precisará de mais 168 metros de pista
para que as naves decolem com segurança.

Para chegar a esses resultados, os pesquisadores usaram dados desde 1976 e fizeram
projeções climáticas para o resto do século. Como potência do motor e peso podem variar
entre aeronaves, os cientistas usaram como base o Boeing 737-800, modelo comum de avião
comercial.

Eduardo Bauzer Medeiros, pesquisador da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais),
afirma que hoje o desempenho de aviões em um contexto de mudanças climáticas não gera
comoção.

“Buscamos aumento de eficiência o tempo todo. Não temos essa ou aquela preocupação
específica com essa ou aquela pista.”

Há outras maneiras de contornar o problema, segundo Ronaldo Carvalho, pesquisador do
ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), mas a solução deve trazer impactos.

“As empresas aéreas controlam o peso máximo de decolagem considerando o comprimento
de pista disponível, a temperatura do dia, a altitude do aeródromo e a declividade das pistas.
Em dias muito quentes elas terão que limitar o peso e controlar a quantidade de combustível
e passageiros, de forma a permitir a operação com segurança.”

Outras pesquisas também já apontaram que o aquecimento global poderá intensificar
turbulências de céu claro —quando não há nuvens—, o tipo que causa mais problemas para
companhias aéreas pela imprevisibilidade. Isso deve ocorrer pela aceleração das correntes
de ar causada pelas mudanças do clima, o que gera mais instabilidade.

As turbulências podem aumentar custos de manutenção nas naves e, em casos mais graves,
até causar acidentes.

Mas a decolagem pode ser o menor dos problemas relacionados à mudança climática na
aviação. Para os pesquisadores, eventos extremos como tempestades e nevascas são as
principais preocupações porque dificultam a operação como um todo.

Chuvas, raios e ventos podem prejudicar e paralisar aeroportos por períodos de tempo
maiores, segundo Carvalho. E aeroportos como o Santos Dumont, no Rio, poderão ser
inundados com o aumento do nível do mar.

 

Como arrumar a mala de mão perfeita para enfrentar imprevistos

Fernanda Reis

SÃO PAULO

Muitas vezes feitas às pressas, malas de mão requerem tanto planejamento quanto as
despachadas em viagens de avião. É ela que pode salvar o viajante em uma emergência
durante o voo.

Segundo a organizadora Ingrid Lisboa, que dá cursos sobre como arrumar malas, a bagagem
de mão não deve ser pensada como um volume para colocar tudo aquilo que não coube na
principal ou num espaço extra para as compras, e sim como uma unidade independente.

“Pense em tudo o que você precisaria para passar as 24 horas seguintes à sua chegada e
coloque nela”, afirma.

Uma muda de roupa compatível com o clima do destino, por exemplo, é essencial para que o
turista se organize em caso de extravio.

“Considero essencial levar três roupas íntimas, duas camisetas, um pijama e uma calça ou
saia”, lista a também organizadora Juliana Faria. Tecidos que não amassem, sejam leves e
ocupem pouco espaço são os mais indicados.

Ainda devem ser colocados ali telefones do consulado brasileiro no destino, da operadora do
cartão de crédito, carregador para celular, capa de chuva ou guarda-chuva, caneta e remédios,
que podem ser úteis em emergências.

De preferência, tudo separado em diferentes saquinhos: roupas num canto, carregadores no
outro, papéis em outro. “Se você abrir a mala, tem que conseguir visualizar tudo”, afirma
Juliana.

Documentos, por sua vez, devem ser colocados numa bolsa à parte, da qual o viajante não
deve se separar. “Nem sempre você consegue colocar sua mala no compartimento acima da
poltrona. Se seu grupo demorou para embarcar, você vai ter que colocar a mala longe e perde
o controle. É importante ficar de olho”, diz Ingrid. Ela costuma levar uma bolsa esportiva, do
tipo que se leva para academia, para deixar no chão, à sua frente.

Os documentos também podem ir em carteiras específicas para viagem, com compartimento
para colocar o passaporte e as passagens.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) recomenda que objetos de valor não sejam
despachados. O computador, portanto, vai na mão. Não é necessário colocá-lo numa mochila
à parte, mas, como é preciso tirá-lo da mala para passar pelo raio-X, o equipamento deve ser
guardado num lugar que facilite a retirada.

“Tem gente que envolve em um monte de roupa, isso dificulta”, afirma Ingrid.

Itens como objetos pontiagudos ou cortantes, substâncias inflamáveis, tóxicas ou explosivas
não podem ir na bagagem —a lista completa está disponível no site da Anac.

Em voos internacionais, líquidos só podem ser transportados em frascos plásticos
transparentes com capacidade de até 100 ml. O viajante pode encontrar recipientes próprios
para essa finalidade  em farmácias.

Medicamentos com receita, comidas de bebê e líquidos de dietas especiais podem ser
levados em quantidades maiores, mas devem ser apresentados aos funcionários durante a
inspeção de segurança.

Desde 2017, cada companhia aérea pode definir as dimensões que aceita para bagagens de
mão. A reportagem consultou oito delas e os números são próximos de 55 cm de altura,
40 cm de comprimento e 25 cm de largura em todas —é importante, porém, checar antes da
viagem.

Em relação ao peso, todas as empresas devem aceitar que cada passageiro leve até 10 kg
consigo sem necessidade de pagar taxa extra. A British Airways, por exemplo, permite que
se leve até 23 kg na cabine, mas o viajante deve ser capaz de guardar a própria mala. Em
voos movimentados, pode ser que a bagagem seja despachada sem custo.

Malas de rodinha facilitam o transporte, principalmente em viagens com conexão, em que o
turista precise andar bastante por aeroportos. Mas Ingrid Lisboa ressalta que, por serem
maiores, são as primeiras despachadas em voos mais cheios. “E mesmo o tamanho vendido
como pequeno às vezes é grande para ir na cabine. Não é porque a mala é vendida como
de mão’ que ela cabe.”

“O material também é importante. Se for de couro, pesa mais, e há modelos com muita
ferragem”, diz Ingrid. As rígidas, embora facilitem a organização, também podem ser mais
difíceis de carregar.

Para Juliana Faria, aquelas feitas de tecido são uma boa opção. “Como é a gente mesmo
que vai manusear, não corre o risco de jogarem a mala numa esteira e ela rasgar”, afirma. “A
escolha deve ser pelo tipo mais leve.”

 

Número de bagagens extraviadas cai 70% nos últimos dez anos

Ana Luiza Tieghi

SÃO PAULO

O estudante de direito Helber Carvalho, 24, levou um susto após desembarcar no aeroporto
de Salt Lake City, nos Estados Unidos, a três dias do Natal, em 2014.

Sua mala, onde estavam as roupas para o inverno americano e os presentes para os parentes
que moram na cidade, não havia chegado.

“Tive que pegar algumas roupas emprestadas, passar perrengue em temperaturas negativas e
não consegui entregar os presentes que trouxe na data certa”, afirma.

A mala chegou três dias depois, no endereço em que ele estava. Mesmo assim, por causa dos
transtornos que teve, Carvalho decidiu processar a companhia aérea, American Airlines. 

Ganhou R$ 5.000.

O caso dele não é incomum, mas, segundo a Sita (Sociedade Internacional de
Telecomunicações Aeronáuticas), fundada em 1949 por 11 empresas do setor, está ficando
cada vez mais raro. Segundo a entidade, o número de bagagens extraviadas em viagens de
avião caiu 70% em dez anos.

Em 2007, 46,9 milhões de malas não chegaram aos destinos junto com seus donos; em 2017,
22,7 milhões.

A queda é ainda mais significativa ao levar em conta que o número de passageiros subiu de
2,48 bilhões em 2007 para 4,08 bilhões no ano passado.

Mesmo assim, a cada mil viajantes transportados, 5,57 malas são extraviadas.

Isso não é um problema só para os passageiros, mas também representa prejuízo para as
companhias —só no ano passado, o custo foi de US$ 2,3 bilhões (R$ 8,5 bilhões).

Quase metade dos extravios acontece na hora de fazer conexões. Esse foi o caso do
estudante de direito. Para ir de Belo Horizonte até Salt Lake City, Carvalho fez escalas em
São Paulo, Miami (Flórida) e Dallas (Texas). O erro aconteceu no último aeroporto.

Quando é preciso fazer conexões, evitar aquelas muito curtas, com menos de uma hora entre
um voo e outro, diminui as chances de ter a bagagem extraviada, de acordo com a Air France
e a KLM.

Outros cuidados são colocar uma identificação com nome e telefone, remover etiquetas de
voos antigos, checar se a mala recebeu a etiqueta correta na hora do despacho e incluir um
item que a diferencie, como fitas ou adesivos.

Segundo a regulação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), as companhias aéreas
têm sete dias para devolver malas extraviadas em voos nacionais e 21 dias no caso de voos
internacionais.

Se o prazo for descumprido, a empresa tem sete dias para indenizar o passageiro —o valor
pode chegar a R$ 5.000.

Esse não é o único ressarcimento que o consumidor pode receber. Ainda de acordo com a
Anac, ele tem direito a um valor para gastos emergenciais, a ser definido pela empresa aérea,
desde que esteja fora do seu domicílio. As companhias também têm um prazo de sete dias
para isso.

A recomendação da agência é que o passageiro comunique a empresa logo após perceber o
extravio. “Ela é responsável pela bagagem desde o momento do despacho até o seu
recebimento pelo passageiro”, diz a Anac. Uma reclamação também pode ser feita em
consumidor.gov.br ou diretamente com a agência.

Caso o passageiro entenda que os valores e prazos ditados pela Anac não são suficientes
para o seu caso, ele pode entrar com uma ação judicial contra a companhia aérea, explica o
advogado Igor Britto, do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). Isso porque o estipulado
pela Anac não tem poder de lei.

“O Código de Defesa do Consumidor estabelece que é um direito básico do cliente a
reparação integral dos danos sofridos e não é uma regulamentação que vai limitar o que
é isso”, afirma Britto.

Quanto mais provas o passageiro tiver de que foi afetado pelo extravio, melhor. Por isso, o
advogado aconselha tirar fotos da mala pronta, para mostrar o que havia dentro dela antes do
despacho. Essa medida também ajuda a provar eventuais danos causados durante o
deslocamento.

Entrar com uma ação na Justiça é possível se a companhia for brasileira ou tiver
representação no país. Caso contrário, o jeito é tentar resolver diretamente com ela.

Britto explica que é possível fazer também um boletim de ocorrência, mas que a reclamação
junto à companhia ou à Anac já é suficiente para o caso de uma ação judicial.

Para evitar prejuízos, a Avianca aconselha o passageiro a não despachar itens caros ou
importantes, que devem ser levados na mala de mão. E, para diminuir as chances de furtos, é
melhor trancar a mala.

O quiropraxista Tiago Rosolino, 31, não colocou cadeado na bagagem que despachou em
São Paulo, no início de 2014. Seu destino era Lima, onde morava, com escala em Santiago.
“Quando abri a mala, percebi que faltavam presentes que haviam me dado.”

Ele reclamou com a companhia e, após dois meses, recebeu uma indenização que diz ter sido
um pouco menor que o valor dos presentes.

 

Como calcular o tamanho da mala de viagem e quando vale pagar }
para trazer volume extra

Ana Luiza Tieghi

SÃO PAULO

Desde 2017, quando o custo do despacho de bagagens deixou de ser incluído obrigatoriamente
no valor das passagens aéreas, o turista brasileiro precisa calcular quantas malas vai levar
antes de comprar seus bilhetes.

Há categorias básicas de tarifas que não dão direito ao despacho de bagagem. O passageiro
deve viajar apenas com a mala de mão.

O preço de cada volume extra despachado varia conforme a companhia aérea, a plataforma
onde foi feita a compra do bilhete, a categoria do cliente, a antecedência da compra e o destino.

Por exemplo: em voos internacionais da Gol, o despacho de uma mala extra custa R$ 60 se
a compra for feita pela internet. No aeroporto, o passageiro paga R$ 120 pelo mesmo serviço.
Já um volume extra na Air France pode custar até US$ 200 (R$ 773).

Se a ideia é fazer compras na viagem, na hora de comprar o bilhete e escolher a franquia de
bagagem, é preciso prever o espaço necessário para acomodar os novos itens.

“É melhor levar uma mala média e deixar espaço para as compras, porque aí você sabe que
só pode comprar aquela quantidade de coisas”, afirma a organizadora pessoal Carol Costa.

Quando a bagagem já está cheia na ida, não vai comportar mais itens na volta. Nesse caso,
a saída é comprar mais malas —e franquias para poder transportá-las.

Se os itens forem frágeis, é melhor deixar ainda mais espaço, para protegê-los.

Quem quer trazer vinhos, por exemplo, vai precisar enrolar as garrafas em plástico bolha,
toalhas ou peças de roupa e colocar dentro de sacolas plásticas, indica Costa. Isso ajuda a
evitar que as garrafas se quebrem durante o deslocamento e, se o pior acontecer, que a
bebida manche o conteúdo da mala.

Se o viajante costuma trazer vinhos ou outras bebidas com frequência, pode ser vantajoso
investir em uma bolsa própria para o transporte. A loja virtual TecnoMalas tem modelos de
maletas para duas (R$ 347,70) ou três garrafas (R$ 432), acolchoadas e com divisórias.
Essas maletinhas podem ser levadas na mão ou dentro de malas maiores.

Caso a quantidade de garrafas seja grande, esses itens viajam mais protegidos em malas
específicas para seu transporte, com moldes de espuma que protegem as bebidas.

Bom lembrar: cada pessoa pode levar no máximo 12 litros de bebida alcoólica na bagagem
despachada (equivale a 16 garrafas de vinho).

Outra compra comum —e volumosa— feita no exterior é a de enxovais. Nesse caso, Costa
recomenda usar um saco plástico com fechamento à vácuo, para que as peças ocupem
menos espaço. Há embalagens desse tipo próprias para viagem, que podem ser fechadas
sem o uso do aspirador de pó para a retirada do ar, mas o modelo tradicional também
funciona. “Hotéis estão acostumados a emprestar o aspirador, muita gente faz isso”, afirma.

Antes de ir às compras no exterior ou em outros estados do Brasil, pesquise quanto custa o
item desejado na sua cidade. Se for necessário uma mala nova ou mais franquia de bagagem
para trazer o item, pode não compensar. “É importante colocar na ponta do lápis,
principalmente agora, que as moedas estrangeiras estão altas”, diz Costa.

Caso o valor das compras exceda US$ 500 (R$ 1.933), o passageiro deve pagar um imposto
de importação no valor de 50% do montante que superar esses US$ 500. Por exemplo: se
gastou US$ 700 (R$ 2.706), terá que pagar US$ 100 (R$ 387) de imposto. É melhor já
computar esse gasto na hora de avaliar se a compra no exterior é vantajosa ou não.

Quanto custa cada volume despachado

VOOS NACIONAIS

Gol 

Pela internet, a primeira mala custa R$ 60, a segunda, R$ 100, e a terceira, R$ 130. No
aeroporto, a primeira sai por R$ 120, a segunda, por R$ 140, e a terceira, por R$ 220

Azul 

Pela internet, a primeira mala extra sai por R$ 60, a segunda, por R$ 100, e a terceira, por
R$ 130. No balcão, a primeira custa R$ 120, a segunda, R$ 140, e a terceira, R$ 160

Latam 

Cada mala extra custa R$ 59 antes do check-in e R$ 120 durante esse processo. Há bilhetes
que já incluem a franquia de bagagens

Avianca 

Na tarifa Promo, a primeira mala custa R$ 60 até seis horas antes do voo e R$ 100 após isso.
A segunda custa a partir de R$ 100. Na Economy, uma mala de 23 kg está inclusa. A segunda
custa a partir de R$ 60

VOOS INTERNACIONAIS

Gol 

Pela internet, a primeira mala extra custa R$ 60, e a segunda, R$ 115. No balcão, a primeira
sai por R$ 120, a segunda, por R$ 230

Azul 

Os clientes Tarifa Azul pagam a partir de US$ 20 (R$ 77) na primeira mala para voos na
América do Sul; os clientes Mais Azul têm direito a uma mala despachada e pagam a partir de
US$ 40 (R$ 154) na segunda. Se o destino for os EUA, as malas extras custam
US$ 150 (R$ 580); em voos para a Europa, saem por € 150 (R$ 661)

Latam 

Nos voos para a América do Sul, as malas extras custam a partir de US$ 20 (R$ 77), até seis
horas antes do voo, e US$ 30 (R$ 116), após esse período. Para a Europa, a primeira
bagagem despachada custa US$ 55 (R$ 213) ou US$ 75 (R$ 290)

Avianca 

Voos para a América Latina incluem uma mala de 23 kg. Segunda e terceira mala saem a
partir de US$ 80 (R$ 309).Nos voos para os EUA, duas malas de 23 kg estão inclusas

Aerolíneas 

Cada mala extra, nos voos entre Argentina e Brasil, custa a partir de US$ 64 (R$ 247). As
passagens incluem uma mala de 23 kg

American Airlines 

Nos voos entre Brasil e EUA, cada mala extra custa US$ 150 (R$ 579). Todos os clientes têm
direito a duas malas de 23 kg

Air France 

Os clientes têm direito a duas malas de 23 kg. Malas adicionais custam a partir de US$ 160
(R$ 619)

 

Mala inteligente dá até carona para dono, mas é difícil de ser despachada

Ana Luiza Tieghi

SÃO PAULO

As smart bags, malas inteligentes, fazem muito mais do que apenas levar itens de um lugar
para outro.

Elas carregam baterias de eletrônicos, se pesam, têm cadeados que funcionam por comandos
de celular, avisam se forem abertas, têm sistemas de rastreamento e até dão carona para seus
donos.

É o caso da Modobag, da empresa de mesmo nome, vendida nos Estados Unidos
(US$ 1.495 ou R$ 5.780), que pode levar um adulto de até 118 quilos sentado sobre ela por
até 9,6 quilômetros, a uma velocidade de quase 13 km/h.

Apesar das facilidades, as malas inteligentes estão dando dor de cabeça em consumidores e
companhias aéreas. O problema está nas suas baterias: o tipo mais usado, de lítio, não pode
ser despachado em viagens de avião.

“Essas baterias podem representar um risco de incêndio caso sofram esmagamentos ou sejam
danificadas”, diz Perry Flint, diretor de comunicação corporativa da Iata (Associação
Internacional de Transportes Aéreos).

Por isso, desde 15 de janeiro de 2018, a Iata proíbe as 275 companhias aéreas que integram
a associação de transportar malas com baterias de lítio no compartimento de carga dos aviões.
Elas só podem ser despachadas se a bateria puder ser retirada e levada na cabine —a
tripulação é treinada para lidar com qualquer problema que elas possam causar, segundo
Flint.

Se a mala tem bateria removível, tudo certo. É o caso do modelo da fabricante Away Travel
(a partir de US$ 225, R$ 870), com um carregador para eletrônicos que se solta da mala. A
empresa não faz entregas no Brasil.

Outra saída é mudar a fonte de energia. A fabricante Heys tem um modelo de mala com duas
pilhas AAA, que não são barradas no despacho. Elas não servem para carregar eletrônicos,
mas mantêm funcionando a balança integrada na mala e alimentam o sistema de rastreamento
e uma luz que aponta se o cadeado está aberto. O modelo custa a partir de US$ 230 (R$ 889)
e também não é vendido no Brasil.

As novas funções acabaram deixando as malas mais pesadas. A Modobag, por exemplo,
pesa nove quilos quando vazia. Se ela fosse usada como bagagem de mão no Brasil, só
poderia carregar um quilo de itens pessoais —as companhias do país aceitam até dez quilos
de bagagem de mão.

As dificuldades para despachar já fizeram com que pelo menos duas fabricantes desse tipo
de mala fechassem, a Raden e a Bluesmart, que deixaram de produzir modelos inteligentes
em maio deste ano.

Brasileiros que queiram adquirir esse tipo de produto têm dificuldades. Grandes varejistas de
malas e bolsas ainda não vendem os itens por aqui. A Le Postiche, que tem lojas em 18
estados além do distrito federal, diz que “ainda não possui essas malas em seu portfólio,
mas estuda trazer essa opção aos consumidores”.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Duas pessoas com armas falsas causam pânico em aeroporto de Paris

https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,duas-pessoas-com-armas-falsas-causam
-panico-em-aeroporto-de-paris,70002658167

 

G1

Dois são presos por causar pânico com armas de mentira em aeroporto
de Paris

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/12/26/dois-sao-presos-por-causar-panico-com
-armas-de-mentira-em-aeroporto-de-paris.ghtml

 

BOM DIA BRASIL

Inflação deve terminar 2018 abaixo dos 4%, mas muitos produtos
apresentam alta maior

https://globoplay.globo.com/v/7257377/

 

DCI

Gol devolve 13 aviões Boeing 737, estima redução de R$1,1 bi
na dívida líquida

https://www.dci.com.br/neg%C3%B3cios/gol-devolve-13-avi-es-boeing-737
-estima-reduc-o-de-r-1-1-bi-na-divida-liquida-1.768712

 

PANROTAS

Aéreas nacionais clamam por doação de órgãos em vídeo

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/aereas-nacionais
-clamam-por-doacao-de-orgaos-em-video_161256.html

Azul passa a oferecer Skol Hops em happy hour a bordo

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/azul-passa
-a-oferecer-skol-hops-em-happy-hour-a-bordo_161249.html

Air Europa anuncia voos de Madri para Astúrias e Sevilha

https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/12/air-europa
-anuncia-voos-de-madri-para-asturias-e-sevilha_161244.html

Aéreas brasileiras acumulam prejuízo de R$ 2 bi em 2018

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/aereas-brasileiras
-somam-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-2018_161243.html

 

MERCADO E EVENTOS

Aeroporto de Punta del Este projeta aumento de assentos e
chegadas no verão

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aeroporto-de-punta
-del-este-projeta-aumento-de-assentos-e-pousos-no-verao/

Azul oferece cerveja Skol HOPS a bordo de seus voos

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/azul-oferece
-cerveja-skol-hops-a-bordo-de-seus-voos/

Latam cancela voos entre Rio de Janeiro e EUA a partir de abril de 2019

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-cancela-voos-entre-rio-de
-janeiro-e-eua-a-partir-de-abril-de-2019/

Aéreas brasileiras acumulam prejuízo de R$ 2 bilhões até setembro de 2018

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aereas-brasileiras-acumulam-prejuizo
-de-us-2-bilhoes-ate-setembro-de-2018/

 

JORNAL DE TURISMO

Happy Hour Azul passa a oferecer cerveja Skol HOPS a bordo de seus voos

https://www.jornaldeturismo.tur.br/aviacao/82005-happy-hour-azul-passa-a-oferecer-cerveja
-skol-hops-a-bordo-de-seus-voos


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