Clipping

22/11/18

CLIPPING 22/11/2018

O GLOBO

Plano do governo prevê a construção de um novo aeroporto em São Paulo

https://oglobo.globo.com/economia/plano-do-governo-preve-construcao-de-um-novo
-aeroporto-em-sao-paulo-23249117

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Como passei três dias retida na Sibéria sem passaporte

SÃO PAULO

Faltavam quatro horas para o voo Air France 116 pousar em Xangai, na China. O mapa na
TV da poltrona do avião mostrava uma mudança de rota: um ponto amarelo aparecia sob
Irkutsk, cidade da Rússia de que nunca havia ouvido falar e que agora era meu destino final.

Um comissário passou rápido pelos corredores e solicitou que levantássemos as janelas.
Ainda atordoada pelo sono, atendi o comando sem entender que se tratava de um pouso de
emergência. Me deparei com um horizonte montanhoso, inabitado e coberto de neve. Alheia
a qualquer tensão, tirei uma série de fotos da asa do avião e das montanhas iluminadas pelo
sol enquanto o piloto anunciava um possível problema técnico.

A tripulação havia sentido cheiro de fumaça na cabine, mas não houve pânico, sequer falatório
entre os passageiros. O chinês e o francês ao meu lado continuaram a assistir seus filmes e
não forçamos interação.

O Boeing 777, com 282 pessoas, a maioria da França e da China, pousou em uma pista quase
vazia, não fosse por um galpão caindo aos pedaços e homens uniformizados com chapéus
russos de pelúcia olhando para o avião.

O piloto pediu que ficássemos sentados pois o voo seria retomado em cerca de duas horas.
Troquei poucas palavras com o chinês. Retomei minha série –"The Handmaid's Tale", uma
distopia em que mulheres viram prisioneiras de um Estado totalitário.

Meia hora depois, no entanto, a equipe de bordo avisou que não havia gente especializada
para resolver o problema no local. Peguei minha mochila, calcei meias e chinelos, pois meus
tênis estavas úmidos, e desci no lugar onde passaria três dias com a mesma roupa, sem
passaporte nem permissão para sair à rua, tampouco previsão de chegar ao destino final.

O aeroporto de Irkutsk é semelhante a uma rodoviária interiorana. Tem duas lojas, uma de
souvenires e um free shop, dois restaurantes e um banheiro onde é liberado fumar. Com
janelas fechadas e uma quantidade considerável de francesas tabagistas, era sufocante.

Para comer, as opções eram Subway, escolha dos chineses, e um lugar com inspiração
irlandesa. Decidi pelo segundo, que tocava uma trilha sonora de músicas 'dance' dos anos
90. Pedi um chope e uma espécie de guioza russo (pelmeni, soube depois). Aceitava cartão
de crédito. Sentei sozinha em uma mesa e tirei uma foto do prato, pensando que nunca mais
estaria naquele cenário siberiano.

Por ora, não tinha internet para avisar amigos, trabalho e família sobre o ocorrido. Me limitei a
contemplar qualquer coisa à volta. Do meu lado, irmãos franceses bebiam cerveja e comiam
um dos outros pratos estranhos. Do outro, um grupo de recém-conhecidos pedia café e
sanduíches. Já era noite quando uma russa iniciou um falatório em inglês do qual não captei
nenhum termo além de Air France. Levantamos.

Em fila para sairmos do aeroporto, oficiais recolhiam os passaportes, colocavam em caixas e
entregavam cópias das primeiras páginas aos passageiros. As malas ficaram no avião. Em
conversa posterior com passageiros e com a embaixada brasileira em Moscou, entendi que o
procedimento não seguia regras comuns.

Subimos no ônibus, que estava aquecido. As janelas tinham cortinas roxas com penduricalhos
nas pontas e o bagageiro superior era contornado por um LED de neon multicolor. O cochilo
nos 40 minutos de trajeto ao hotel foi acompanhado por um barulho estridente de sirene. A
polícia escoltou o veículo por todo o percurso.

O hotel remetia à União Soviética, com carpetes vermelhos, TVs antigas e uma lojinha
turística. Os sete andares eram aquecidos. Havia um lobby com sofás marrons, um bar de
coquetéis, um restaurante e prateleiras envidraçadas que vendiam matrioskas com o rosto de
Vladimir Putin e colheres com a cara do Stalin.

Metade da população do voo que estava naquele hotel se amontoava em cima das
recepcionistas que, estressadas, diziam em inglês que não havia quarto individual a todos.
Dividi o 732 com Anne, uma francesa de 48 anos. Na primeira vez que reclamei, ela me
mandou pensar nos refugiados. No outro dia, me convidou a praticar ioga no meio do corredor.

Lembrei que tinha uma blusa térmica na mochila, e a vesti debaixo de uma jaqueta. Descemos
para jantar a refeição paga pela companhia aérea. Pratos individuais com massa, presunto
e queijo cheddar aguardavam os passageiros. Para beber, chá de hibisco ou outra planta
roxa. Perguntei por Coca-Cola, a título de dúvida. Não, respondeu a russa com a cabeça.
Jantei e esqueci a jaqueta na cadeira. Nunca mais a recuperei.

Embarcaríamos na manhã seguinte. Todos a postos na recepção, e a viagem foi adiada para a
noite. Passamos o dia no hotel. Uns bebiam no bar, outros faziam chamadas em vídeo. Tentei 

assistir a um documentário no lobby, mas fui impedida por um clubinho de homens russos que
acharam "estranho" uma jovem sozinha em Irkutsk e não paravam de puxar qualquer papo
inconveniente. Pedi a um guarda que me deixasse sair por um minuto.

Os argumentos de "brasileiros não precisam de visto", "somos amigos de Brics" e "não vou
caminhar além daquela praça" não surtiram efeito para além de uma expressão de pena.
"Não posso. Everything will be fine (tudo vai ficar bem)", me respondeu pelo tradutor do
smartphone.

Apesar da série de negativas russas, uma recepcionista ligou para o quarto e perguntou
quanto custava minha jaqueta perdida. Uma hora depois, apareceu com o equivalente em
rublos e uma champanhe, que me entregou de maneira gentil. "Ficamos tristes que tenha
perdido sua roupa, mas podemos lhe oferecer isso".

À noite, entramos no segundo avião vindo de Paris. O termômetro marcava -15ºC. Novamente,
a aeronave não decolou. Dessa vez, por um problema hidráulico. Nas conversas entre os
estrangeiros “exilados”, predominava a teoria de que Vladimir Putin queria barrar a entrada
de um chinês poderoso do voo em solo russo. Aquilo se tratava de uma "grave crise
diplomática", visto que os russos não facilitavam a abertura do bagageiro, "uma clara
demonstração de poder", me disse um francês.

De segunda para terça-feira, a permanência entre o avião e o aeroporto durou umas dez
horas não dormidas. O espaço das aeromoças havia se transformado em um lugar de
socialização, em que os passageiros abriam vinhos e pegavam pães sem pedir permissão. O
clima de festa permaneceu para alguns, que enviaram vídeos ao grupo de WhatsApp dos
passageiros, o Les Naufragés AF 116, com franceses dançando em cima da mesa do bar do
hotel.

Voltamos para um outro hotel enrolados em cobertores da Air France –os da classe executiva
eram mais quentes. O acesso à internet era restrito. A imprensa local aguardava com câmeras
e microfones.

Editaram reportagens da saga francesa com músicas como "Voyage Voyage", "Desireless", e
"Non, Je ne Regrette Rien" (Não, não me arrependo de nada, na tradução livre), de Edith Piaff.
Do outro lado, Anne ouvia uma rádio parisiense que chamava a história de “conto kafkiano”.
Pelo computador dela, consegui repassar atualizações a uma amiga no Gmail.

Depois de uma escala de mais de 60 horas, partimos na manhã de quarta-feira, em um voo
altamente aplaudido e filmado por smartphones. Uma aeromoça me ofereceu um pacote azul
fechado. Perguntei o que era. "Meias". "Agora?", respondi. "Você nunca sabe quando vai
precisar".

 

Veja como evitar ciladas durante a Black Friday

Heloísa Negrão

SÃO PAULO

As promoções da Black Friday, que acontece na próxima sexta-feira (23), ainda geram muita
desconfiança entre os brasileiros. De acordo com pesquisa da SPC Brasil, 63,8% tem medo
de ser vítima de fraudes com roubo de dados bancários ou clonagem de cartões durante o
período de promoção.

Além disso, praticamente todos os entrevistados na pesquisa da SPC (87,2%) afirmaram que
fazem buscas para saber a reputação da  loja online antes de fazer suas compras.

Segundo pesquisa do site Reclame Aqui, 49% dos brasileiros consideram as liquidações do
período totalmente confiáveis.

Para o presidente do Reclame Aqui, Mauricio Vargas, a aceitação do consumidor melhorou
desde que a Black Friday chegou no Brasil. “O brasileiro está pesquisando mais antes de
comprar do que há alguns anos e, ao mesmo tempo, as maiores empresas estão consertando
seus erros do passado. Acredito que será uma Black Friday melhor em comparação a outros
anos”, diz.

Além das promoções maquiadas (quando a loja aumenta o preço antes do Black Friday para 

depois reduzi-los), os consumidores também devem ficar atentos a golpes na internet.

Mensagens distribuídas por WhatsApp, que oferecem desconto em passagens aéreas, de
acordo com o site Reclame Aqui, tem sido usadas para capturar o email e, em seguida, dados 

bancários de consumidores.

A empresa de cibersegurança Kaspersky Lab descobriu um golpe que estava sendo
disseminado pelo Facebook e também envolvia o período de promoções.

Os posts de uma suposta empresa oferecia um cartão de crédito Black com baixa anuidade.
Além do roubo de dados, os golpistas levavam R$ 34,90, valor que as vítimas pagavam via
boleto para terem acesso ao cartão.

PROTEJA-SE CONTRA GOLPES E DORES DE CABEÇA NA BLACK FRIDAY

GOLPES E FRAUDES

Não clique em links desconhecidos, mesmo os recebidos por amigos e familiares. Eles podem
baixar malware em seu dispositivo ou direcioná-lo para páginas que coletam dados pessoais;

Verifique quem é o dono do site. Encontrou um site desconhecido com ofertas tentadoras?
Antes de comprar, consulte a lista do PROCON  e também o Registro.br, na sessão “Whois”,
que informa quem registrou o site. Golpistas geralmente usam endereços de e-mail gratuitos
para registrar o domínio (Hotmail, Gmail, etc);

Desconfie de mensagens SMS e anúncios no Facebook. Essa é a mais nova modalidade dos
golpistas. Para confirmar se a oferta exibida na rede social é real, entre no site oficial do
varejista e busque o produto anunciado;

Não faça transações comerciais ou bancárias online enquanto estiver conectado a uma rede
Wi-Fi pública;

Instale em seu dispositivo uma solução de segurança que tenha tecnologias integradas para
evitar fraudes financeiras

NÃO ESQUEÇA SEUS DIREITOS

O produto pode ser trocado se vier com defeito

O prazo para desistir da compra feita online é de sete dias

A troca do produto não é obrigatória, a não ser que a loja se comprometa. Fique de olho nas
políticas de trocas dos e-commmerces

Se houve atraso na entrega do produto, o cliente deve exigir seu direito, o ressarcimento do
dinheiro pago ou a substituição do produto.

Código de defesa do consumidor não é válido do caso de compras feitas diretamente de
pessoas físicas

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Governo vai publicar edital de concessão de 12 aeroportos nos próximos dias

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-vai-publicar-edital-de-concessao-de
-12-aeroportos-nos-proximos-dias,70002616224

 

G1

Em visita ao Aeroporto de Divinópolis, Anac aponta quatro inconformidades

https://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2018/11/21/em-visita-ao-aeroporto-de-divinopolis
-anac-aponta-quatro-inconformidades.ghtml

Azul vai ter voos para Aracati a partir de fevereiro de 2019

https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2018/11/21/azul-vai-ter-voos-para-aracati
-a-partir-de-fevereiro-de-2019.ghtml

 

JORNAL EXTRA

Passageiros xingam funcionários da Latam em aeroporto de SP, e
vídeo viraliza

https://extra.globo.com/noticias/brasil/passageiros-xingam-funcionarios-da-latam
-em-aeroporto-de-sp-video-viraliza-rv1-1-23249999.html

 

TECHTUDO

Passagens Aéreas na Black Friday 2018: cinco dicas para comprar barato

https://www.techtudo.com.br/listas/2018/11/passagens-aereas-na-black-friday-2018-cinco
-dicas-para-comprar-barato.ghtml

 

DCI

Latam reduz plano de frota em US$2,3 bi

https://www.dci.com.br/servicos/latam-reduz-plano-de-frota-em-us-2-3-bi-1.759868

 

PANROTAS

Qatar anuncia chegada da QSuite hoje a São Paulo

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/qatar
-anuncia-chegada-da-qsuite-hoje-a-sao-paulo_160483.html

Latam lança novo buscador com mapa dinâmico e preços ao vivo

https://www.panrotas.com.br/aviacao/tecnologia/2018/11/latam-lanca-novo-buscador
-com-mapa-dinamico-e-precos-ao-vivo_160487.html

Azul voará para Aracati (Canoa Quebrada) a partir de Recife

https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/11/azul-voara-para
-aracati-canoa-quebrada-a-partir-de-recife_160485.html

Ainda sentindo crise do ano, Latam divulga números do 3º tri

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/ainda-sentindo-crise
-do-ano-latam-divulga-numeros-do-3o-tri_160484.html

Subsidiária da AF lança opção de assentos para famílias

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/subsidiaria-da
-af-lanca-opcao-de-assentos-para-familias_160475.html

Boeing realiza junção final do corpo do primeiro 777X

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/boeing-realiza
-juncao-final-do-corpo-do-primeiro-777x_160476.html

Latam lança voos diretos de Lima a Montego Bay, na Jamaica

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/latam-lanca-voos
-diretos-de-lima-a-montego-bay-na-jamaica_160472.html

É possível viajar de classe econômica e comer com estilo?

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/e-possivel-viajar
-de-classe-economica-e-comer-com-estilo_160465.html

Rio Galeão investe em sistema de segurança internacional

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/11/rio-galeao-investe
-em-sistema-de-seguranca-internacional_160362.html

Azul espera primeira entrega do A330neo até julho de 2019

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/azul-espera-primeira
-entrega-do-a330neo-ate-julho-de-2019_160463.html

American Airlines utilizará B737 Max 8 de Brasília a Miami

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/american-utilizara
-b737-max-8-de-brasilia-a-miami_160459.html

 

MERCADO E EVENTOS

United revela voos que serão operados pelo B787-10 para Europa

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/united-revela-voos-que
-serao-operados-pelo-b787-10-para-europa/

Latam lança buscador de destinos com mapa dinâmico e preços em
tempo real

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-lanca-novo-buscador
-de-destinos-com-mapa-dinamico-e-precos-em-tempo-real/

Azul anuncia voos de Recife para Canoa Quebrada (CE)

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/azul-anuncia
-voos-de-recife-para-canoa-quebrada-ce/

Grupo Latam registra US$ 175 milhões de lucro operacional no 3° trimestre

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/grupo-latam-registra-us-175-milhoes
-de-lucro-operacional-no-3-trimestre/

Gol lidera segmento corporativo com 34% dos bilhetes emitidos

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-lidera-segmento

-corporativo-com-34-dos-bilhetes-emitidos/

Azul e Airbus entram em atrito por conta do atraso na entrega do A330neo

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/azul-e-airbus-entram-em-atrito-por
-conta-do-atraso-na-entrega-do-a330neo/

Latam terá voos do Peru para Jamaica em 2019

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam
-tera-voos-do-peru-para-jamaica-em-2019/

American escala B737 MAX 8 entre Miami e Brasília a partir de 2019

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/american-escala-b737-max-8
-entre-miami-e-brasilia-a-partir-de-2019/

Gol terá mais de mil voos extras em São Paulo na alta temporada

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-tera-mais-de-mil-voos
-extras-em-sao-paulo-na-alta-temporada/

 

VALOR

Demanda na aviação civil terá crescimento anual de 4,6%, afirma ministro

Por Rafael Bitencourt | De Brasília

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, disse ontem que a
demanda na aviação civil brasileira terá crescimento anual de 4,6% nas próximas duas
décadas. O país, segundo ele, registra atualmente a movimentação de quase 115 milhões de
passageiros por ano.

Casimiro participou do lançamento do Plano Aeroviário Nacional (PAN), na sede do ministério.
"Pela projeção dos estudos, a demanda crescerá a uma taxa anual média de 4,6% nos
próximos 20 anos", disse o ministro.

O crescimento anual projetado pelo estudo considera uma "expectativa otimista de crescimento 

econômico no Brasil, refletida no PIB". O levantamento indica que, se houver aumento dos
investimentos para ampliar a rede de aeroportos e novos voos regulares, a taxa anual poderá
chegar a 4,9%.

O plano aponta para a necessidade de investir R$ 25,5 bilhões no setor até 2038, dos quais
R$ 6,76 bilhões já estão previstos nos contratos de concessão em vigor e outros
R$ 18,7 bilhões viriam do Fundo Nacional de Aviação Civil. Segundo o Ministério dos
Transportes, o fundo setorial deverá arrecadar R$ 143,6 bilhões nas próximas duas décadas.

"A partir de uma modelagem consistente, o plano formatou uma rede com 164 aeroportos
hierarquizados pela sua função, com elevado nível de conectividade. Isso asseguraria o
acesso de 99% da população brasileira a um aeroporto com o prazo máximo de deslocamento
de duas horas", disse Casimiro.

O plano alerta para o risco de o setor enfrentar gargalos nos próximos anos por falta de 

investimentos. Considera-se a hipótese de a demanda pelo serviço superar a capacidade de
atendimento dos passageiros em 2025 caso não ocorram os investimentos no setor.

 

Reguladores pedem mais transparência em sistema de segurança da Boeing

Por Dow Jones Newswires

NOVA YORK  -  Os reguladores americanos estão pedindo mais transparência e
esclarecimentos sobre os sistemas de controle automático de voo dos modelos 737 mais
recentes, após a queda do avião da Lion Ar no mês passado, de acordo com fontes próximas
ao assunto.  

A investigação do acidente da Lion Air, que matou 189 passageiros após queda do avião no
Mar de Java, liderada pelas autoridades indonésias, revelou que as companhias aéreas dos
Estados Unidos descrevem certas características de modo diferente nos manuais de voo do
piloto para a família 737 MAX da Boeing.

Uma série de aviadores veteranos, autoridades de segurança do governo e especialistas
independentes disseram que as diferenças provocaram confusão dentro da comunidade de
aviação.

Desde o acidente, alguns líderes de sindicatos de pilotos e outros especialistas têm criticado
publicamente a Boeing por ter falhado no esclarecimento dos seus princípios operacionais e
potenciais problemas desse sistema, conhecido como MCAS.

O diretor-presidente da Boeing, Dennis Muilenburg, negou que a empresa tenha retido
informação sobre certas características do sistema e disse que a fabricante descreveu essa
função relevante no seu manual. A Boeing afirmou  que investiga o que aconteceu no acidente
da Lion Air e trabalha com as autoridades para determinar os próximos passos.

Um porta-voz da Boeing não comentou detalhes sobre os sistemas do avião e disse que a
empresa continua confiante na segurança do MAX 737.

Os investigadores da Indonésia devem apresentar resultados preliminares nos próximos dias.
A Boeing deve divulgar a utilização de um software para ajustar o sistema MCA antes do fim
do ano, segundo autoridades do governo e da indústria.

Diferenças nos manuais de voo também ocorrem em outros países. Pelo menos uma
empresa aérea europeia disse que recebeu informações do sistema MCA antes da entrega
do avião. Em documentos regulatórios, autoridades brasileiras identificaram o MCA como
um sistema que difere das versões anteriores da 737 MAX, mas as autoridades canadenses
não os diferenciaram.


abear no facebook

abear no twitter

São Paulo

Av. Ibirapuera, 2332 - Conj. 22 - Torre Ibirapuera I
04028-002 | Moema | São Paulo/SP
+ 55 11 2369-6007

Rio de Janeiro

Av. Marechal Câmara, 160 - Edifício Orly, 8º andar, Sala 832
20020-080 | Centro | Rio de Janeiro/RJ
+ 55 21 2532-6126

Brasília

SAUS Quadra 1 - Bloco J , 10/20 - Edifício CNT - Sala 506
70070-944 | | Brasília/DF
+ 55 61 3225-5215