Clipping

04/12/18

CLIPPING 04/12/2018

O GLOBO

A Azul poderia se unir à aliança entre Avianca, United Airlines e Copa

https://oglobo.globo.com/economia/a-azul-poderia-se-unir-alianca-entre-avianca-united
-airlines-copa-23277606

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Turismo precisa ouvir clientes com deficiência para faturar mais

https://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/turismo-precisa-ouvir-clientes
-com-deficiencia-para-faturar-mais/

 

PANROTAS

Delta suspende SP-Detroit por 7 meses; Orlando pode voltar

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/11/delta-suspende
-sp-detroit-por-6-meses-orlando-pode-voltar_160665.html

Air Europa reduz limite de bagagens despachadas por pessoa

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/air-europa-reduz-limite
-de-bagagens-despachadas-por-pessoa_160776.html

Smiles lança plataforma com dicas para resgate de milhas

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/smiles-lanca
-plataforma-com-dicas-para-resgate-de-milhas_160768.html

Latam ganha oito prêmios no Brasil Design Award 2018

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/latam-ganha
-oito-premios-no-brasil-design-award-2018_160766.html

United, Copa e Avianca confirmam aliança (sem Brasil)

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/12/united-copa
-e-avianca-confirmam-alianca-sem-brasil_160772.html

Gol, Air France e KLM representam 46% dos voos de Fortaleza

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/12/gol-air-france-e-klm
-representam-46-dos-voos-de-fortaleza_160763.html

 

MERCADO E EVENTOS

Latam Airlines é destaque na 8ª edição do Brasil Design Award 2018

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-airlines-e-destaque-na
-8a-edicao-do-brasil-design-award-2018/

Gol e Air France-KLM consolidam hub em Fortaleza com 46% do tráfego total

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-e-air-france-klm-consolidam-hub
-em-fortaleza/

 

VALOR

Na contramão, Avianca vai separar negócio de fidelidade

Por Cibelle Bouças | De São Paulo

Enquanto a Gol e a Latam preparam-se para incorporar suas empresas de programas de
fidelidade, seguindo uma tendência global, a Avianca, quarta maior companhia aérea do país,
vai fazer o caminho inverso. A empresa planeja transformar seu programa Amigo da Avianca
em empresa independente em 2019.

"Hoje, o programa concorre em orçamento com outros projetos da Avianca. Com a operação
independente, vai ser possível investir mais no programa, ampliando a oferta de serviços e
investindo em ferramentas de produtividade", afirmou Fabrício Angelin, diretor-geral do
programa Amigo da Avianca.

O executivo disse que o programa já vem sendo administrado como um negócio separado
dentro da Avianca. Em aproximadamente seis meses, a expectativa é que o programa de
fidelidade se torne uma empresa separada.

Neste ano, a equipe do programa foi transferida do prédio da Avianca para uma unidade
localizada em frente ao aeroporto de Congonhas. O próximo passo será a transferência de
ativos para a nova empresa.

Angelin disse que, diferentemente da Multiplus e da Smiles - respectivamente da Latam e da
Gol - a empresa de programas de fidelidade da Avianca terá capital fechado e será 100%
detida pela companhia aérea. "[Isso] permite que os objetivos do programa sigam alinhados
com os planos da Avianca", afirmou.

De acordo com o executivo, o plano é manter a operação focada em serviços ligados a
viagens, como reservas de hotéis e aluguel de veículos. "Mesmo com a oferta de outros
produtos, acredito que em torno de 90% dos resgates serão de passagens aéreas", disse.
Neste ano, a companhia fechou parcerias na área, como ReserveCar, Unidas, Hoteis.com,
Kaligo.com e Allpoints.

A companhia também firmou parcerias com Banrisul e com as empresas Americanas.com,
Shoptime, Submarino, Camicado e SeusIngressos. Ao todo, o programa Amigo da Avianca
tem 40 parceiros de varejo. Angelin disse que não é interesse da companhia ampliar as
parcerias com varejistas e que fará acordos pontuais.

Nos últimos meses, a companhia investiu na reformulação de seu site para oferecer serviços
on-line aos clientes. Desde abril, o resgate de pontos, que era feito apenas por telefone,
passou a ocorrer tambem pela internet.

Angelin disse que, após a mudança, o resgate de pontos cresceu. Do total de resgates,
25,6% foram em destinos voados pela Avianca Brasil. A companhia voa para 25 destinos
domésticos e quatro no exterior, com mais de 260 decolagens diárias.

Também houve aumento de buscas por voos oferecidos por companhias aéreas filiadas à
Star Alliance. Os destinos mais buscados foram Lisboa, Santiago, Nova York e Miami, de
acordo com o executivo. Por meio da parceria com a Star Alliance, os clientes têm acesso a
1,3 mil destinos em 193 países.

No começo de 2019, a empresa planeja passar a oferecer outros serviços, como a
possibilidade de resgatar milhas por pontos e dinheiro. Dessa forma, será possível usar as
milhas para uma parte do trecho aéreo, pagando o restante com dinheiro. O programa
também terá ofertas mais personalizadas aos clientes cadastrados, de acordo com seu perfil
de viagens.

Em 2018, o programa Amigo da Avianca apresentou expansão de 50% no número de clientes
cadastrados, chegando a 6 milhões de participantes. O percentual de acúmulo de pontos
duplicou entre janeiro e outubro em comparação com o mesmo período do ano passado.

"Para 2019, a expectativa é muito boa. Há uma perspectiva de aumento do consumo e de
ampliação da base de usuários de cartões de crédito no país, dois fundamentos para a
expansão do setor de programas de fidelidade", afirmou Angelin.

O executivo disse esperar um dólar médio mais estável, o que contribuiria para o crescimento
do setor aéreo e do segmento de programas de fidelidade. No momento, o valor da cotação
do dólar para a companhia está em R$ 3,75.

Enquanto a Avianca prepara-se para separar o negócio de programa de fidelidade, a Gol e a
Latam avançam nos planos de incorporação da Smiles e da Multiplus. As empresas seguem
uma tendência global. Recentemente, a Aeromexico e a Air Canada se movimentaram na
mesma direção. O objetivo é reduzir custos e melhorar a rentabilidade das empresas aéreas.

A Smiles definiu, na semana passada, os integrantes do comitê independente que vai
negociar com os acionistas as condições da incorporação da empresa pela controladora Gol,
que já detém 52% do negócio. Os nomes foram aprovados pela maioria dos acionistas, em
assembleia realizada na quinta-feira.

No caso da Multiplus, a controladora Latam está definindo internamente os termos da
proposta que será levada aos acionistas minoritários para adquirir os 27% de ações em
circulação no mercado. Em entrevista concedida na semana passada, Jerome Cadier,
presidente da Latam no Brasil, disse que espera concluir a incorporação da Multiplus entre o
primeiro e o segundo trimestres de 2019.

A Azul, terceira maior companhia aérea do país, foi a única que não demonstrou interesse em
transformar seu programa de fidelidade Tudo Azul em um negócio independente. "Em um
horizonte visível, o plano é manter o programa dentro da holding, mas com administração
independente. Os preços das milhas são definidos de forma independente pela equipe Tudo
Azul", disse Daniel Bicudo, diretor do programa.

Alex Malfitani, diretor financeiro da Azul, disse que com a operação internalizada, o programa
de fidelidade segue alinhado com os interesses da companhia aérea. "É essencial ter a
consciência de que o cliente é o mesmo, e ele quer principalmente trocar milhas por
passagens aéreas", disse o executivo.

 

Smiles investe em operação na Argentina

Por Cibelle Bouças | De São Paulo

A Smiles, empresa de fidelidade da Gol, vai inaugurar na segunda-feira sua operação na
Argentina. A instalação da subsidiária exigiu da companhia um investimento de R$ 20 milhões
neste ano.

Em 2019, a Smiles planeja investir mais R$ 50 milhões na unidade, incluindo despesas com
marketing para acelerar o crescimento da operação no país vizinho.

A subsidiária argentina começou a ser montada no ano passado. Para comandar o negócio,
a empresa elegeu André Fehlauer, que já era diretor de produtos da Smiles desde 2013.

O executivo montou uma operação com cinco gerentes, contratados na Argentina. A unidade
terá em torno de 30 pessoas até meados de 2019, segundo Fehlauer. Para se ter uma base
de comparação, a Smiles como um todo emprega atualmente 122 pessoas. "Estou
contratando profissionais argentinos, que têm conhecimento mais profundo do mercado",
disse Fehlauer.

Leonel Andrade, presidente da Smiles, disse que a meta é que a operação na Argentina
represente 10% dos negócios da Smiles no prazo de três a cinco anos.

"O mercado da Argentina equivale de 25% a 30% do mercado brasileiro de cartões. No longo
prazo, acredito que a Smiles Argentina pode representar de 25% a 30% dos negócios da 

companhia", afirmou Andrade.

Mesmo sem fazer nenhuma ação específica na Argentina, a Smiles possui no país
aproximadamente 300 mil clientes, ou 2% do total de usuários cadastrados.

Atualmente, para ter acesso ao programa de fidelidade, os argentinos precisa ter o Cadastro
de Pessoas Físicas (CPF) brasileiro. Também é necessário usar cartão de crédito
internacional e fazer os pagamentos em dólar.

Com a operação local, disse Fehlauer, os argentinos poderão se cadastrar usando o
documento nacional de identidade argentino (DNI). Os clientes também poderão usar cartão
de crédito local para fazer os pagamentos.

Os pagamentos serão feitos em pesos argentinos. "A companhia vai fazer uma gestão de
caixa mais forte na Argentina, para evitar perdas com variação cambial", afirmou Fehlauer.

Além disso, os clientes poderão usar milhas acumuladas na Smiles para adquirir passagens
aéreas dentro da Argentina ou com destino para outros países que não o Brasil. A Gol mantém
na Argentina parceria com a Aerolíneas Argentinas. A empresa também possui parcerias com
18 empresas aéreas no mundo.

Atualmente, entre 55% e 60% dos voos que ligam Brasil e Argentina são feitos pela Gol e
pela Aerolíneas Argentinas. Em 2017, a Gol transportou 3,8 milhões de passageiros na
Argentina.

O programa de fidelidade da Aerolíneas Argentinas tem participação de 3% na venda de
bilhetes da companhia, indicando que há espaço para a Smiles se instalar e crescer no
segmento, avalia Fehlauer.

No país vizinho, a empresa busca principalmente acordos com bancos. A Argentina possui
quase 60 bancos e cada um deles tem seu programa de fidelidade.

Entre os três maiores emissores de cartões de crédito na Argentina, apenas o Bilbao Vizcaya
tem um acordo com a Latam. O Santander possui acordo com a American Airlines, que não
exige exclusividade. E o Banco Galicia não possui contrato com nenhuma empresa aérea.

"Visitei os bancos na Argentina oferecendo parceria com o programa de milhagem e, por
enquanto, a receptividade foi boa", disse Fehlauer. A Smiles já fechou parceria com o Banco
Patagonia e a American Express na Argentina e está em processo de fechar outras parcerias
no país, segundo o executivo.

Andrade disse também que a Smiles pretende consolidar a operação na Argentina antes de
buscar expansão em outros mercados. Em longo prazo, um dos países em foco para ganhar
uma subsidiária é o Uruguai.

 

Aéreas buscam entrada do Brasil em acordo, diz controlador da Avianca

Por Valor, com Dow Jones Newswires

SÃO PAULO E CHICAGO (EUA)  -  (Atualizada às 12h39) O Brasil poderá ser incluído em
breve na aliança formada pelas aéreas United Continental, Avianca e Copa, disse Germán
Efromovich, controlador da Avianca Holdings, em entrevista ao jornal colombiano “Portafolio”.
As três companhias firmaram uma aliança estratégica na sexta-feira para a operação de voos
entre os Estados Inidos e países latinos, com exceção de Brasil, México e Argentina.

“O Brasil está na mira. [A entrada] já está em negociação”, disse Efromovich. “O Brasil não
tinha céus abertos com os Estados Unidos. No momento em que os países firmaram acordo
para isso, há alguns meses, nos sentamos à mesa para negociar.”

O executivo afirmou que espera um acordo em menos de um ano, uma vez que “parte da
negociação é praticamente igual, bastando apenas a adaptação às condições brasileiras”. A
Argentina foi deixada de fora porque não possui o acordo para operações de serviços aéreos
com EUA. A entrada do México ainda será avaliada pelos parceiros, afirmou Efromovich.

Ao jornal "El Tiempo", o empresário afirmou que empréstimo milionário concedido pela
americana United Continental à Synergy — empresa de de sua propriedade —, não tem
relação com a parceria.  

 Segundo fontes, a United vai emprestar US$ 456 milhões para Efromovich. Os recursos
serão usados para pagar uma dívida com o fundo Elliott Management. As ações da Avianca
que pertencem a Efromovich serão usadas como garantia no empréstimo.

“A Synergy é uma empresa de capital fechado e me reservo ao direito de não divulgar o que
faço com os recursos e nossos investimentos, a não ser que seja de interesse público”,
afirmou o executivo. “Dentro do negócio que a Synergy fechou [com a United] não há nada
que seja de interesse público.”

Sobre a parceria, Efromovich disse que cada companhia aérea vai adaptar seu modelo e
melhorar seus serviços e que nenhuma das três “vai interferir e dizer à parceira qual prato
deve servir ou como deve tratar os passageiros”.

As companhias vão compartilhar receitas, integrar serviços e coordenar tarifas e calendários
dos voos entre Estados Unidos e países da América Latina, com exceção do Brasil. A Avianca
Brasil pertence a José Efromovich, irmão de German Efromovich.


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