Clipping

03/11/17

CLIPPING 03/11

O GLOBO

Auditores fiscais promovem greve nacional em aeroportos e aduanas

https://oglobo.globo.com/economia/auditores-fiscais-promovem-greve-nacional-em-aeroportos
-aduanas-22023528#ixzz4xMSIzT8d

Companhia aérea da Europa vai pesar passageiros antes de cada voo

https://oglobo.globo.com/sociedade/companhia-aerea-da-europa-vai-pesar-passageiros-antes
-de-cada-voo-22021239#ixzz4xMSfLHs9
 

Coluna Ancelmo Gois

A guerra do Rio

O voo da Gol 1040, que veio ontem, de São Paulo para o Rio, teve de desviar a rota. Segundo
o comandante, foi para não passar sobre o Complexo da Maré, que recebia naquele momento,
uma operação policial. 

 

JORNAL DO BRASIL

Aeroportos do Rio prevêem aumento de passageiros no feriado

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/11/01/aeroportos-do-rio-preveem-aumento
-de-passageiros-no-feriado/

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Infraero terá investimento de R$ 1,3 bilhão

MARIANA CARNEIRO

TALITA FERNANDES

DE BRASÍLIA

O governo prevê gastar R$ 1,3 bilhão com investimentos da Infraero em 2018. Os recursos,
segundo o ministro Dyogo Oliveira (Planejamento), servirão para a estatal acompanhar os
sócios privados na capitalização de aeroportos concedidos e nos quais ela tem 49% do
controle, como Brasília, Confins, Galeão e Guarulhos.

"Como a Infraero ficou, de acordo com o modelo de concessão, com 49%, tem que
acompanhar as empresa privadas na capitalização para investimentos nos aeroportos",
afirmou o ministro.

A ausência de capitalizações da União na Infraero provocou divergências entre a estatal e os
sócios privados nos aeroportos concedidos, levando o governo a rever a participação estatal
nas concessões feitas neste ano.

Oliveira apresentou a nova programação orçamentária de 2018 na Câmara. A previsão é que
o Orçamento seja votado em 19 de dezembro.

ACIMA DO TETO

Na proposta entregue, o Planejamento prevê que todos os Poderes, à exceção do Executivo,
vão estourar o teto de gastos, que passou a vigorar neste ano e que alcançará as pastas da
Saúde e da Educação em 2018.

Por ele, as despesas públicas só podem crescer até o limite da inflação –em 2018, o máximo
é de 3%.

A previsão é que a Justiça do Trabalho seja a que mais vai ultrapassar o teto. O excesso
previsto é calculado em R$ 1,2 bilhão. Na Justiça Federal, o estouro é de R$ 323 milhões.
No Supremo, de R$ 67 milhões.

No Legislativo, o Orçamento previsto para a Câmara excede em R$ 190 milhões o teto. No
Senado, em R$ 28 milhões.

Para fazer frente aos excessos, o Executivo reduziu em R$ 2,1 bilhões suas despesas para
compensar os demais Poderes. 

 

O ESTADO DE MINAS

Lucro da Air France-KLM sobe 1,5% no 3º trimestre

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/03/internas
_economia,913818/lucro-da-air-france-klm-sobe-1-5-no-3-trimestre.shtml

 

AGÊNCIA BRASIL

Governo anuncia consórcios autorizados para estudos de concessão
de aeroportos

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-11/governo-anuncia-consorcios-autorizados
-para-estudos-de-concessao-de-aeroportos

Aeroportos do Rio preveem aumento de passageiros no feriado

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-11/aeroportos-do-rio-preveem
-aumento-de-passageiros-no-feriado

 

G1

Aeroporto de Chapecó tem simulado de alerta de ameaça de bomba

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/aeroporto-de-chapeco-tem-simulado-de
-alerta-de-ameaca-de-bomba.ghtml

Iniciativa privada assume a gestão integral do Aeroporto de Itanhaém, SP

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/iniciativa-privada-assume-a-gestao-integral-do
-aeroporto-de-itanhaem-sp.ghtml

Infraero vai divulgar carta de esclarecimentos sobre retomada de voos
na Pampulha

https://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/infraero-vai-divulgar-carta-de-esclarecimentos-sobre
-retomada-de-voos-na-pampulha.ghtml

 

JORNAL TRIBUNA 1ª EDIÇÃO

Gestão do Aeroporto de Itanhaém é transferida para a iniciativa privada

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/jornal-tribuna-1edicao/videos/v/gestao-do-aeroporto-de
-itanhaem-e-transferida-para-a-iniciativa-privada/6261619/

 

DCI

Infraero divulgará carta a usuários dos aeroportos de Pampulha
e Congonhas

http://www.dci.com.br/economia/infraero-divulgara-carta-a-usuarios-dos-aeroportos
-de-pampulha-e-congonhas-id661534.html

Frete aéreo mundial reduz ritmo de crescimento em setembro, diz Iata

http://www.dci.com.br/economia/frete-aereo-mundial-reduz-ritmo-de-crescimento-em-setembro
,-diz-iata-id661471.html

Lucro da Air France-KLM sobe 1,5% no 3º trimestre

http://www.dci.com.br/servicos/lucro-da-air-france-klm-sobe-1,5--no
-3º-trimestre-id661643.html

 

PANROTAS

KLM começa a operar sétima frequência de Amsterdã-Rio

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/2017/11/klm-comeca-a
-operar-setima-frequencia-de-amsterda-rio_150953.html?lista

Ryanair divulga balanço sem ''pistas'' da crise operacional

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/2017/11/ryanair-divulga
-balanco-sem--39-39pistas-39-39-da-crise-operacional_150926.html?lista

Nome da Iata é usado em fraudes; confira como se prevenir

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/2017/11/nome-da-iata-e
-usado-em-fraudes-confira-como-se-prevenir_150939.html?lista

 

MERCADO E EVENTOS

Voo da KLM Rio-Amsterdã passa a ser diário a partir de hoje (1º)

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/voo-da-klm-rio-amsterda-passa
-a-ser-diario-a-partir-de-hoje-1o/

Ryanair tem queda no lucro do terceiro trimestre

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/ryanair-tem
-queda-no-lucro-do-terceiro-trimestre/

 

JORNAL DE TURISMO

RioGaleão estima circulação de 285,8 mil passageiros neste feriado

https://www.jornaldeturismo.tur.br/rio-de-janeiro/79896-riogaleao-estima-circulacao-de-285
-8-mil-passageiros-neste-feriado.htm
l

KLM passa a ter voo diário entre Amsterdã e Rio de Janeiro

https://www.jornaldeturismo.tur.br/aviacao/79883-klm-passa-a-ter-voo-diario-entre
-amsterda-e-rio-de-janeiro.html

 

VALOR

Com investimento de US$ 9 milhões, Guarulhos terá terminal exclusivo
para aviação executiva 

Por Fernanda Pires | De Guarulhos

O aeroporto de Guarulhos vai inaugurar o seu primeiro terminal dedicado à aviação executiva,
serviço "classe AAA" que hoje é feito de forma precária nas instalações do principal aeroporto
do país. A concessionária GRU Airport fechou um acordo de cessão de área por 15 anos com
uma joint venture formada pelas empresas CFLY Aviation e Jetex Flight Support, que ficará
responsável por administrar o espaço.

O negócio renderá à GRU Airport aproximadamente R$ 2 milhões ao ano. Com o serviço, o
aeroporto incrementa as receitas não-tarifárias, segmento que responde por 50% dos
R$ 2 bilhões do faturamento de Guarulhos. 

As empresas vão investir US$ 9 milhões na construção de um terminal exclusivo, reconstrução
do heliporto e expansão do pátio. Os desembolsos serão feitos conforme gatilhos de 

demanda. Pelo cronograma, de hoje a três meses será construído um terminal temporário
com estrutura em contêineres; a instalação definitiva deverá ficar pronta seis meses após as
aprovações da autoridade aeroportuária. Também serão três meses para o heliporto ficar
pronto.

Enquanto o terminal não sai do papel, já funciona desde o fim de outubro a primeira fase do
projeto, um espaço que a concessionária destinou para as aeronaves ficarem sem restrição
de horas. O chamado "hangar a céu aberto" tem capacidade para oito aeronaves pernoitarem.
Com o terminal dedicado, a oferta quase dobra. 

"Os grandes aeroportos do mundo estão segregando esse tipo de passageiro em terminais
privativos de tal forma a não prejudicarem o movimento regular de passageiros no terminal
principal", explica o presidente da CFLY Aviation, Francisco Lyra. 

Antes do "hangar a céu aberto", havia falta de espaço para aviação executiva em Guarulhos.
As aeronaves dessa classe tinham restrição de tempo para ficar no pátio - duas horas no
caso de voos domésticos e três no de internacionais. Por conta disso, a aeronave tinha de se
deslocar para um outro aeroporto e depois voltar para buscar o passageiro. Isso acarretava
uma série de custos associados para o cliente: gasto com combustível, pouso e decolagem
em outro aeroporto, e o risco de "subir e descer" de novo.

Sem uma estrutura dedicada, o passageiro de aviação executiva desce do avião, um ônibus o
busca e ele vai para a fila de passageiros no Terminal 3. "É necessário garantir a continuidade
da experiência para quem alugou um jato por US$ 80 mil. A falta de continuidade reduzia a
atratividade do aeroporto", explica João Pita, da área de negócios aéreos da GRU Airport.

"Havia uma proposta de valor se mantivéssemos essas aeronaves no pátio. Existe muita
aviação executiva no Brasil e São Paulo é o carro-chefe do país, a origem do negócio foi
essa", explica Mônica Lamas, diretora comercial da GRU Airport. 

A estimativa é atrair um público "super VIP" que hoje já voa por Guarulhos na primeira classe
e na executiva em aviões de carreira e agregar uma demanda nova. 

"A conectividade torna esse projeto particularmente interessante. Guarulhos reúne o maior
número de rotas origem-destino. Só Guarulhos tem voo direto para Ásia", exemplifica a
executiva. 

 

BNDES quer liberar verba à Rio Galeão até o fim do ano 

Por Francisco Góes | Do Rio

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) espera fechar a
operação de financiamento de longo prazo para a Rio Galeão, concessionária do aeroporto
internacional do Rio, até o fim do ano, disse ao Valor a diretora de infraestrutura do banco,
Marilene Ramos. O montante será de R$ 1,65 bilhão, sendo R$ 900 milhões para pagar um
empréstimo-ponte ao próprio BNDES, de três anos atrás. A diferença, de R$ 750 milhões,
deve ser destinada a investimentos.

O pagamento das parcelas das outorgas da concessão entre 2017 e 2022 deve ser quitada
com recursos dos sócios da concessão. 

Embora os termos finais do contrato de financiamento ainda estejam sendo negociados, para
aprovação pela diretoria do BNDES, o prazo deve ser de dez anos. "Estamos trabalhando
para fechar a operação até o fim de dezembro", disse Marilene. A Rio Galeão confirmou, via
assessoria de imprensa, que as negociações com o banco estão avançadas e com previsão
de término no fim do ano.

O financiamento vai ser possível após aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil
(Anac) da mudança na composição acionária privada do Galeão. A Odebrecht Transport
(OTP) vendeu sua parte na sociedade para chinesa Hainan HNA Infrastructure. O Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE) já deu aval favorável. 

Assim, a Hainan e a cingapuriana Changi Airports vão ficar com 51% da concessão, enquanto
a estatal Infraero mantém 49% do capital. Na parte privada, a Hainan será majoritária, com 
51%, a Changi ficará com os demais 49%. 

Marilene disse tratar-se de uma operação complexa tanto do ponto de vista negocial como
jurídico. Parte do financiamento será indireto, repassado por bancos comerciais, e até agora
o BNDES nunca havia feito operações com a HNA. 

No passado, o BNDES já realizou operações de financiamento à exportação de aeronaves da 

Embraer com a Hainan Airlines, controlada pela HNA. "Agora estamos falando da HNA
Infrastructure, responsável pelo investimento no setor aeroportuário", afirmou Luciene
Machado, superintendente de saneamento e transporte do BNDES. 

Luciene disse que o empréstimo à concessionária será possível graças à reestruturação 

societária da Rio Galeão feita este ano. Os sócios ofereceram garantias corporativas para
permitir o empréstimo. "São dois grupos sólidos [HNA e Changi]. E a reestruturação societária
viabilizou a presença de dois grupos com robustez financeira suficiente para tocar o
empreendimento, ambos têm crédito e risco aceitáveis para o BNDES fazer o financiamento
de longo prazo".

Além da HNA, o BNDES já tem outros clientes chineses. Em energia, o banco tem
relacionamentos com a State Grid, que comprou a CPFL em 2016 e atua em linhas de
transmissão no país, e com a CTG (China Three Gorges), investidora em hidrelétricas. 

 

'Hubs' mudam o mapa da aviação 

Por João José Oliveira | De São Paulo

Uma tendência iniciada há pouco mais de cinco anos na aviação brasileira vem ganhando
escala - a de hubs estratégicos, em que companhias aéreas elegem alguns aeroportos para 

concentrar operações, voos e conexões. Por isso, embora a Gol lidere atualmente o tráfego
doméstico, seguida de Latam, Azul e Avianca, o mapa da aviação ganha contornos diferentes
dependendo do aeroporto.

No Galeão, a Gol domina, com 53% da oferta de assentos que decolam desse terminal 4
carioca. Já em Brasília, é a Latam que lidera, com 45% da oferta. Se o retrato for tirado em
Guarulhos (SP), novamente, a Latam se destaca, com 41% da oferta. Já em Belo Horizonte, a
líder é a Azul, com 55% da capacidade nos voos que partem da cidade.

"A aviação brasileira mudou a malha aérea. [Está] sendo desenhada mais de acordo com o
perfil comercial das empresas, de acordo com seu público alvo, buscando vantagens
comparativas", diz o coordenador do Núcleo de Economia do Transporte Aéreo do Instituto
Tecnológico de Aeronáutica (Nectar-ITA), Alessandro Oliveira. 

Segundo o professor titular do Programa de Engenharia de Produção da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), Elton Fernandes, historicamente os maiores hubs
brasileiros sempre foram aqueles de grande demanda, em São Paulo e no Rio. Era assim o
modelo na época de Varig, Transbrasil e Vasp, nos anos 1970 e 1980, sendo replicado por
Gol e TAM desde os anos 1990. Os demais aeroportos de outras cidades apenas reproduziam
de forma proporcional esse predomínio.

Esse formato começou a mudar no Brasil com a Azul, que lançou as operações em 2008 em
Viracopos (Campinas-SP), terminal que virou alternativa ao aeroporto de Guarulhos,
dominado por Gol e Latam. Foi a estratégia usada por David Neeleman, fundador da Azul,
para furar o duopólio de então. 

Hoje, a Azul detém 95,5% da oferta nos voos que partem de Campinas. "Viracopos ainda é o
coração de nossa operação", diz o diretor de alianças e distribuição da Azul, Marcelo Bento
Ribeiro. Decolam diariamente de lá 140 voos da Azul para 54 destinos no país. É o sistema
de "hub & spoke", predominante nos Estados Unidos. Lá, a Delta Air Lines domina o oeste
americano a partir de Atlanta; a American Airlines controla o centro do país a partir de Dallas;
e a United Airlines é dona do norte tendo Chicago com base.

"O Brasil caminha para um modelo mais parecido com o dos Estados Unidos", diz o sócio da
consultoria Bain & Company, André Castellini, especialista em aviação. 

O diretor da Azul disse que embora Viracopos ainda tenha espaço para crescer, a companhia
decidiu buscar novos hubs. "O risco de ter apenas um hub é ficar muito exposto aos riscos
desse terminal. Isso ficou mais claro na crise econômica, quando cada companhia decidiu
defender suas fortalezas". Belo Horizonte foi a cidade escolhida pela Azul para um segundo
hub. De Confins, a Azul faz hoje 46 voos e atende 22 destinos.

O vice-presidente da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, observa que a aviação sempre se
concentrou em São Paulo e Rio de Janeiro, "mas percebemos nos últimos anos o
fortalecimento de Brasília, por estar no centro geográfico do país, ser capital administrativa
e ter sido um terminal incluído no primeiro pacote de concessões". Em Brasília, a Avianca faz
31 decolagens diárias para 19 destinos. "O aeroporto de Brasília tem duas pistas que podem
operar de forma independente, o que amplia a capacidade operacional", diz o executivo da
Avianca, que também usa Guarulhos, Galeão e Salvador como hubs estratégicos.

Brasília, assim como Guarulhos, Galeão, Belo Horizonte, Viracopos e Salvador têm em
comum o fato de serem aeroportos que integram o programa de concessão à iniciativa
privada. "O advento das concessões dos aeroportos atraiu investimentos que não existiram
antes, garantindo uma infraestrutura que o Brasil não tinha", diz o vice-presidente de
planejamento da Gol, Celso Ferrer.

Desde 2011, a privatização de aeroportos no Brasil gerou investimentos de R$ 10,4 bilhões.
Outros R$ 6,8 bilhões foram gastos pela Infraero em outros terminais. Assim, a capacidade
dos terminais brasileiros cresceu 63% nos últimos seis anos, para 365,8 milhões de
passageiros/ano, e a área de pátios foi ampliada em 43%, para 6,4 milhões de metros
quadrados.

Mais R$ 6 bilhões deverão ser aportados pelas concessionárias privadas nos quatro
terminais recém privatizados do terceiro ciclo de concessões: Florianópolis, Porto Alegre,
Salvador e Fortaleza, onde a Gol terá seu terceiro hub estratégico no país. Além de Fortaleza,
a Gol considera Galeão e Guarulhos como hubs estratégicos. 

A mesma estratégia tem sido usada pela Latam Brasil, que desde a fusão entre a brasileira
TAM com a chilena LAN concentrou as conexões de sua malha no país em Guarulhos e
Brasília. A Latam chegou a ter planos de ser a pioneira no Brasil em ter um hub estratégico
no Nordeste, quando anunciou, já em abril de 2015, o plano de criar um centro de operações
numa capital nordestina. Mas a recessão dos últimos anos levou o grupo a congelar planos e
adiar a escolha de um terminal, que seria em Recife, Natal ou Fortaleza. Sobrou apenas uma
alternativa para a Latam no Nordeste - o aeroporto de Natal. A Gol já ocupou Fortaleza, a
Avianca está ocupando Salvador e a Azul elegeu Recife como hub no Nordeste Brasileiro.

Nesse novo desenho da malha aérea, Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) seguem como
terminais para voos ponto a ponto. Esses aeroportos não têm infraestrutura necessária para
comportar maior volume de operações simultâneas. Porto Alegre e Natal, por sua vez, devem
ganhar relevância mais adiante, dizem especialistas. 

 

Projeto que impacta custo das aéreas deve ser votado dia 20 

Por Fabio Murakawa e Cristiane Bonfanti | Valor

BRASÍLIA  -  O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse nesta quarta-feira
(1º) que o projeto que unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e
Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene de aviação será votado no próximo dia 20 de
novembro. 

O projeto de resolução do Senado PRS 55/2015 está há meses na pauta do plenário e sua
votação já sofreu diversos adiamentos. O projeto impacta diretamente o custo das
companhias aéreas. 

A proposta, de autoria do Randolfe Rodrigues (Rede-AP), defende igualar as alíquotas em
todos os Estados. Hoje, elas variam de 3% a 25%, levando a uma guerra fiscal. 

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) defende a proposta e diz que haverá
redução de custos e ampliação da oferta de voos. O secretário de Fazenda do Paraná,
Mauro Ricardo Costa, por outro lado, considera que a diferenciação nas alíquotas permite
que Estados menores possam atrair voos e recursos para as suas regiões. 

 

B3: Gol e Azul sobem após Senado marcar votação de ICMS do querosene 

Por João José Oliveira | Valor

SÃO PAULO  -  As ações de companhia aéreas brasileiras listadas na B3 operam em alta
moderada nesta quarta-feira, dia em que o presidente do Senado, Eunício Oliveira
(PMDB-CE) apontou que o projeto que unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene de aviação será votado no
próximo dia 20 de novembro.

Por volta das 14h45, as ações da Gol subiam 0,58% para R$ 13,93, enquanto as da Azul
avançavam 0,40% a R$ 27,51. O Ibovespa subia 0,19%, a 74.447 pontos. 

O item combustível responde por 30% a 40% das despesas operacionais das empresas
aéreas, dependendo das cotações do petróleo e do dólar nos mercados internacionais, e da
 tributação em cada país. 

No Brasil, a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação vai de 3% até 25% —
percentual cobrado em São Paulo, o maior mercado para o transporte no país. 

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa Gol, Azul, Latam e
Avianca, aponta que o fato de haver diferentes alíquotas de ICMS leva as companhias aéreas
a buscarem pontos de reabastecimento que não são necessariamente os mais eficientes para
atender as malhas aéreas que operam. 

Por isso, a entidade apoia o projeto em tramitação no Senado que estabelece uma alíquota
máxima de 12% para o ICMS cobrado sobre o combustível de aviões. Segundo a Abear, essa
variação de 3% a 25% da alíquota limita a oferta de voos, a criação de nova rotas e reflete,
desta forma, no preço dos bilhetes. 

A matéria vem sendo discutida pelo Senado desde 2015 e já esteve perto de ser votada em
plenário algumas vezes, mas retornou ao debate nas comissões por falta de acordo. 

O relator da proposta, senador Telmário Mota (PTB-RR), fixou o teto em 12% ante uma taxa
de 18% na proposta original, e o termo ‘querosene’, previsto na primeira proposta, foi
substituído por ‘combustível’ de aviação — para beneficiar também empresas de transporte
aéreo que utilizam gasolina de aviação. 

 

Justiça bloqueia ações da Avianca 

Por João José Oliveira | São Paulo

A Avianca Brasil teve as ações detidas por seu controlador José Efromovich bloqueadas pelo
Tribunal de Justiça de São Paulo, em uma ação movida em São Paulo pela Chubb Seguros
Brasil e pela Fator Seguradora. O bloqueio deve-se a dívidas de estaleiros controlados por
Germán Efromovich, irmão de José. 

 

Lucro operacional de aéreas dos EUA cai 20% em nove meses de 2017 

Por João José Oliveira | Valor

SÃO PAULO  -  As companhias aéreas dos Estados Unidos tiveram um lucro operacional
antes de juros e impostos de US$ 14,7 bilhões, entre janeiro e setembro deste ano, queda
de 20,11% ante o apurado em igual período de 2016, informou nesta quarta-feira a Airlines for
Americas, entidade que reúne as nove maiores empresas americanas de aviação. As aéreas
Alaska, Allegiant, American, Delta, Hawaiian, JetBlue, Southwest, Spirit e United fazem parte
da associação.

A margem de lucro dessas empresas recuou de 15,5% nos nove primeiros meses de 2016
para 12% em igual período deste ano. 

Combustíveis mais caros por causa da valorização do petróleo em 2017 ante 2016 e retração
da tarifa média por causa de maior concorrência entre as companhias afetou o ganho
operacional do setor. 

Entre as três maiores empresas do setor, a American Airlines, maior companhia aérea dos 

Estados Unidos, registrou lucro líquido de US$ 624 milhões no trimestre encerrado em
setembro deste ano, ganho 15,3% menor que o apurado em igual período de 2016. 

A Delta Air Lines, sócia minoritária da brasileira Gol, registrou no terceiro trimestre deste ano 

um lucro líquido de US$ 1,18 bilhão, 6,4% menor que o apurado em igual período de 2016. 

E a United Airlines, terceira maior companhia aérea dos Estados Unidos e sócia minoritária,
no Brasil, da Azul, teve no terceiro trimestre deste ano lucro líquido de US$ 637 milhões, um
ganho 34% menor que o apurado em igual período de 2016. 

A associação disse que a taxa de voos cancelados este ano está em 1,5%, ante 1,2% em
2016. A taxa média de pontualidade caiu, com um percentual de 78,2% para pousos no
horário, ante 81,4% um ano atrás. 

 

Frete aéreo mundial cresce 9,2% em setembro, segundo Iata 

Por João José Oliveira | Valor

SÃO PAULO  -  O transporte aéreo mundial de cargas cresceu 9,2% em setembro deste ano
na comparação com o mesmo mês de 2016, informou nesta quarta-feira a Associação
Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que reúne as 275 maiores companhias de aviação
do mundo. 

O desempenho em setembro superou a média mensal histórica de expansão apurada pelo
setor ao longo dos últimos cinco anos, que é de 4,4%. 

A capacidade oferecida pelo setor também aumentou em setembro na comparação anual,
mas a um ritmo menor, de 3,9%. A taxa de ocupação para o frete aéreo melhorou em 2,2%,
para 45,5%. 

Entre os principais mercados da aviação no mundo, a região que apresentou o melhor
desempenho foi a da Europa, que teve em setembro aumento de 10,3% no frete de cargas. 

Na América Latina, o frete aéreo também cresceu, com variação de 7,6%. Segundo a Iata, o
incremento do transporte de cargas nos mercados latino-americanos reflete a melhora da
atividade econômica na região, em especial no Brasil, que em termos de volume está
retornando aos patamares de 2014, anteriores à crise. 

 

 

 


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