Clipping

13/03/18

CLIPPING 13/03/2018

O GLOBO

Pelo menos 49 pessoas morrem após queda de avião no Nepal

https://oglobo.globo.com/mundo/pelo-menos-49-pessoas-morrem-apos-queda-de
-aviao-no-nepal-22479376#ixzz59cPQa9S1
 

Piloto relatou 'problema técnico' antes de queda de avião que matou
11 no Irã

https://oglobo.globo.com/mundo/piloto-relatou-problema-tecnico-antes-de-queda-de-aviao
-que-matou-11-no-ira-22479378

 

JORNAL DO BRASIL

Passageira filma homem se masturbando em voo entre Minas e SP

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018/03/12/passageira-filma-homem-se-masturbando
-em-voo-entre-minas-e-sp/

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Passageira filma homem se masturbando em voo entre Minas e SP

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,passageira-filma-homem-se-masturbando-em
-voo-entre-minas-e-sp,70002224150

 

CORREIO BRAZILIENSE

Projetos ousados para o Aeroporto de Brasília não saíram do papel

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/03/13/interna_cidadesdf
,665642/projetos-ousados-para-o-aeroporto-de-brasilia-nao-sairam-do-papel.shtml

Jovem filma homem se masturbando em voo e denuncia caso nas
redes sociais

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/03/12/interna-brasil,665621/
jovem-filma-homem-se-masturbando-em-voo.shtml

 

O ESTADO DE MINAS

Passageira filma homem se masturbando em voo entre Minas e SP

https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2018/03/12/interna_nacional,943582/

passageira-filma-homem-se-masturbando-em-voo-entre-minas-e-sp.shtm

 

AGÊNCIA BRASIL

Parentes de vítimas de acidente aéreo chegam ao Nepal

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-03/parentes-de
-vitimas-de-acidente-aereo-chegam-ao-nepal

Avião de companhia aérea de Bangladesh cai ao pousar no Nepal

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-03/aviao-de-companhia-aerea
-de-bangladesh-cai-ao-pousar-no-nepal

 

G1

Avião com 71 a bordo cai e deixa 49 mortos em aeroporto do Nepal

https://g1.globo.com/mundo/noticia/aviao-cai-em-aeroporto-do-nepal.ghtml

Buraco em pista de aeroporto faz todos os voos da Azul serem cancelados
em cidade de Rondônia

https://g1.globo.com/ro/cacoal-e-zona-da-mata/noticia/buraco-em-pista-de-aeroporto-faz-todos
-os-voos-da-azul-serem-cancelados-em-cidade-de-rondonia.ghtml

Caminhão que abastecia avião da Gol pega fogo no aeroporto de São Luís

https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/caminhao-que-abastecia-aviao-pega-fogo-no-aeroporto
-de-sao-luis.ghtml

Caixa preta de avião que caiu no Nepal é encontrada; empresa defende piloto

https://g1.globo.com/mundo/noticia/caixa-preta-de-aviao-que-caiu-no-nepal-e-encontrada-empresa
-defende-piloto.ghtml

 

JMTV 2ª EDIÇÃO

Caminhão pega fogo em aeroporto de São Luís

http://g1.globo.com/ma/maranhao/jmtv-2edicao/videos/v/caminhao
-pega-fogo-em-aeroporto-de-sao-luis/6573170/

 

PANROTAS

AA muda horário dos voos entre Belo Horizonte e Miami

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/novas-rotas/2018/03/aa-muda
-horario-dos-voos-entre-belo-horizonte-e-miami_153986.html?lista

Boeing tem poder de caixa para comprar Embraer, diz CEO

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/investimentos/2018/03/boeing
-tem-poder-de-caixa-para-comprar-embraer-diz-ceo_153981.html?lista

Qatar Airways anuncia patrocínio ao Bayern de Munique

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/parcerias/2018/03/qatar-airways
-anuncia-patrocinio-ao-bayern-de-munique_153977.html?lista

Após ano mais seguro, 2º queda fatal de 2018 mata 50

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/curiosidades/2018/03/apos
-ano-mais-seguro-2o-queda-fatal-de-2018-mata-50-_153969.html?lista

Com novas rotas em 2018, Azul reforça presença em Recife

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/empresas/2018/03/com-novas-rotas
-em-2018-azul-reforca-presenca-em-recife_153953.html?lista

Iata projeta dobro de passageiros na Am. Latina em 2035

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/pesquisas-e-estatisticas/2018/03/
iata-projeta-dobro-de-passageiros-na-am-latina-em-2035_153956.html?lista

Ministro nega privatização da Aerolíneas e alfineta Kirchner

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/empresas/2018/03/ministro-nega

-privatizacao-da-aerolineas-e-alfineta-kirchner_153945.html?lista

 

MERCADO E EVENTOS

British Airways inicia embarque por biometria facial em Orlando

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/british-airways-inicia-embarque
-por-biometria-facial-em-orlando/

Qatar Airways passa a patrocinar Bayern de Munique

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/qatar-airways-passa
-a-patrocinar-bayern-de-munique/

 

JORNAL DE TURISMO

Aeroporto da Pampulha recebe equipamento de auxílio à aproximação
de aeronaves

https://www.jornaldeturismo.tur.br/aviacao/80620-aeroporto-da-pampulha-recebe-equipamento
-de-auxilio-a-aproximacao-de-aeronaves.html

 

VALOR

Apps buscadores de viagens indicam alta de 50% na demanda em 2018 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  Os principais buscadores de viagens que atuam no Brasil -- Kayak,
Skyscanner e Voopter -- reforçam o cenário de retomada da demanda por viagens no país e
projetam crescimentos acima de 50% em 2018. 

Segundo o Kayak, empresa controlada pela Priceline, maior operadora on-line de viagens do
mundo -- dona de marcas como Booking --, houve 48% mais buscas por passagens aéreas
para viagens no primeiro bimestre de 2018 em relação ao primeiro bimestre de 2017. 

"O cenário para este ano é de crescimento", afirma diz Eduardo Fleury, diretor para Brasil da
Kayak. Segundo ele, além da reação da demanda por viagens no país, a participação dos
buscadores na compra de turismo do brasileiro ainda tem espaço para avançar. 

Dados citados por executivos do setor indicam que o número de brasileiros que visitam ao
menos um comparador de preços em alguma etapa do planejamento ou da compra de
passagem aérea, diária de hotel ou pacote de turismo cresceu de 3 milhões, em 2015, para
15 milhões, em 2017. Nesse mesmo período, os internautas que utilizam um site para suas
viagens -- agência, companhia aérea, hotel, buscador etc -- subiu de 38 milhões para
48 milhões.

O Kayak não descarta voltar a recorrer a aquisições para acelerar a expansão. No ano
passado, a companhia comprou a concorrente Momondo e os ativos -- incluindo marca -- da
brasileira Mundi. "Nosso plano de negócio é baseado no crescimento orgânico [operacional],
mas não descartamos estudar oportunidade de aquisição", afirma Fleury. "Queremos seguir
crescendo mais que o mercado." O executivo não revela dados de faturamento local.

A concorrente local do Kayak, a brasileira Voopter, diz que triplicou a base de clientes em
2017, para 600 mil pessoas cadastradas, e que chegou a receber 3 milhões de visitas por
mês. Segundo o presidente e um dos sócios da empresa, Petterson Paiva, 80% da demanda
que trafega no site da empresa é referente a buscas por destinos domésticos. 

O aplicativo nacional de comparação de preços de passagens aéreas registrou receita líquida
de R$ 4 milhões em 2017, um aumento de 250% ante o ano anterior. Nesse mesmo período,
o aplicativo alcançou o ponto de equilíbrio do investimento feito a partir de 2010 e agora o
objetivo é ganhar escala. 

Segundo Paiva, a meta é atingir R$ 10 milhões de faturamento em 2018. "Estamos
conversando com fundos de investimento, negociando novos aportes para acelerar a
expansão", disse o executivo, que pretender ampliar gastos com tecnologia e marketing neste
ano. 

A maior parte da remuneração da Voopter e de seus concorrentes é gerada por cliques -- cada
vez que um usuário clica em uma oferta e é redirecionado para a página do fornecedor
(companhia aérea, por exemplo), para fechar a compra. 

"Percebemos em 2017 um crescimento de 70% na demanda por viagens levando em conta o
tráfego em nossa plataforma", afirma o gerente-geral de operações para Américas da
Skyscanner, Juliano Lopez. Segundo ele, o brasileiro está viajando mais este ano, em uma
tendência alimentada pela volta da procura por destinos estrangeiros, que voltou a crescer. 

"Dos dez destinos mais procurados por brasileiros este ano, seis são fora do país", disse o
executivo do site de buscas por viagens que em 2016 foi comprado pelo grupo chinês Ctrip por
US$ 1,7 bilhão. 

Segundo dados da Skyscanner, a demanda por viagens domésticas cresceu 41,1% em termos
de buscas por passagens feitas em janeiro deste ano ante igual mês de 2017. Os destinos que
aparecem como os de maior incremento nas pesquisas são Chile, com variação positiva de
67%, e Portugal, com 51%. 

Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que
representa Gol, Latam, Azul e Avianca, 8,7 milhões de passageiros foram transportados em
janeiro, volume 2,3% maior que no ano passado, o 12º mês seguido de crescimento do setor.
Já a demanda por transporte internacional nas aéreas brasileiras cresceu 12% nessa base de
comparação.

O cenário de demanda em elevação levou o Brasil a ser escolhido como um dos mercados
para iniciar integração de ferramentas da Ctrip no Skyscanner, disse Lopez. Ele cita o
lançamento do aplicativo de serviços de viagens com conteúdo no país, em 2018. 

Também em levantamento do Kayak, sete dos dez destinos em alta este ano entre os
brasileiros são internacionais, dos quais seis são latino-americanos. 

Tarifas mais baratas 

Segundo dados apurados por buscadores, dependendo da data da compra e do embarque,
uma viagem pode ficar de 10% a 30% mais barata, dependo desses critérios. 

Levantamento feito pela Expedia -- segunda maior operadora on-line de viagens do mundo e
dona do Trivago --, o turista brasileiro para a maioria dos voos em cabines econômicas,
domésticos ou internacionais, as tarifas mais baratas são as reservadas no domingo (13% 

mais barato que a média do dia mais caro). Já as mais caras são compradas na sexta-feira
(15% mais caro que a média do dia mais barato). 

Para tarifas premium -- que abrange primeira classe ou business --, sábados e domingos são
os melhores dias para reservar. 

Já em termos de dia para embarcar, a jornada internacional em cabine econômica tende a ser
mais em conta se o voo decola em uma quinta-feira, que é em média 13% mais barato que a
média do dia mais caro. O dia mais caro é o domingo, ou 15% mais caro que a média do dia
mais barato. 

Já o dia mais barato para o início de uma jornada pelo Brasil, também em cabine econômica,
é o sábado, que tende a ser 13% mais barato que a média do dia mais caro. Já o voo no
domingo é 15% mais caro que a média do dia mais barato. 

O estudo ARC - Relatório sobre tendências de viagens para 2018 também analisou as
melhores datas de embarques para destinos específicos saindo do Brasil. Para Buenos Aires,
Miami e Santiago, por exemplo, a quinta-feira é a data mais econômica, enquanto para quem
viaja a Orlando e Nova York, nos Estados Unidos, o melhor dia para fechar a reserva é a
terça-feira.

"Nossos algorítimos analisam aproximadamente 19 quadrilhões de itinerários de voos em
potencial e filtram as opções mais relevantes para cada jornada", disse Otavio Calixto, diretor
de estratégia e desenvolvimento de negócios para a América Latina sobre o levantamento. 

 

Compromisso da área de aviação demanda aportes de até R$ 5,6 bi 

Por Camila Souza Ramos | De São Paulo 

Prevista pelo governo federal para 2026, a entrada do Brasil no Esquema de Compensação e
Redução para a Aviação Internacional (Corsia) - compromisso internacional de redução de
emissões de gases de efeito estufa pela aviação - demandará investimentos em
biocombustíveis que poderão variar de US$ 1,6 bilhão a US$ 5,6 bilhões. A conclusão é de
um estudo conduzido pelo Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia de Bioetanol (CTBE),
apoiado pela Embraer e pela Boeing.

O Corsia obriga os países signatários a elevarem a eficiência energética de suas aeronaves
em 1,5% ao ano até 2020, manter estáveis suas emissões no setor a partir de 2020 e, a partir
de 2050, cortar pela metade as emissões com relação ao patamar de 2005. A regra se aplica
apenas a voos internacionais. 

Atualmente, os biocombustíveis para aviação só podem ser usados se misturados em até 50%
com os fósseis, porque eles não garantem sozinhos a vedação de componentes internos das
aeronaves. 

Das três formas de produzir esses biocombustíveis, a que demandaria menos investimentos é
a que utiliza o etanol como matéria-prima. A partir dele seria produzido o isobutanol e, depois,
um hidrocarboneto. Essa "rota" de investimento demandaria a construção de cinco
biorrefinarias, por cerca de US$ 1,5 bilhão. 

Uma alternativa seria o uso do óleo de macaúba - bastante cultivado em Minas Gerais e no
Ceará - para produzir o hidrocarboneto. Com o uso exclusivo dessa matéria-prima, seriam
necessários US$ 1,6 bilhão para erguer três biorrefinarias. 

O investimento mais caro seria para construir biorrefinarias que fariam a "gaseificação" da
cana e do eucalipto - processo que transforma a matéria-prima em hidrocarbonetos através da
alterações na temperatura e na pressão. Esse caminho demandaria aportes de
US$ 5,6 bilhões para erguer 16 biorrefinarias - cada uma com capacidade de processar 4
milhões de toneladas de cana por ano.

A vantagem da gaseificação é que ela é a opção com a menor pegada de carbono, explica
Bruno Colling Klein, analista do CTBE. 

Para alcançar uma redução de 5% das emissões, a área de cultivo para abastecer uma usina
de gaseificação com eucalipto e cana seria de 158 mil hectares, enquanto uma usina que
utiliza óleo de soja demandaria uma expansão de área de 1,3 milhão de hectares. "A soja tem
produtividade de óleo muito baixa, demanda uma área maior", explica Klein. Outra vantagem
é que essas usinas também obteriam receita com a venda de etanol, oferecendo melhor
retorno, diz.

 

MaxMilhas prevê alta de 150% na venda de passagens aéreas 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  A oposição das maiores empresas de fidelidade no país não intimida a
MaxMilhas, maior agência de viagens do país na venda de passagens aéreas emitidas com
milhas de terceiros. Fundada em 2013, a plataforma, que tem registrado a cada ano um
movimento superior ao acumulado nos exercícios anteriores, projeta fechar 2018 com
crescimento entre até 150%.

“Em 2016, emitimos o equivalente a R$ 100 milhões em bilhetes. Esse valor cresceu para
R$ 300 milhões, no ano passado, e este ano deve ficar entre R$ 675 milhões e
R$ 750 milhões”, disse o controlador e presidente da MaxMilhas, Max Oliveira. 

A MaxMilhas é uma agência de viagens que emite bilhetes a partir do uso de milhas de
participantes de programas de fidelidade de companhias aéreas que querem vender seus
pontos. A plataforma cobra uma taxa pela intermediação, sua fonte de receita. Segundo
Oliveira, a margem operacional é da ordem de “dois dígitos, acima de 20%”. 

Em outubro do ano passado, a Associação Brasileira das Empresas de Fidelidade (Abemf)
lançou um código de autorregulação para coibir a prática de compra e venda de pontos e
milhas de participantes dos programas de fidelidade para terceiros. A Abemf representa a
Dotz, LTM, MasterCard, Multiplus, Netpoints, Smiles, TudoAzul e Visa. 

Segundo a entidade, 108 milhões de brasileiros cadastrados em programas de fidelidade no
país resgataram 50 bilhões de pontos/milhas no terceiro trimestre do ano passado — dado
público mais recente —, dos quais 76% em resgates de passagens aéreas. 

O artigo 25 do Código de Autorregulação da entidade determina que “é expressamente
proibida a comercialização, pelo participante, dos pontos/milhas oferecidos pelas associadas,
sob qualquer forma, incluindo, mas não se limitando, às hipóteses de compra, venda, cessões,
doações, sucessão, herança, permuta ou qualquer outra forma de transferência gratuita ou
onerosa de pontos/milhas”.

Oliveira, da MaxMilhas, diz que seu negócio apenas permite aos participantes que não têm
desejo de usar as milhas em viagens colocar esses ativos no mercado. Isso gera tráfego para
as companhias aéreas e maior engajamento para os próprios programas de fidelidade. 

“Nossas pesquisas mostram que um terço dos nossos usuários não viajaria se não comprasse
a passagem em nosso site, onde os preços são, em média, 38% mais baratos que nas
companhias aéreas”, diz o executivo. Ele afirma que 92% das passagens emitidas na
plataforma são para destinos domésticos. 

O empresário afirmou que a empresa fechou 2017 com 170 funcionários, ante 63 um ano
antes. “Estamos contratando e devemos fechar o ano com 280 pessoas, a maior parte nas
áreas de tecnologia e comercial”, disse Oliveira. 

O plano da empresa em 2018 é aumentar o leque de produtos. A plataforma vai começar a
vender outros serviços. “Somos um meio termo entre uma OTA [agência on-line de turismo] e
um buscador. Queremos dar mais alternativas para o turista”, disse o presidente da MaxMilhas.
Ele pretende passar a oferecer mais comparativos de preços e venda de produtos como
diárias de hotéis e locação de veículos.

 

HNA, sócia da Azul, reestrutura participações em aéreas na China 

Por João José Oliveira | Valor, com agências internacionais 

SÃO PAULO  -  O grupo chinês HNA anunciou reestruturações ao longo da semana passada
que envolvem participações acionárias em companhias aéreas da holding na China. 

A HNA transferiu para a própria controlada Hainan Airlines — que é a quarta maior empresa
aérea chinesa — as ações que detinha nas companhias regionais chinesas de baixo custo
West Air e Guilin Airlines, além das fatias que possuía na HNA Aviation Technology, Hainan
Tianyu Flight Training, Haihang Hotel Holding e na SR Technics. 

A reestruturação do grupo HNA busca reduzir o endividamento da controladora, que gastou
cerca de US$ 50 bilhões em aquisições nos últimos dois anos, incluindo compras de
participações no Deutsche Bank, na firma de leasing Avalon e na rede hoteleira Hilton. 

Nesta segunda-feira, a Park Hotels & Resorts, empresa imobiliária dona de várias
propriedades em que funcionam hotéis da bandeira Hilton nos Estados Unidos, informou que
uma controlada do grupo chinês HNA vendeu a participação acionária que detinha na
incorporadora americana. 

Entre os investimentos que o grupo HNA tem fora da China, está uma fatia 22,7% de ações
preferenciais da Azul, sem direito a voto, após aporte de US$ 450 milhões em 2015 da
companhia aérea Azul. 

Em entrevista ao Valor na primeira semana de janeiro, o presidente da Azul, John Rodgerson,
disse que havia recebido dos executivos do HNA a informação que os chineses não querem
se desfazer de parte das ações da Azul. 

 

 


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