Clipping

24/09/18

CLIPPING 24/09/2018

JORNAL O GLOBO

Fundador da Azul planeja criar nova companhia aérea nos Estados Unidos

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/fundador-da-azul-planeja-criar-nova-companhia
-aerea-nos-estados-unidos-23090677

Emirates planeja comprar a Eithad e criar a maior companhia aérea
do mundo

https://oglobo.globo.com/economia/emirates-planeja-comprar-eithad-criar-maior
-companhia-aerea-do-mundo-23088388#ixzz5S0zxnzo2
 

Cinco dicas de bagagem para casais que viajam juntos

https://oglobo.globo.com/boa-viagem/cinco-dicas-de-bagagem-para-casais
-que-viajam-juntos-23090708#ixzz5S106NFn0
 

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Fluxo de passageiros na aviação regional cresce 6% em São Paulo
até agosto

Maria Cristina Frias

SÃO PAULO

O fluxo de passageiros em aeroportos regionais paulistas subiu 6% no acumulado de janeiro
a agosto deste ano, segundo o Daesp (departamento do estado) e a Voa-SP (concessionária
responsável por cinco terminais).

Mesmo com eventos desfavoráveis como a alta do dólar, a demanda continuou crescente, diz
Daniel Tkacz, diretor da Azul Linhas Aéreas.

“Continuamos com uma estratégia de expansão para o interior do país, que não vai ficar
eternamente na situação dolorosa atual. O mercado vai crescer e o acesso nas cidades
menores também.”

A empresa planeja operar em 35 novas bases até 2023 —essa entrada poderia ocorrer mais
rápido se o investimento nos terminais fosse mais acelerado, diz Tkacz.

A aviação executiva fora da capital também tem evoluído, em parte por causa dos bons
resultados recentes do agronegócio, segundo Rui Aquino, presidente da Two Flex, de táxi
aéreo.

“Há outro fator que é o momento político. Apesar de ser algo sazonal, temos uma variação
positiva na demanda regional por causa das eleições”, diz Philipe Figueiredo, diretor da Líder
Aviação.

 

Fundador da Azul quer nova empresa com passagens baratas e mais espaço 

NOVA YORK

David Neeleman, empreendedor serial no campo da aviação, está determinado a fazer com
que sua nova companhia se destaque em um mercado no qual pequenos e grandes rivais
comprimem seus passageiros de classe econômica em cabines cada vez mais apertadas.

A companhia de aviação de preços baixos que ele propõe, com o nome provisório de Moxy,
planeja oferecer aos passageiros novas maneiras de personalizar suas experiências de
viagem: do espaço na cabine à comida e tarifas. 

O fundador da Azul e da JetBlue Airways agora quer criar uma companhia de aviação
"tecnologicamente avançada", operando uma mistura de rotas curtas e longas, todas com
o A220, o mais recente jato de fuselagem estreita da Airbus.

Neeleman quer levar adiante o seu histórico de criar companhias de aviação bem-sucedidas,
em um setor repleto de fracassos.

Ele cofundou a Morris Air nos Estados Unidos, e a vendeu à Southwest Airlines. Também
criou a WestJet, no Canadá, e a Azul, no Brasil, e é parte de uma sociedade que detém
participação de 45% na companhia nacional de aviação de Portugal, a TAP.

Investidores e concorrentes estão de olho, enquanto o novo projeto de Neeleman ganha
forma –começando por um acordo anunciado em julho para a aquisição de 60 jatos A220,
desenvolvidos pela Bombardier e conhecidos anteriormente como Série C.

A companhia ingressará em um mercado no qual quatro grandes concorrentes estão
envolvidas em uma batalha feroz com operadores de baixos preços como a Spirit Airlines e
a Allegiant Air.

"Creio que provavelmente exista no mercado o espaço para uma companhia de preços 

ultrabaixos mas não austera", disse o consultor de aviação Robert Mann. "Ele não começará
com o mesmo equipamento usado. Fará o que fez com a JetBlue: gastará o dinheiro
necessário a criar algo fresco, algo novo."

Ainda assim existem riscos. Neeleman usará um avião novo, relativamente pouco testado,
com lugar para 150 passageiros, uma capacidade algo menor do que a norma das
companhias econômicas.

Aeroportos congestionados, a alta nos preços do combustível e uma escassez de pilotos estão
levando outras companhias de aviação a encomendar grande número de aviões maiores da
Boeing e Airbus.

"Estamos contemplando um mundo no qual as empresas precisam de aviões maiores a fim
de compensar os custos", disse George Ferguson, analista da Bloomberg Intelligence. "E esse
aparelho não é o A220, mas sim o A321", o aparelho de fuselagem mais estreita mais longo
na linha da Airbus.

Neeleman, 58, está voltando a um setor que foi transformado pela consolidação, nos EUA,
depois que ele saiu da JetBlue. As ações da companhia subiram em 30% de sua oferta
pública inicial até o momento em que ele deixou sua presidência executiva, em maio de 2007.

O índice Standard & Poor's das maiores companhias de aviação dos Estados Unidos mostra
queda de 47% no mesmo período, durante o qual a United Airlines, Delta e US Airways
pediram concordata.

Nos últimos cinco anos, em contraste, o índice S&P das companhias de aviação mais que
dobrou. Lucros firmes, da ordem dos bilhões de dólares, atraíram investidores como Warren
Buffett, cujo grupo Berkshire Hathaway é o maior acionista da Delta e grande investidor na
United, Southwest Airlines e American Airlines.

Para sua nova companhia, Neeleman prometeu "abordagens inovadoras" quanto ao
recrutamento de pilotos, e disse que o A220 havia ajudado a motivá-lo a criar uma nova
companhia de aviação.

Os novos jatos foram projetados de forma a propiciar mais conforto aos passageiros mesmo
nos assentos mais baratos, com janelas maiores e uma configuração para a classe econômica
que deixa apenas um assento central por fileira.

"O novo avião tornou a ideia mais interessante", disse Neeleman. "A combinação de
oportunidade e mais o avião me convenceu a ir em frente com a ideia."

Os custos por viagem do A220 e suas turbinas com alta eficiência protegerão contra a
instabilidade nos preços do combustível, ele disse. Os pedidos de aviões A220 e turbinas
Pratt & Whitney serão concluídos "em questão de semanas", segundo Neeleman.

A companhia solicitará licença federal para operar nos EUA por volta da metade de 2019. Os
voos só começarão no início de 2021, quando o primeiro dos aviões, cujo preço de tabela é
de US$ 91,5 milhões (R$ 370,57 milhões), será entregue.

"O A220 permite oferecer tarifas baixas sem comprometer tudo mais", disse Henri Courpron,
assessor de Neeleman e presidente do conselho da Plane View Partners.

Como consultor da Bombardier, Courpron ajudou a reverter a situação da empresa, com uma
joint venture que deu à Airbus o controle da Série C, que vinha sendo uma grande causa de
despesa na fabricante canadense.

Agora, a Plane View, sediada em Los Angeles, está trabalhando para organizar o
financiamento, o que inclui potenciais operações de venda e leasing combinado, para os
30 primeiros aviões da Moxy.

Os financistas no passado encaravam o A220 com alguma cautela por conta de sua base
de operadores pequena, mas a confiança cresceu desde que a linha foi integrada à da Airbus,
em julho. Uma resposta saudável ao pedido da Moxy poderia beneficiar outras operadoras,
como a Delta Air Lines, disse Mann.

Neeleman disse que sua nova companhia de aviação, que não manterá a marca Moxy, terá
"um app muito robusto" e algum nível de acesso gratuito à internet a bordo. Oferecerá "a
capacidade de comprar lugares diferentes de acordo com a altura do passageiro, com o
conforto que ele procura e com o preço que ele deseja pagar. Mesma coisa com relação à
comida".

O nome da empresa e a cidade em que ficará sediada ainda não foram decididos, ele disse.
Os detalhes de sua rede de rotas ainda estão sendo definidos, e Neeleman ainda monta seu
grupo de investidores.

A empresa enfatizará voos sem escalas que não usarão os principais polos aeroportuários,
dominados pelas grandes companhias de aviação. Cerca de 800 pares de cidades estão
sob consideração, e envolvem alguns destinos internacionais, disse Neeleman.

"O mantra será tentar levar as pessoas aos seus destinos duas vezes mais rápido e com
tarifas entre 30% e 50% mais baixas do que as que elas pagam hoje", disse Neeleman. "Eu
ficaria surpreso se qualquer de nossas rotas na Moxy tivesse concorrentes em voos sem
escalas."

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Aéreas Emirates e Etihad negam rumores sobre fusão

https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,aereas-emirates
-e-etihad-negam-que-estao-negociando-fusao,70002512521

Embraer e Boeing têm data para concluir acordo

https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,embraer-e
-boeing-tem-data-para-concluir-acordo,70002513520

 

O ESTADO DE MINAS

Drone fecha Aeroporto de Confins na noite deste domingo

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/09/23/internas_economia
,991110/drone-fecha-aeroporto-de-confins-na-noite-deste-domingo.shtml

Embraer e Boeing têm data para concluir acordo

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/09/22/internas
_economia,990866/embraer-e-boeing-tem-data-para-concluir-acordo.shtm

 

G1

Aeroporto Santos Dumont opera com restrições e alguns voos são
desviados para o Galeão

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/09/24/aeroporto-santos-dumont
-no-rio-opera-com-restricoes-e-voos-sao-desviados-para-o-galeao.ghtml

 

CBN

Por causa da neblina, aeroporto Santos Dumont funciona com restrições

http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/214709/por-causa-da-neblina-aeroporto-santos
-dumont-funci.htm

 

ÉPOCA NEGÓCIOS

Aéreas obtêm vitória no Congresso dos EUA para derrubar 'tarifas razoáveis'

https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2018/09/aereas-obtem-vitoria-no-congresso
-dos-eua-para-derrubar-tarifas-razoaveis.html
 

Emirates planeja comprar a Etihad e criar a maior companhia aérea
do mundo

https://epocanegocios.globo.com/Mercado/noticia/2018/09/emirates-planeja-comprar
-eithad-e-criar-maior-companhia-aerea-do-mundo.html

 

DCI

Embraer e Boeing têm data para concluir acordo

https://www.dci.com.br/economia/embraer-e-boeing-tem-data-para
-concluir-acordo-1.742685

 

PANROTAS

Saiba por que ofertas personalizadas são o futuro da aviação

https://www.panrotas.com.br/aviacao/pesquisas-e-estatisticas/2018/09/saiba
-por-que-ofertas-personalizadas-sao-o-futuro-da-aviacao_158891.html

Para AF-KLM, experiências ruins não são bicho de 7 cabeças

https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2018/09/klm-mostra
-que-experiencias-ruins-nao-sao-bicho-de-sete-cabecas_158883.html

Swiss e Brussels lançam programas customizáveis de stopover

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/swiss-e-brussels-lancam
-programas-customizaveis-de-stopover_158911.html

Nova aérea de Neeleman tem detalhes revelados; saiba mais

https://www.panrotas.com.br/aviacao/investimentos/2018/09/nova-aerea-de
-neeleman-tem-detalhes-revelados-veja-detalhes_158903.html

Aéreas entram no Cade contra parceria de Azul e Correios

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/09/aereas-entram-no
-cade-contra-parceria-de-azul-e-correios_158900.html

Emirates e Etihad desmentem boato de fusão; entenda o caso

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/emirates-e-etihad
-desmentem-boato-de-fusao-entenda-o-caso_158898.html

Avianca lança nova campanha 'Vem se apaixonar'; saiba mais

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/avianca-lanca-nova
-campanha--39vem-se-apaixonar-39-saiba-mais_158879.html

Delta implementa o primeiro terminal biométrico nos EUA

https://www.panrotas.com.br/aviacao/tecnologia/2018/09/delta-implementa
-o-primeiro-terminal-biometrico-nos-eua_158884.html

 

MERCADO E EVENTOS

Delta lança tecnologia de reconhecimento facial para voos internacionais

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/delta-lanca-tecnologia-de
-reconhecimento-facial-para-voos-internacionais/

Qatar Airways anuncia chegada da Qsuite na América do Sul em dezembro

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/qatar-airways-anuncia-chegada-da
-qsuite-na-america-do-sul-em-dezembro/

Emirates e Etihad voltam a negar rumores de possível fusão

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/emirates-e-etihad
-voltam-a-negar-rumores-de-possivel-fusao/

CEO da easyJet abordará desafios e tendências durante WTM em Londres

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/ceo-da-easyjet-abordara-desafios
-e-tendencias-durante-wtm-em-londres/

Em nova campanha, Avianca Brasil convida clientes a se apaixonarem

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/em-nova-campanha-avianca
-brasil-convida-clientes-a-se-apaixonarem/

Delta, Air France-KLM e Gol promovem 3ª edição do Insights no Brasil

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/delta-air-france-klm-e-gol
-promovem-3a-edicao-do-insights-no-brasil/

 

JORNAL DE TURISMO

Geração millenium é responsável por quase metade das compras de
passagens aéreas no Brasil

https://www.jornaldeturismo.tur.br/agencias-de-viagens/81551-geracao-millenium-e
-responsavel-por-quase-metade-das-compras-de-passagens-aereas-no-brasil

Avianca Brasil lança nova campanha chamada “Vem se apaixonar”

https://www.jornaldeturismo.tur.br/aviacao/81555-avianca-brasil-lanca-nova-campanha
-chamada-vem-se-apaixonar

 

VALOR

Embraer e Boeing tentam fechar negócio antes de 2019 

Por João José Oliveira | De São Paulo 

Os executivos da Boeing e da Embraer aceleraram os trabalhos para concluir os contratos
que vão criar a empresa que será dona dos negócios de aviação comercial da empresa
brasileira. As duas companhias querem sacramentar o negócio este ano por pelo menos três
motivos, apurou o Valor. 

Do lado da Boeing, a Embraer é o investimento mais rápido para acessar o segmento de jatos
de passageiros para até 150 lugares, uma vez que sua concorrente, a Airbus, já entrou nesse
nicho, ao assumir a linha de aviões da canadense Bombardier. 

O Valor apurou que a Boeing estuda alternativas para um eventual fracasso na sociedade com
a Embraer pois vai entrar no negócio, com ou sem a brasileira. 

Mas executivos dos dois lados mantém a meta de fechar os contratos até no máximo 5 de
dezembro. O principal motivo da aposta é que os principais pontos do memorando de
entendimento, assinado em 5 de julho, foram mantidos ao longo desses quase três meses.
Além disso, a Embraer teme perder negócios se a incerteza permanecer. Os envolvidos
entendem que todo o processo será retardado ainda mais se a finalização ficar para o ano
em que o Brasil terá um novo governo.

Segundo o 'Memorando de Entendimentos para Parceria Estratégica entre The Boeing
Company e Embraer', as empresas definiram como meta a conclusão dos processos de
diligência legal e financeira, aprovações dos conselhos de administração das duas
companhias e anunciar a criação da joint venture. 

Boeing e Embraer acreditam que entre 5 de dezembro e o feriado de Natal conseguem
receber a aprovação do governo e o sinal verde da assembleia de acionistas. 

As duas empresas consideram factível o risco atrasos no ano que vem uma vez que dois dos
três candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto para Presidente -
Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) - afirmaram que vão rever o negócio. 

O Valor apurou que o memorando continua valendo em sua integralidade. A agenda de
executivos, advogados e consultores tem sido usada para transformar princípios em contratos
jurídicos perfeitos. 

Conforme o acerto, a Boeing vai pagar US$ 3,8 bilhões por 80% do segmento de aviões
comerciais da Embraer. A nova companhia, por enquanto chamada de NewCo, terá sede no
Brasil. A Boeing terá "o integral controle estratégico e operacional e a administração dos
negócios relacionados à aviação comercial da Embraer e sua total integração na Boeing",
enquanto a Embraer vai receber dividendos.

Um item mais delicado da joint venture é a redação dos contratos que vão reger as relações
entre a Embraer e a NewCo. A empresa brasileira terá condição "preferencial", por exemplo, 
quando a nova companhia for contratar serviços e fornecedores na cadeia de suprimentos. 

Assim, a Embraer terá dois canais abertos para manter o fluxo de caixa da companhia depois
que perder o controle da unidade de jatos comerciais - que responde por cerca de 60% do
seu faturamento. 

A Embraer vai receber dividendos dentro de uma política que obriga a NewCo a distribuir pelo
menos 50% dos resultados e passará a ser remunerada por vendas de serviços e suprimentos
para a joint venture em condições preferenciais. 

Esses dois canais devem ser capazes de garantir que a geração de caixa da NewCo seja um
fluxo de recursos perene que mantenha a Embraer sustentável no longo prazo. 

A Embraer continuará dona das unidades de defesa & segurança e de jatos executivos, que
respondem por cerca de 35% das vendas atuais da companhia. E essas operações
demandam investimentos para se manterem sustentáveis e competitivas após a holding
perder sua unidade de maior geração de caixa. 

Embraer e Boeing chegaram a uma fórmula para evitar o risco de diluição da empresa
brasileira na nova companhia. Segundo o memorando, a nova empresa pode fazer operações
de aumento de capital ou de endividamento com finalidade de pesquisa e desenvolvimento,
investimento, capital de giro ou financiamento de operações, prejuízos, pensão,
endividamento, tributos.

Como a Embraer teria o direito de realizar seu aporte 'pro rata', o valor seria menor que o da
sócia americana, na relação de quatro para um. "Financiamentos de dívida com parte
relacionada somente seriam permitidos com base em termos que sejam melhores para a
NewCo do que aqueles disponíveis com terceiros credores" determina o memorando. 

A Boeing aposta em uma forma que encontrou de "adoçar" o contrato para amenizar a
oposição de minoritários preocupados com o futuro da companhia. Por meio de opção de
venda a Embraer terá o direito de receber pagamento em dinheiro por qualquer parcela de
suas ações na NewCo, com o preço equivalente a pelo menos o pago pela Boeing no
momento da aquisição da participação acionária na joint venture. 

 


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