Clipping

08/03/18

CLIPPING 08/03/2018

O GLOBO

Viracopos negocia venda de participação da UTC

https://oglobo.globo.com/economia/viracopos-negocia-venda-de-participacao-da-utc-22466314

Nova tempestade cancela mais de mil voos em Nova York

https://oglobo.globo.com/mundo/nova-tempestade-cancela-mais-de-mil-voos
-em-nova-york-22464290#ixzz5995jUDUH
 

Gol tem lucro de R$ 63 milhões no quarto trimestre de 2017

https://oglobo.globo.com/economia/gol-tem-lucro-de-63-milhoes-no-quarto
-trimestre-de-2017-22464037#ixzz5995r02R9
 

Senado aprova acordo que acaba com limite de voos entre Brasil e EUA

https://oglobo.globo.com/economia/senado-aprova-acordo-que-acaba-com-limite-de-voos-entre
-brasil-eua-22465668#ixzz5995y1GA5
 

 

JORNAL DO BRASIL

Senado aprova acordo de 'céus abertos' entre Brasil e EUA

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2018/03/07/senado-aprova-acordo-de-ceus
-abertos-entre-brasil-e-eua/

Iata: fluxo de passageiros em rota internacional pode subir 47%
com Céus Abertos

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2018/03/07/iata-fluxo-de-passageiros-em
-rota-internacional-pode-subir-47-com-ceus-abertos/

Latam comemora aprovação do Acordo de Céus Abertos entre Brasil e EUA

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2018/03/07/latam-comemora-aprovacao-do-acordo-de
-ceus-abertos-entre-brasil-e-eua/

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Tempestade de neve cancela centenas de voos e trava circulação em NY

Silas Martí

NOVA YORK

Os nova-iorquinos já se preparavam para a primavera no fim do mês, mas a segunda grande
tempestade deste inverno virou as esperanças do avesso. Uma mistura pesada de chuva,
neve e trovões aos poucos castiga a maior metrópole americana.

Quase 30 cm de neve devem se acumular sobre as ruas e avenidas da cidade até o fim de
mais um vendaval glacial, com ventos que podem chegar a 100 km por hora. Metade dos voos
nos três aeroportos que servem a cidade –JFK, LaGuardia e Newark– foram cancelados e os
trens que ligam Nova York a outras cidades da região operam com grandes atrasos.

Os painéis luminosos de LaGuardia, onde quase 600 voos foram suspensos, brilhavam em
vermelho com a palavra “cancelado” piscando enquanto uma multidão de passageiros
aguardava notícias.

No JFK, houve mais de 500 cancelamentos, enquanto Newark teve mais de 700.

“Essa é uma neve pesada e molhada, então é mais problemática ainda”, disse o governador
Andrew Cuomo. “Vai piorar ao longo do dia. O termo técnico que estamos usando para
descrever a situação é que o estado vai virar uma bagunça”, ironizou.

O caos, no entanto, não afetou a hora do rush da manhã porque só no início da tarde desta
quarta é que a tempestade engrossou, podendo provocar mais transtornos até a manhã de
quinta (8). Quase 2.000 caminhões equipados com pás circulam pelos cinco distritos de Nova
York para remover o excesso de neve que já atrapalha o trânsito e dificulta o deslocamento de
trens e metrô.

Há uma semana, um misto de chuva e neve semelhante atingiu a cidade, mas não causou
grandes problemas na região metropolitana a não ser guarda-chuvas destroçados.

O impacto nos subúrbios, no entanto, foi bem maior, deixando cidades inteiras sem energia por
dias. No nordeste americano, oito pessoas morreram no rastro dessa última tormenta, batizada
de Riley. A atual, chamada Quinn, deve atingir também as cidades de Boston e Filadélfia.

Meteorologistas alertam ainda que, como a última tempestade derrubou várias árvores e
enfraqueceu outras, mais quedas são esperadas agora, podendo aumentar o impacto destrutivo
do Quinn.

 

Congresso aprova acordo que põe fim à limitação de voos entre Brasil e EUA

Talita Fernandes

BRASÍLIA

O plenário do Senado concluiu nesta quarta-feira (7) a votação de um acordo que cria um novo
marco legal sobre transporte aéreo de céus abertos entre o Brasil e e Estados Unidos. Como
o texto já passou pela Câmara em dezembro de 2017, vai agora à promulgação, quando passa
a ter validade.

Assinado em 2011 pelos ex-presidentes Barack Obama e Dilma Rousseff, a medida que retira
limitações para a oferta de voos entre Brasil e Estados Unidos levou quase sete anos para ser
concluída. Pelas regras atuais, são permitidos no máximo 301 voos partindo de cada país. Com
a mudança, as empresas decidem iniciar ou encerrar os voos como desejarem.

Durante todos estes anos, as companhias aéreas fizeram pressão pela aprovação do acordo -
conhecido como céus abertos.

A Latam e a American Airlines chegaram a lançar um site para explicar os benefícios da medida.
As empresas tiveram um acordo de compartilhamento de custos aprovado no ano passado pelo
Cade (Conselho Administrativo de Direito Econômico) e essa operação dependia da aprovação
da medida de céus abertos para ter prosseguimento. 

"Os acordos de céus abertos comprovadamente resultam em um aumento das opções de voos
e aumento da competição, levando a benefícios para consumidores e impactando positivamente
no crescimento econômico dos países signatários", afirmou por meio de nota o CEO da
empresa, Doug Parker. 

Na prática,  atualmente, ainda há margem para expandir a frequência. As brasileiras operam
59 voos para os EUA, e as americanas, 137 para cá, segundo dados da Anac de maio do ano
passado. A lei antiga limita os voos em 301 de cada lado.

O relator do texto, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), acredita que o acordo trará um
impacto positivo na concorrência entre as aéreas. "Hoje temos um número fixo de voos,
chamado frequências. E agora será dado uma liberdade muito maior às empresas, para que
possam voar entre os dois países de acordo com a demanda. É uma proposta que vai permitir
o aumento da concorrência entre as empresas, um número maior de voos e a redução dos
custos. É um acordo que já foi feito com outros países, uma inclinação da aviação internacional”,
afirmou.

Já o líder do PT, senador Lindbergh Farias (RJ), votou contrário ao texto por dizer que existem
dúvidas sobre as consequências do projeto. "Eu voto contra esse acordo, eu acho que vai ser
extremamente prejudicial ao setor, vai haver desnacionalização e perda de empregos. Esse é
um ponto central. As empresas que estão aqui não vão ter condições de competir em pé de
igualdade com as empresas norte-americanas", disse. Além dele, o senador Roberto Requião
(PMDB-PR) também foi contrário à aprovação.

Outro ponto modificado com o acordo é autorização para que as empresas aéreas tenham o
direito de sobrevoar os territórios sem pousar, ou fazer escalas no seu território para fins não
comerciais e de executar transporte aéreo internacional entre pontos. 

Apesar de as empresas aéreas estarem liberadas para criar e excluir voos entre os dois países,
o novo marco legal continua impedindo que uma companhia aérea dos Estados Unidos possa
oferecer voos que iniciem e terminem no território brasileiro.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Senado aprova acordo de 'céus abertos' entre Brasil e EUA

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,senado-aprova-acordo-de-ceus
-abertos-entre-brasil-e-eua,70002217741

Gol registra lucro de R$ 378 milhões em 2017, queda de 65,2% em
relação a 2016

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,gol-registra-lucro-de-r-378-milhoes-em
-2017-queda-de-65-2-em-relacao-a-2016,70002217091

 

O ESTADO DE MINAS

Iata: fluxo de passageiros em rota internacional pode subir 47% com
Céus Abertos

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/03/07/internas_economia,942555/iata
-fluxo-de-passageiros-em-rota-internacional-pode-subir-47-com-ce.shtml

Latam comemora aprovação do Acordo de Céus Abertos entre Brasil e EUA

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/03/07/internas_economia,942534/latam
-comemora-aprovacao-do-acordo-de-ceus-abertos-entre-brasil-e-eua.shtml

Senado aprova acordo de 'céus abertos' entre Brasil e EUA

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/03/07/internas_economia,942529/
senado-aprova-acordo-de-ceus-abertos-entre-brasil-e-eua.shtml

Latam aposta no fortalecimento dos 'hubs' para superar turbulência

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/03/07/internas_economia,942340/
latam-aposta-no-fortalecimento-dos-hubs-para-superar-turbulencia.shtml

 

G1

Redução de exigência faz subir de 3 para 15 número de aeroportos que
podem receber superjumbos no Brasil

https://g1.globo.com/economia/noticia/reducao-de-exigencia-faz-subir-de-3-para-15-numero
-de-aeroportos-que-podem-receber-superjumbos-no-brasil.ghtml

Funcionários do aeroporto de Salvador ficam feridos após desabamento
de estrutura do teto

https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/funcionarios-do-aeroporto-de-salvador-ficam-feridos-apos
-desabamento-de-estrutura-do-teto.ghtml

Pilota de Temer é 1ª mulher a comandar avião presidencial;
conheça trajetória

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/pilota-de-temer-e-1-mulher-a
-comandar-aviao-presidencial-conheca-trajetoria.ghtml

 

DCI

Iata: fluxo de passageiros em rota internacional pode subir 47% com
Céus Abertos

https://www.dci.com.br/economia/iata-fluxo-de-passageiros-em-rota-internacional-pode-subir
-47-com-ceus-abertos-1.688983

Para relator, ratificação do Acordo de Céus Abertos reduz custo de passagem

https://www.dci.com.br/economia/para-relator-ratificac-o-do-acordo-de-ceus-abertos-reduz-custo-de
-passagem-1.688992

Latam comemora aprovação do Acordo de Céus Abertos entre Brasil e EUA

https://www.dci.com.br/economia/latam-comemora-aprovac-o-do-acordo-de-ceus-abertos-entre
-brasil-e-eua-1.688963

Gol mantém oferta mais conservadora apesar da demanda

https://www.dci.com.br/servicos/gol-mantem-oferta-mais-conservadora-apesar
-da-demanda-1.689082

Gol deve manter viés pragmático na oferta

https://www.dci.com.br/servicos/gol-deve-manter-vies-pragmatico-na-oferta-1.689047

Gol tem conseguido absorver variações de custos de combustíveis com
repasse para tarifas

https://www.dci.com.br/servicos/gol-tem-conseguido-absorver-variac-es-de-custos-de-combustiveis
-com-repasse-para-tarifas-1.688872

Gol reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$63,9 mi no quarto trimestre

https://www.dci.com.br/servicos/gol-reverte-prejuizo-e-tem-lucro-liquido-de-r-63-9-mi-no-quarto
-trimestre-1.688826

 

PANROTAS

Saiba quais são os aeroportos mais pontuais do mundo

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/pesquisas-e-estatisticas/2018/03/
saiba-quais-sao-os-aeroportos-mais-pontuais-do-mundo_153867.html?lista

Conheça as aéreas mais pontuais neste início de ano

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/pesquisas-e-estatisticas/2018/03/
conheca-as-aereas-mais-pontuais-neste-inicio-de-ano_153865.html?lista

Aéreas da UE reclamam de controle rígido nas fronteiras

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/empresas/2018/03/aereas-da
-ue-reclamam-de-controle-rigido-nas-fronteiras_153862.html?lista

Gol alcança lucro operacional de R$ 990 mi em 2017

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/empresas/2018/03/gol
-alcanca-lucro-operacional-de-r-990-mi-em-2017_153859.html?lista

Iata usará inteligência artificial para não perder bagagens

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/tecnologia/2018/03/iata-usara
-inteligencia-artificial-para-nao-perder-bagagens_153853.html?lista

 

MERCADO E EVENTOS

Movimento Céus Abertos celebra aprovação do Open Skies pelo Senado

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/movimento-ceus-abertos-celebra
-aprovacao-do-open-skies-pelo-senado/

ESPECIAL – Céus Abertos: o que muda com o acordo entre Brasil e EUA

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/especial-ceus-abertos-o-que-muda-com
-o-acordo-entre-brasil-e-eua/

Latam e American Airlines comemoram aprovação do Acordo Céus Abertos

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-e-american-airlines-comemoram
-aprovacao-do-acordo-ceus-abertos/

Senado aprova Acordo de Céus Abertos; projeto segue para
sanção presidencial

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/senado-aprova-acordo
-de-ceus-abertos-projeto-segue-para-sancao-presidencial/

Campanha da Emirates destaca o papel das mulheres na companhia

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/campanha-da-emirates-destaca-o
-papel-das-mulheres-na-companhia/

TAP transportou mais de 1 milhão de passageiros em fevereiro

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/tap-transportou-mais-de-1
-milhao-de-passageiros-em-fevereiro/

Mulheres na aviação: cresce 106% participação nas categorias de piloto

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/curiosidades/mulheres-na-aviacao-cresce-106
-participacao-nas-categorias-de-piloto/

Gol fecha 4º trimestre de 2017 com lucro operacional de R$ 388 milhões

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-fecha-4o-trimestre-de-2017-com
-lucro-operacional-de-r-388-milhoes/

Norwegian deve anunciar voo inédito ao Brasil na sexta; Embratur já afina
questões técnicas

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/norwegian-deve-anunciar-voo-inedito-ao
-brasil-nesta-sexta-embratur-ja-afina-questoes-tecnicas/

 

JORNAL DE TURISMO

No Dia Internacional da Mulher, Azul realiza campanha ação em prol
das mulheres

https://www.jornaldeturismo.tur.br/noticias/80576-no-dia-internacional-da-mulher-azul
-realiza-campanha-acao-em-prol-das-mulheres.html

 

VALOR

Senado dá aval a 'céus abertos' 

Por Vandson Lima | De Brasília 

O Senado aprovou nesta quarta-feira, em votação simbólica, o acordo de "céus abertos" do
Brasil com os Estados Unidos. O texto segue para promulgação. 

Assinado em 2011 pelos ex-presidentes Dilma Rousseff e Barack Obama, o pacto permite a
abertura ou encerramento de novas rotas entre os dois países de forma livre, sem os limites de
301 voos semanais atuais. As companhias americanas e brasileiras também terão o direito de
sobrevoar o território do outro país sem pousar, bem como o de fazer escalas para fins não
comerciais. As companhias americanas continuam proibidas de fazer voos domésticos entre
aeroportos brasileiros e vice-versa.

O texto não altera o limite de 20% de capital externo nas empresas aéreas brasileiras. Mas
abre espaço para, no futuro, ampliar a participação de aéreas americanas no Brasil, pois o
órgão antitruste dos EUA só autoriza fusões e aquisições se houver o acordo de "céus abertos"
com o país. 

A abertura ao capital estrangeiro é alvo de projeto encaminhado pelo Executivo ao Congresso.
Ontem, em audiência no Senado, o presidente da Anac, José Ricardo Botelho, defendeu a
medida para aumentar a concorrência. 

O acordo de céus abertos dividia as aéreas brasileiras: Latam e Gol a favor, sob a alegação de
aumentar a competição. E a Azul contra, com o argumento de que as regras trabalhistas e
tributárias dos EUA são mais favoráveis - empresas brasileiras ficariam em desvantagem. 

 

Tempestade de neve cancela mais de 1.000 voos em Nova York 

Por Silas Martí | Folhapress 

NOVA YORK  -  Os nova-iorquinos já se preparavam para a primavera no fim do mês, mas a
segunda grande tempestade deste inverno revertou essas esperanças. Uma mistura pesada
de chuva, neve e trovões castiga a maior metrópole americana nesta quarta-feira (7). 

Quase 30 cm de neve devem se acumular sobre as ruas e avenidas da cidade até o fim de
mais um vendaval glacial, com ventos que podem chegar a 100 km por hora. Metade dos voos
nos três aeroportos que servem a cidade, JFK, LaGuardia e Newark, foram cancelados e os
trens que ligam Nova York a outras cidades da região operam com grandes atrasos. 

Os painéis luminosos do LaGuardia, onde quase 600 voos foram suspensos, brilhavam em
vermelho com a palavra "cancelado" piscando enquanto uma multidão de passageiros
aguardava notícias. No JFK, houve mais de 500 cancelamentos, enquanto Newark teve mais
de 700. 

"Essa é uma neve pesada e molhada, então é mais problemática ainda", disse o governador
Andrew Cuomo. "Vai piorar ao longo do dia. A explicação técnica que estamos usando para
descrever a situação é que o Estado vai virar uma bagunça", ironizou. 

O caos, no entanto, não afetou a hora do rush da manhã porque só no início da tarde desta
quarta é que a tempestade engrossou, podendo provocar mais transtornos até a manhã de
quinta (8). Quase 2.000 caminhões equipados com pás circulam pelos cinco distritos de Nova
York para remover o excesso de neve que já atrapalha o trânsito e dificulta o deslocamento de
trens e metrô.

Há uma semana, um misto de chuva e neve semelhante atingiu a cidade, mas não causou
grandes problemas na região metropolitana a não ser guarda-chuvas destroçados. 

O impacto nos subúrbios, no entanto, foi bem maior, deixando cidades inteiras sem energia por
dias. No nordeste americano, oito pessoas morreram no rastro dessa última tormenta, batizada
de Riley. A atual, chamada Quinn, deve atingir também as cidades de Boston e Filadélfia. 

Meteorologistas alertam ainda que, como a última tempestade derrubou várias árvores e
enfraqueceu outras, mais quedas são esperadas agora, podendo aumentar o impacto destrutivo
do Quinn. 

 

Gol descarta ter rotas próprias para a Europa, "por enquanto" 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  O presidente da Gol, Paulo Kakinoof, descartou “por enquanto” iniciar voos da
própria companhia ligando o Brasil a destinos na Europa. 

O executivo respondia a um questionamento de analista, durante teleconferência de resultados
do 4º trimestre nesta quarta-feira (7), sobre a malha aérea da Gol com a chegada dos novos
aviões Boeing 737-8 Max, que têm maior autonomia em relação aos atuais aviões 737-800 NG. 

“De fato, essas aeronaves podem chegar à Europa, saindo do Nordeste brasileiro, mas não
temos planos por enquanto”, disse Kakinoff. 

Segundo Kakinoff, a expansão da malha aérea internacional da Gol em 2018 e 2019 será
liderada por mais voos para a América Latina e para o sul dos Estados Unidos, com voos a
partir do segundo semestre deste ano para Orlando. 

A Gol vai receber seis aviões Boeing 737-8 Max este ano, a partir de julho. 

A aérea tem um cenário de expansão de oferta, com a capacidade (medida em
assentos-quilômetros disponíveis - ASK) aumentando de 1% a 3% em 2018 e, depois, de 5%
a 10%, em 2019. 

Essa expansão vai ser liderada pelas rotas internacionais. 

No mercado doméstico, a Gol vai elevar o ASK de 0% a 3% este ano e de 1% a 3% em 2019.
Nas operações internacionais a empresa projeta elevar de 7% a 10% a capacidade em 2018 e
de 30% a 40%, em 2019. 

Oferta 

Segundo Kakinoff, a demanda potencial prevista a partir das reservas já feitas para voos ao
longo dos próximos três meses sinaliza que o tráfego tende a seguir com crescimento forte este
ano. 

O executivo disse que a relação entre a demanda na indústria da aviação e o Produto Interno
Bruto (PIB) no Brasil permite ao setor aumentar em até 6% a capacidade este ano em termos
de ASK ante 2016, sem afetar a rentabilidade. 

“Podemos aumentar em até 6% a capacidade, sem afetar o Yield [valor médio recebido pela
companhia a cada quilômetro voado]”, disse Kakinoff, admitindo que a companhia poderia
assim ampliar a oferta acima da projeção preliminar para este ano, de elevar a oferta no
mercado doméstico a 3%. 

Kakinoff ponderou, entretanto, que ainda há incertezas com relação ao desempenho econômico
do Brasil este ano por causa de variáveis da política, uma vez que o país tem eleições em 2018. 

“Futurologia barata” 

Para o executivo, tentar projetar quando devem ser votadas no Congresso as pautas da
alíquota do ICMS sobre querosene de aviação e a mudança no limite para investimento
estrangeiro em companhias aéreas brasileiras é “futurologia barata”. 

O Congresso ainda está para votar texto que limita em 12% a alíquota do ICMS sobre
combustível de aviação, um imposto que vai até 25% em alguns Estados do país, como São
Paulo. 

O Congresso também está para votar a mudança no teto do capital estrangeiro em companhias
aéreas, hoje em 20%. 

Kakinoff disse que a concorrência no Brasil já é acirrada, por conta de tributação, por exemplo.
Por isso, não há receio de perder mercado pela eventual entrada de novas companhias aéreas
de baixo custo. A declaração respondeu ao questionamento de um analista sobre a entrada da
Norwegian, da Noruega, que começa a voar para Argentina, e que já pediu autorização à Anac
para abrir rotas entre Brasil e Europa.

De acordo com o executivo, a Gol está bem posicionada para explorar as oportunidades após
votação do acordo de ‘céus abertos’, entre Brasil e Estados Unidos. O texto, já aprovado na
Câmara dos Deputados e que aguarda votação no Senado, permite às companhias aéreas
americanas e brasileiras iniciarem novas rotas e frequências entre os dois países, sem limites
de operações. 

(João José Oliveira | Valor)

 

Gol tem segundo ano de lucro e vai aumentar oferta de assentos 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  Depois de amargar perdas acumuladas de quase R$ 9 bilhões nos balanços
de 2011 a 2015, a Gol fechou 2017 com lucro líquido pelo segundo exercício seguido e avisou
ao mercado que os ganhos vão continuar em alta até 2019. A maior aérea doméstica do país
vai ampliar a oferta e apostar em novas aeronaves para acelerar a expansão. 

A Gol projeta elevar a receita líquida em 3,8% este ano ante 2017, para R$ 11 bilhões, e
acelerar esse  crescimento para 9% em 2019, quando a companhia tem previsão de atingir
vendas de R$ 12 bilhões, segundo metas apresentadas hoje. 

Segundo o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, a demanda pela aviação no Brasil segue dando
sinais de recuperação, após um ciclo de baixa que durou 19 meses até março de 2017. O
executivo apontou ontem em teleconferência que a demanda sinalizada pelas reservas feitas
para os próximos três meses, já em 2018, sustenta cenário positivo para tráfego este ano.

Kakinoff disse que ainda há incertezas políticas no Brasil, que podem afetar a atividade
econômica e, por tabela, a aviação. Mas ele destacou que além do ambiente macroeconômico
mais favorável, a Gol conta em 2018 com a chegada de seis novas aeronaves da Boeing, os
737-8Max, que têm maior autonomia, são cerca de 16% mais eficientes em custos operacionais
e transportam mais passageiros, gerando maior receita por voo.

A Gol reportou lucro líquido de R$ 5,7 milhões no quarto trimestre de 2017, revertendo perda de
R$ 102,9 milhões apurada em igual período de 2016. Na mesma base de comparação, a
receita líquida da aérea avançou 11,8%, a R$ 2,98 bilhões. Todos os indicadores operacionais
melhoraram entyre outubro e dezembro. A receita média por passageiro (Prask) subiu 7,6%, o
yield (valor médio recebido pela companhia a cada quilômetro voado) aumentou 3,1%, enquanto
o bilhete médio teve valor 4,9% superior ao de um ano antes.

Com os números do quarto trimestre, a Gol fechou 2017 com lucro líquido de R$ 19,2 milhões,
queda de  97,7% ante 2016, com lucro por ação de R$ 0,42, abaixo do guidance, que apontava
 para um ganho de R$ 0,80 a R$ 0,90. 

A Gol disse que em 2016 foi beneficiada no lucro líquido porque contabilizou ganhos com
variação cambial de R$ 1,4 bilhão, enquanto que em 2017 foram contabilizadas perdas com
variação cambial de R$ 70,5 milhões. 

Kakinoff destacou que além do ambiente macroeconômico mais favorável, a Gol conta em
2018 com a chegada de seis novas aeronaves da Boeing, os 737-8Max, que têm maior
autonomia, são cerca de 16% mais eficientes em custos operacionais e transportam mais
passageiros, gerando maior receita por voo. 

Enquanto as aeronaves da Gol utilizadas hoje — o 737-700 e 737-800 transportam de 138 a
177 passageiros e têm alcance de até 5,6 quilômetros, os novos 737-8Max transportam até
186 clientes e voam por até 6,5 mil quilômetros. 

A frota da Gol encerrou 2017 com 117 aeronaves e vai a 118 em 2018 e a 124 jatos em 2019. 

A Gol tem um cenário de expansão de oferta, com a capacidade — medida em
assentos-quilômetros disponíveis (ASK) aumentando de 1% a 3% em 2018 e, depois, de 5% a
10%, em 2019. 

Essa expansão vai ser liderada pelas rotas internacionais. Enquanto no doméstico, a Gol vai
elevar o ASK de 0% a 3% este ano e de 1% a 3% em 2019, nas operações internacionais a
empresa projeta elevar de 7% a 10% a capacidade em 2018 e de 30% a 40%, em 2019. 

O presidente da Gol descartou  “por enquanto” iniciar voos da própria companhia ligando o
Brasil a destinos na Europa. “De fato, essas aeronaves podem chegar à Europa, saindo do
Nordeste brasileiro, mas não temos planos por enquanto”, disse Kakinoff. Segundo ele,  a
expansão int


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