Clipping

19/02/18

CLIPPING 19/02/2018

O GLOBO 

Avião cai no Irã com 66 pessoas a bordo

https://oglobo.globo.com/mundo/aviao-cai-no-ira-com-66-pessoas-bordo-22409052

ANAC vai notificar GOL após empresa proibir embarque de passageiros
com conjuntivite em Salvador

https://oglobo.globo.com/economia/anac-vai-notificar-gol-apos-empresa-proibir-embarque-de
-passageiros-com-conjuntivite-em-salvador-22406863#ixzz57XjHypeN
 

 

JORNAL DO BRASIL

Número de passageiros em voos domésticos cresce 2,2% em 2017

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018/02/16/numero-de-passageiros-em-voos-domesticos
-cresce-22-em-2017/

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Avião comercial cai em montanha no Irã e deixa 65 mortos

TEERÃ - Um avião da companhia Aseman Airlines com 65 pessoas a bordo caiu no Irã neste
domingo (18). A empresa diz que não há sobreviventes.

A aeronave, um turbo-hélice ATR-72, decolou do aeroporto de Teerã por volta da 1h30 (de
Brasília) rumo à cidade de Yassuj, no sudoeste do país. E caiu no monte Dena, na cordilheira
de Zagros, que tem cerca de 4.400 metros (14.435 pés) de altura e está a 780 km da capital.

O último contato da aeronave ocorreu por volta das 2h55, quando estava a 16.975 pés e
descendo, segundo o site de rastreamento de avião Flight Radar 24. O piloto estava em contato
 com a torre neste momento, a cerca de 23 km do aeroporto de destino.

Por causa do mau tempo, com chuva forte e tempestade de neve, helicópteros de resgate não
conseguiram identificar o local da queda, de acordo com Yalal Pooranfar, responsável do
serviço nacional de resgate na região do acidente. As equipes de socorro, com cerca de 120
profissionais, foram enviadas para iniciar as buscas por terra.

O avião, construído em 1993, transportava 59 passageiros, dois seguranças, dois comissários
de bordo, piloto e copiloto no momento da queda. A princípio, a companhia havia divulgado o
número de 66 mortos, mas um dos passageiros não conseguiu pegar o voo.

O porta-voz da Aseman  Airlines, Mohammad  Taghi  Tabatabai, disse à TV estatal que todos a
bordo do voo número EP3704 devem estar mortos. A empresa é a terceira maior a operar no
país, atrás da Iran Air e MahanAir, e possui uma frota de 29 aeronaves seis são do modelo que
caiu em Zagros.

Em outubro, a companhia informou que o turbo-hélice ATR-72, que estava havia sete anos
aterrado, voltaria a operar após ser reparado e testado.

A Aseman registrou outro acidente em outubro de 1994, quando um avião da companhia caiu
perto de Natanz, ao sul de Teerã, e deixou 66 pessoas mortas, segundo a Associated Press.

Após décadas de sanções internacionais, a frota iraniana é considerada envelhecida. Só em
2015, após o acordo nuclear com os países do Ocidente, o Irã assinou contratos com a Airbus
e a Boeing para a compra de aviões comerciais e de peças para reparo e manutenção.

A fabricante europeu de aviões ATR, filial conjunta da Airbus e do grupo italiano Leonardo,
afirmou que "as circunstâncias do acidente permanecem desconhecidas.

Em abril de 2017, a empresa fechou venda de 20 aeronaves, no valor de US$ 536 milhões,
com a Iran Air. E a Boeing, com sede em Chicago, assinou acordo de US $ 3 bilhões para
vender 30 aeronaves 737 MAX para a Aseman  Airlines.

INVESTIGAÇÃO

O líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente Hassan Rouhani enviaram mensagens
de condolências às famílias e pediram ao Ministro do Transporte que inicie investigações sobre
o caso.

Familiares dos passageiros foram reunidos em uma mesquita próxima ao aeroporto de
Mehrabad.

O Irã sofreu uma série de grandes desastres de aviação nas últimas décadas. O último grande
acidente no Irã aconteceu em janeiro de 2011, quando um Boeing 727, da Iran Air, tentou um
pouso de emergência durante uma tempestade de neve no noroeste do Irã. O impacto matou
pelo menos 77 pessoas.

Em julho de 2009, um avião de passageiros russo caiu no noroeste do Irã pouco depois de
decolar de Teerã, matando todos os 168 a bordo. Em fevereiro de 2003, no sudoeste do país,
um avião que transportava membros da Guarda Revolucionária caiu nas montanhas do
sudeste do Irã, matando 302 pessoas.

Em fevereiro de 1993, um avião de passageiros iraniano com 132 pessoas a bordo colidiu com
um jato da força aérea, matando todos nos duas aeronaves. 

ACIDENTES

Este foi o segundo acidente aéreo grave neste mês. No último domingo, um avião caiu na
Rússia e deixou 71 mortos. Segundo estudo da Aviation  Safety Network, o ano de 2017 havia
sido o mais seguro da história da aviação comercial. 

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Avião cai no Irã com 66 pessoas e acredita-se que não haja sobreviventes

http://internacional.estadao.com.br/noticias/oriente-medio,aviao-comercial-cai-nas-montanhas-do
-ira,70002194034

Avião faz pouso de emergência para retirar passageiro com gases

http://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,aviao-faz-pouso-de-emergencia-para
-retirar-passageiro-com-gases,70002193297

Demanda aérea doméstica de passageiros sobe 5,7% em dezembro

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,demanda-aerea-domestica-de-passageiros
-sobe-5-7-em-dezembro,70002192171

Operações de busca pela aeronave que caiu no Irã são retomadas

http://internacional.estadao.com.br/noticias/oriente-medio,operacoes-de-busca-pela
-aeronave-que-caiu-no-ira-sao-retomadas,70002194657

 

CORREIO BRAZILIENSE

Teto do salão de embarque do aeroporto de Brasília desaba

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/02/18/interna
_cidadesdf,660586/teto-do-salao-de-embarque-do-aeroporto-de-brasilia-desaba.shtml

 

O ESTADO DE MINAS

Setor de serviços tem queda de 2,8% em 2017

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/17/internas
_economia,938364/setor-de-servicos-tem-queda-de-2-8-em-2017.shtml

Demanda aérea doméstica de passageiros cresce 5,7% em dezembro,
diz Anac

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/16/internas_economia,938238/demanda
-aerea-domestica-de-passageiros-cresce-5-7-em-dezembro-diz-an.shtml

Teto do salão de embarque do aeroporto de Brasília desaba e uma
pessoa fica ferida

https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2018/02/18/interna_nacional,938500/teto
-do-salao-de-embarque-do-aeroporto-de-brasilia-desaba-e-uma-pessoa.shtml

 

AGÊNCIA BRASIL

Parte do teto do Aeroporto de Brasília desaba por causa da chuva

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-02/parte-do-teto-do-aeroporto-de
-brasilia-desaba-por-causa-da-chuva

Número de passageiros em voos domésticos cresce 2,2% em 2017

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-02/numero-de-passageiros-em-voo
s-domesticos-cresce-22-em-2017

Acidente com avião no Irã deixa 66 mortos

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-02/acident
e-com-aviao-no-ira-deixa-66-mortos

 

G1

Teto do salão de embarque do Aeroporto de Brasília desaba e fere um;
veja vídeo 

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/teto-do-salao-de-embarque-do-aeroporto-de
-brasilia-desaba.ghtml

Vídeo mostra momento em que teto do Aeroporto de Brasília desaba

http://g1.globo.com/distrito-federal/videos/v/video-mostra-momento-em-que-teto-do
-aeroporto-de-brasilia-desaba/6513136/

Aeroporto de Guarulhos registra recorde de passageiros em voos
internacionais

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/aeroporto-de-guarulhos-registra-recorde-de
-passageiros-em-voos-internacionais.ghtml

Anac proíbe pousos e decolagens durante a noite no aeroporto de
Ribeirão Preto

https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/anac-proibe-pousos-e-decolagens
-durante-a-noite-no-aeroporto-de-ribeirao-preto.ghtml

Aeroporto de Brasília registra aumento de pousos e decolagens no feriado
de carnaval

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/aeroporto-de-brasilia-registra-aumento-de-pousos
-e-decolagens-no-feriado-de-carnaval.ghtml

 

FANTÁSTICO

Preços muito baixos levam vítimas a caírem em golpe de passagens aéreas

https://globoplay.globo.com/v/6512801/

 

BOM DIA DF

Teto do salão de embarque desaba no Aeroporto JK

https://globoplay.globo.com/v/6513166/

 

DCI

Demanda aérea doméstica de passageiros cresce 5,7% em dezembro,
diz Anac

https://www.dci.com.br/economia/demanda-aerea-domestica-de-passageiros-cresce-5-7-em
-dezembro-diz-anac-1.684299

Aéreas brasileiras transportaram 2,9% passageiros a mais em 2017

https://www.dci.com.br/servicos/aereas-brasileiras-transportaram-2-9-passageiros-a-mais
-em-2017-1.684553

Número de passageiros avança 2,9%

https://www.dci.com.br/servicos/numero-de-passageiros-avanca-2-9-1.684527

 

PANROTAS

Norwegian: voos low-cost Brasil-Reino Unido nos planos

http://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2018/02/norwegian
-voos-low-cost-brasil-reino-unido-nos-planos_153374.html?lista

Air India à venda: aérea deve ser adquirida até final do ano

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/investimentos/2018/02/air-india
-a-venda-aerea-deve-ser-adquirida-ate-final-do-ano_153372.html?lista

Com Neves, Abílio Martins também assume Vendas na Tap

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/movimentacao/2018/02/com-neves
-abilio-martins-tambem-assume-vendas-na-tap_153368.html?lista

 

MERCADO E EVENTOS

Pontualidade do Aeroporto de Brasília atingiu 93% no carnaval

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/pontualidade-do-aeroporto
-de-brasilia-atingiu-93-no-carnaval/

Latam Brasil recomenda atenção ao fim do horário de verão

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-brasil-recomenda
-atencao-ao-fim-do-horario-de-verao/

Latam reduz tarifas Premium Business para voos a Joanesburgo

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-reduz-tarifas-premiu
m-business-para-voos-a-joanesburgo/

Aéreas brasileiras transportam 98,9 milhões de passageiros em 2017

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aereas-brasileiras-transportam-989
-milhoes-de-passageiros-em-2017/

Nova aeronave da Boeing terá que ter preço competitivo, diz CEO da AerCap

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/nova-aeronave-da-boeing-tera-que-ter-preco
-competitivo-diz-ceo-da-aercap/

Delta Vacations expande sua presença global com o Hilton Hotels & Resorts

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/delta-vacations-expande-sua-presenca-global
-com-o-hilton-hotels-resorts/

 

VALOR

Congonhas voltará a ter operações internacionais 

Por Daniel Rittner | De Brasília

O aeroporto de Congonhas (SP), segundo mais movimentado do país, voltará a receber voos
internacionais. Uma experiência-piloto será conduzida pela Infraero entre os dias 9 e 18 de
março, um pouco antes da abertura e um pouco depois do encerramento do Fórum Econômico
Mundial, cuja versão latino-americano foi marcada para a capital paulista. 

As operações vão se restringir exclusivamente a jatinhos de empresários. A Receita e a Polícia
Federal já concordaram em montar seus postos de imigração e de inspeção aduaneira pelo
prazo determinado, segundo a Infraero. 

Depois disso, o objetivo é tornar permanente a internacionalização de Congonhas para voos
executivos, o que não acontece há dez anos. "Hoje um empresário estrangeiro que venha para
uma reunião de negócios em São Paulo só pode pousar em Guarulhos ou em Viracopos",
afirma o presidente da estatal, Antônio Claret. 

De acordo com ele, não se planeja estender a chegada ou a partida de voos internacionais
para a aviação comercial. Mas é preciso aproveitar melhor a vocação de Congonhas, que tem
"provavelmente o metro quadrado mais caro" do Brasil, observa. 

Por isso, a Infraero acaba de livrar uma área de quase 7 mil metros quadrados no segundo
andar do saguão central, que fica acima da entrada para as salas de embarque. Todos os
funcionários que não cuidam diretamente da operação aeroportuária serão realocados, porque
se trata de espaço nobre, que pode ser usado para bares, lanchonetes ou escritórios
compartilhados.

Congonhas gera lucro de R$ 280 milhões a R$ 300 milhões para a Infraero (o valor exato não
é divulgado) e representa o maior superávit de sua rede. O governo havia incluído o aeroporto
na lista de concessões para 2018, mas voltou atrás. "Seria um desastre total para o futuro da
empresa", diz Claret. Segundo ele, outras iniciativas para aumentar a rentabilidade estão
previstas, como a relicitação do estacionamento nos próximos meses.

 

Gol, Avianca e Azul avançam e Latam perde mercado nacional em 2017 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  As companhias aéreas Gol, Azul e Avianca apresentaram crescimento para
demanda e participação de mercado na aviação doméstica brasileira ao longo de 2017 em
passageiros-quilômetros transportados (RPK, na sigla em Inglês), segundo dados divulgados
nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), enquanto a Latam perdeu
tráfego e fatia de mercado.

A Gol, líder na aviação doméstica brasileira, cresceu 3,8% em tráfego medido em RPK,
ganhando 0,5% de participação e fechando o ano com 36,2% de mercado. 

A vice-líder Latam teve retração de 3,2% na demanda, perdendo ao longo do ano 6,2% de
participação, fechando 2017 com 32,6%. 

A terceira colocada Azul cresceu 7,9% em tráfego doméstico ao longo de 2017, elevando a a
fatia de 17,1% para 17,8%, ou 4,5% de incremento. 

E a Avianca apresentou em 2017 crescimento de 16,4% no tráfego medido em RPK, elevando
a participação de mercado de 11,5% para 12,9%. 

Em número de passageiros, a Gol transportou 30,411 milhões de pessoas em 2017, aumento
de 0,5% sobre 2016. A Latam fez 28,1 milhões de embarques, retração de 2%. A Azul
atendeu 20,7 milhões de clientes, incremento de 6,5%, enquanto a Avianca vendeu
10,6 milhões de bilhetes, ou 15,7% mais que em 2016. 

Todas as quatro principais companhias aéreas brasileiras tiveram ganhos no indicador que
mede a taxa média de ocupação ao longo de 2017. A Gol elevou esse indicador de 77,9%
para 80,2%; a Latam, de 82,2% para 82,5%; a Azul, de 78,4% para 80,3%; e a Avianca, de
83,9% para 85,2%.
 

 

Tráfego aéreo de passageiros sobe 3,2% no mercado interno em 2017 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  (Atualizada às 11h36) O tráfego na aviação doméstica brasileira medido em
passageiros-quilômetros transportados (RPK, na sigla em Inglês) cresceu 5,7% em dezembro
do ano passado sobre igual mês de 2016, fechando o ano com variação positiva de 3,2% em
relação ao exercício anterior, informou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

Em termos de capacidade, apurada em assentos-quilômetros disponíveis (ASK), a aviação
 doméstica brasileira teve crescimento de 3,2% em dezembro e de 1,4% no acumulado do ano. 

Em 2016, a demanda medida em RPK havia recuado 5,7% e a oferta em ASK, diminuído em
5,9%. 

A taxa de aproveitamento dos assentos das aeronaves nos voos domésticos em dezembro foi
de 83,2%, o que representou alta de 2,4 pontos percentuais frente ao mesmo mês do ano
anterior. O indicador alcançou o maior nível para dezembro na série histórica iniciada em 2000. 

No acumulado dos 12 meses, a taxa de aproveitamento foi de 81,5%, com variação positiva de
1,8 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2016 e também um recorde anual,
considerada a série histórica iniciada em 2000. 

Segundo a Anac, as empresas aéreas brasileiras transportaram, em voos domésticos e 

internacionais, um total de 98,98 milhões de passageiros pagos em 2017. O número
representa uma elevação de 2,93% em relação aos 96,16 milhões de passageiros pagos que
usaram o transporte aéreo em 2016. 

Internacional 

As companhias aéreas brasileiras registraram no acumulado de 2017 crescimento de 12%,
em comparação com igual período de 2016, na demanda internacional em termos de RPK
(passageiros-quilômetros transportados). No período, a oferta avançou 10,6% em ASK
(assentos-quilômetros ofertados), segundo a Anac. 

Em dezembro, o indicador de demanda apresentou aumento de 10,5%, sendo o 15º mês
consecutivo de alta, enquanto a oferta cresceu 11,7%, o 14º aumento seguido. No mês, foram
transportados 776 mil passageiros pagos em voos internacionais por empresas brasileiras,
maior nível para o período na série histórica iniciada em 2000. 

Na participação do mercado internacional entre as empresas aéreas brasileiras, a Latam
alcançou 67% do RPK para o mês de dezembro de 2017, tendo registrado baixa de 5,8% em
sua demanda. 

A Azul obteve 15,9% de participação e 61,1% de crescimento no RPK em comparação ao
mesmo mês de 2016, enquanto a Gol alcançou a fatia de 11,2% (com aumento de 19,5% no
RPK). 

A Avianca foi a quarta empresa aérea nesse mercado, passando de uma participação
praticamente nula até maio de 2017 para 5,9% da demanda internacional de passageiros em
dezembro. 

A taxa de aproveitamento de assentos nos voos internacionais no último mês do ano foi de
82,9%, o que representou redução de 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo
período anterior. Foi a quinta baixa consecutiva do indicador após sequência de 14 meses de
alta. 

Mas, ao considerar o ano de 2017 como um todo, o indicador acumulou alta de 1,3 ponto
percentual na comparação com 2016, atingindo o patamar de 84,8%, maior nível anual da
série histórica iniciada em 2000. 

Frete 

Tanto nas rotas domésticas quanto na internacionais, as companhias aéreas brasileiras
transportaram volume maior de cargas em dezembro, encerrando 2017 também com variações
positivas.  

No mercado doméstico, o total atingiu 42.525 toneladas no último mês do ano, o que
representou crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período anterior — a quinta alta
consecutiva. Entre janeiro e dezembro, houve crescimento acumulado de 1,8% no total de
cargas transportadas em voos domésticos em relação a 2016, atingindo 426,1 mil toneladas. 

Nos voos internacionais, a alta foi de 21,4% no total de carga transportado, para 23.232
toneladas, em dezembro — a oitava alta consecutiva — e o maior nível para o indicador desde
o início da série histórica iniciada em 2000. Em 2017, a carga transportada em voos
internacionais pelas empresas brasileiras foi de 226,7 mil toneladas, representando um
aumento de 23,4% na comparação com 2016, também um recorde.

No doméstico, a Latam Cargo respondeu por 36,8% do mercado, ante 37,8% em 2016. A
vice-líder de mercado no frete aéreo interno foi a Gol, com 23% de participação, ante 21,6%
em 2016. A Avianca deteve 12,8% (11,8% em 2016), seguida pela Azul, com 9,5% (7,7% em
2016). Sideral, com 13,4% e Total, com 4,2%, foram outras aéreas cargueiras que se
destacaram em 2017, segundo a Anac.

Já no frete aéreo internacional, a Latam Cargo dominou 84,5% do mercado — entre as
brasileiras —, seguida por Avianca (7,5%), Azul (6,9%) e Gol (1,1%). 

 

O esforço para reduzir emissões da aviação 

Por Pedro Soares 

Pense: um avião comercial decola em São Paulo e aterrissa em Londres. Para cumprir o
trajeto, queima combustível fóssil, produzindo emissões que, idealmente, precisam ser
compensadas. Mas por quem e de que maneira? O fato é que as emissões dos voos
comerciais internacionais não estão territorialmente vinculadas - ou seja, no caso do exemplo,
não constituem ônus climático nem para o Brasil nem para a Inglaterra. Sua compensação
cabe às próprias companhias aéreas, que respondem hoje por 2% das emissões mundiais,
suficientes para colocar o setor no mesmo patamar de emissões das dez economias mundiais
maiores geradoras de gases de efeito estufa (GEE).

Pior, se nada for feito, a aviação civil internacional é séria candidata à pole position dos maiores
emissores do planeta em 2050, quando o aumento das viagens aéreas internacionais levará o
setor a produzir um quinto das emissões globais. 

Em um exemplo de boa prática de autorregulação, representantes da aviação civil internacional
vêm desde 2016 discutindo mecanismos para compensação das emissões geradas pelo
previsível crescimento da demanda por voos internacionais. O objetivo, entre 2020 e 2035, é
não apenas reduzir o máximo de emissões, mas também compensar tudo o que exceda o
patamar atingido na virada da década - é o chamado "crescimento carbono neutro pós 2020".

Materiais de fuselagem mais leves, uso de biocombustíveis e mudanças operacionais, como
redução do tempo de taxiamento, são algumas saídas técnicas para a redução de emissões,
mas exigem adaptações que não se fazem da noite para o dia. Se quiser zerar o inevitável
aumento de emissões, o setor precisará utilizar também mecanismos alternativos de
compensação, como a compra de créditos nos mercados de carbono.

Para regular as compensações, a Organização da Aviação Civil Internacional (Icao) criou um
Esquema de Compensação e Redução de Emissões da Aviação Civil Internacional (Corsia,
na sigla em inglês). O funcionamento do mercado de carbono que irá complementar ações
internas de redução de emissões a partir de 2020 foi o tema que atraiu a Montreal grande
presença de negociadores e representantes de instituições da sociedade civil de diferentes
países, entre os dias 7 e 9 de fevereiro deste ano.

Projeções da Icao preveem a necessidade de compensar em torno de 2,5 bilhões de
toneladas de GEE resultantes do aumento de voos internacionais - é praticamente o mesmo
que o Brasil emitiu em 2016. Tal demanda, deverá canalizar cerca de US$ 12 bilhões para a
compra de créditos de carbono nos próximos 15 anos. 

Até o momento, 72 países já aderiram ao Corsia. O Brasil não é um deles e acena que só
participará da terceira fase do programa, a partir de 2027. As duas primeiras etapas, que vão
de 2021 a 2023 e de 2024 a 2026, são de participação voluntária. Depois, a dobradinha
redução/compensação torna-se mandatória até 2035. 

Considerando as oportunidades e benefícios que esse novo mercado de carbono pode trazer,
causa estranheza que o Brasil ainda não esteja à mesa de negociações, esforçando-se para
um engajamento amplo das companhias aéreas brasileiras no acordo. No passado recente, o
país já perdeu grandes oportunidades quando gerou a maior redução de emissões do mundo
(ao diminuir em mais de 80% o desmatamento na Amazônia) e captou somente 6% dos
aportes a que teria direito.

É verdade que o desmatamento amazônico voltou a crescer, gerando a perda de 6,5 mil km2
de florestas no último ano. E, sim, a região segue amargando uma participação ínfima de 8%
no PIB nacional, embora responda por mais de 50% das reduções de emissões brasileiras.
Mas a floresta continua sendo um capital valioso e sua conservação, combinada com o
desenvolvimento de atividades sustentáveis, pode atrair parcela significativa dos investimentos
do Corsia para a região. Além de complementar o aporte internacional para o combate ao
desmatamento (que ainda se configura como a principal fonte de emissão de gases de efeito
estufa no Brasil), esses recursos podem ser canalizados para o estabelecimento de novos 

modelos produtivos, que tragam benefícios sociais e econômicos para comunidades da
floresta e produtores locais.

Sim, a adesão ao Corsia gerará custos para as companhias aéreas brasileiras, que passariam
a compensar suas emissões adicionais após 2020. Projeções recentes da organização
americana Environmental Defense Fund (EDF) estimam que o aumento médio nas tarifas
aéreas internacionais, caso o Brasil se integre ao Corsia desde a primeira fase, seria de
apenas US$ 4 a US$ 5 - valores que seriam convertidos em apoio a projetos de reduções de
emissões e de promoção do desenvolvimento sustentável.

Os negociadores brasileiros no Corsia, no entanto, defendem que sejam elegíveis para o
recebimento de recursos das companhias aéreas apenas projetos enquadrados no âmbito do
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), criado dentro do Protocolo de Kyoto. Parecem
esquecer que a conservação das florestas amazônicas poderia gerar um ativo imediato, por
meio do mecanismo de REDD+ (Reduções de Emissões por Desmatamento e Degradação
Florestal), alavancando recursos na escala necessária ao desafio de promover, na Amazônia,
 um novo modelo de desenvolvimento social e econômico que não dependa de novos
desmatamentos.

Mas os ganhos não vão cair do céu. Os negociadores brasileiros precisam sentar à mesa da
Icao e sinalizar abertura ao REDD+ e apoio a que as companhias aéreas nacionais assumam
precocemente seu quinhão no esforço de mitigar os efeitos do aquecimento global e contê-lo a
um máximo de 2 °C até o final do século. O embarque nessa empreitada é imediato e tem
como destino a construção de um mundo ambientalmente mais tolerável para as gerações
futuras.

Pedro Soares é gerente do Programa de Mudanças Climáticas e REDD+ do Instituto de
Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) 

 

 

 


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