Clipping

03/09/18

CLIPPING 03/09/2018

JORNAL O GLOBO

Incêndio durante pouso de avião deixa 18 feridos na Rússia

https://oglobo.globo.com/mundo/incendio-durante-pouso-de-aviao-deixa-18
-feridos-na-russia-23030814#ixzz5Q2P4ZjOk
 

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Companhia aérea passa a permitir que passageiro despache mala sozinho

SÃO PAULO

Desde a última sexta (24), os passageiros que embarcam em voos da Gol no aeroporto do
Galeão, no Rio de Janeiro, podem despachar suas bagagens sem passar por nenhum
funcionário.

A empresa inaugurou quatro guichês automáticos para deixar a mala, sistema que já existe
em alguns aeroportos do exterior, mas que até então não era adotado por companhias aéreas
da América Latina.

Para utilizá-lo, o cliente precisa fazer check in em um dos quiosques de autoatendimento do
terminal, mesmo que já tenha feito a operação pela internet. É ali que serão impressos o
cartão de embarque do voo e a etiqueta da bagagem, igual às que os funcionários colam na
mala nos guichês regulares.

Depois, o passageiro deve ir para os guichês intitulados “bagagem expressa” e escanear o
cartão de embarque e a etiqueta da mala. Então, pode colocá-la na esteira.

Segundo a empresa, o sistema será instalado no aeroporto de Guarulhos até o final do ano.

A companhia estima que cada guichê possa atender até 60 clientes por hora, o triplo de um
guichê manual.

“Os novos equipamentos otimizam o tempo dos passageiros e garantem uma experiência de
viagem adequada a cada perfil”, disse o diretor de operações aeroportuárias da Gol, José Luiz
Belixior.

A Infraero chegou a anunciar em maio a implantação do mesmo sistema em sete terminais
que administra: Recife (PE), Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Curitiba (PR),
Belém (PA), Goiânia (GO) e Maceió (AL), começando pelo aeroporto da capital
pernambucana. O equipamento seria compartilhado pelas companhias aéreas que atuam
em cada terminal.

Mas a empresa afirmou em nota que, apesar de “estar preparada para a implantação da
solução de autodespacho de bagagem”, ela está suspensa temporariamente por uma liminar
do Tribunal Regional Federal da 1ª Região a favor do Sindicato Nacional das Empresas
Aeroviárias (SNEA).

 

Avião russo sai da pista em Sochi e deixa 18 feridos

MOSCOU

Um avião russo de passageiros saiu da pista neste sábado (1º) no aeroporto de Sochi, no sul
da Rússia, pegando fogo e ferindo 18 pessoas. 

A agência estatal de notícias RIA disse que uma pessoa morreu, mas a informação não foi
confirmada pelo Ministério da Saúde.

O Boeing 727-800 da Utair levava 170 ocupantes, dos quais seis tripulantes, e ia de Moscou
para Sochi. Segundo a RIA, ele não freou a tempo após a aterrissagem. 

Chovia forte e ventava muito no momento do pouso, segundo a autoridade da aviação civil
russa Oleg Smirnov.

O aeroporto de Sochi afirmou que o fogo que atingiu a aeronave foi apagado em oito minutos
e que todos os ocupantes foram retirados do avião dentro de 17 minutos. 

 

Latam reduz pela metade tempo de troca de motores de A320

Guilherme Magalhães

Quem trabalha com aviação conhece o mantra: avião foi feito para voar. O que significa que o
tempo em solo, especialmente quando uma aeronave se encontra em manutenção, é precioso.

A Latam recentemente conseguiu um feito interessante: reduzir quase pela metade o tempo de
troca de motores de um avião.

Mais de 25 técnicos da companhia estiveram envolvidos em uma operação que, pela primeira
vez, substituiu os dois motores de um A320 simultaneamente.

O tempo de troca tradicional, de 38 horas, foi reduzido para cerca de 20 horas.

A troca ocorreu no hangar da Latam no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Normalmente
é substituído um motor de cada vez para realizar rodízio, como se faz com os pneus de um
carro.

A diminuição do tempo de manutenção das aeronaves é importante porque gera menos
impacto na malha aérea.

Mesmo com a redução no tempo, porém, a Latam informou que seguiu todos os protocolos
de segurança previstos.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Avião pega fogo durante pouso e deixa 18 feridos em Sochi, na Rússia

https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,aviao-pega-fogo-durante-pouso-e
-deixa-18-feridos-em-sochi-na-russia,70002483409

 

CORREIO BRAZILIENSE

Segundo maior avião cargueiro do mundo pousa em Brasília

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/09/02/interna
_cidadesdf,703463/segundo-maior-cargueiro-do-mundo-o-antonov-124-pousou
-em-brasilia.shtml

 

G1

Após dois anos, aeroporto de São José retoma operação de voos comerciais

https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2018/09/03/apos-2-anos-aeroporto-de
-sao-jose-retoma-operacao-de-voos-comerciais.ghtml

Infraero prevê entregar novo aeroporto de Macapá em 2019 após 15 anos
em obras

https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2018/09/03/infraero-preve-entregar-novo-aeroporto
-de-macapa-em-2019-apos-15-anos-em-obras.ghtml

Tarifas do aeroporto de Florianópolis têm reajuste de 4,39%

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2018/08/31/tarifas-do-aeroporto
-de-florianopolis-tem-reajuste-de-439.ghtml

Aeroporto de Ponta Grossa retoma voos regulares neste sábado (1º)

https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2018/08/31/aeroporto-de-ponta
-grossa-retoma-voos-regulares-neste-sabado-1o.ghtml

Indústria paraibana desenvolve aeronave esportiva que deve decolar
em 2019

https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2018/09/01/industria-paraibana-desenvolve
-aeronave-esportiva-que-deve-decolar-em-2019.ghtml

 

HORA 1

Congresso tenta votar alterações nas regras de capital estrangeiro
em empresas aéreas

https://globoplay.globo.com/v/6991322/

 

DCI

Anac reajusta tarifas dos aeroportos de Salvador e Florianópolis

https://www.dci.com.br/servicos/anac-reajusta-tarifas-dos-aeroportos-de-salvador
-e-florianopolis-1.736730

 

PANROTAS

Com 108 destinos, Azul planeja novas bases; veja o Trocando Ideia

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/com-107-destinos-azul
-planeja-novas-bases-veja-o-trocando-ideia_158411.html

Gol lança compra antecipada de serviços em canais digitais

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/gol-lanca-compra
-antecipada-de-servicos-em-canais-digitais_158386.html

Azul abre as portas de centro de manutenção pesada em BH; conheça

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/azul-abre-as-portas-de-centro
-de-manutencao-pesada-em-bh-conheca_158372.html

 

MERCADO E EVENTOS

American Airlines confirma aposentadoria de B767s e E190s até 2021

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/american-airlines-confirma
-aposentadoria-de-b767s-e-e190s-ate-2021/

Avianca Brasil lança promoção relâmpago com passagens a R$ 99

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/avianca-brasil-lanca-promocao
-relampago-com-passagens-a-r-99/

Air China registra US$ 9,4 bilhões de receita e 28 novas rotas no 1° semestre

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/air-china-registra-aumento-na-receita
-em-2017-com-crescimento-na-demanda/

Gol lança venda de serviço com antecedência nos canais digitais

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-lanca-venda-de-servico
-com-antecedencia-nos-canais-digitais/

RIOgaleão leva profissionais norte-americanos para conhecer Rio e
Foz do Iguaçu

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/riogaleao-leva-profissionais
-norte-americanos-para-conhecer-rio-e-foz-do-iguacu/

Mulheres são as que mais compram passagens aéreas no Brasil,
diz pesquisa

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/curiosidades/mulheres-sao-as-que
-mais-compram-passagens-aereas-no-brasil/

M&E conhece o hangar da Azul que fará manutenção dos novos
A320neo; fotos

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/conheca-o-hangar-da
-azul-que-fara-manutencao-dos-novos-a320neo/

 

VALOR

Novas regras devem criar mais voos regionais 

Por João José Oliveira | De São Paulo 

A aviação brasileira vai passar por mudanças a partir do próximo ano. As alterações propostas
pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretendem atualizar critérios usados para
classificar tipos de voos e tamanhos de aeronaves. Para grandes companhias e operadoras
de taxi aéreo, as novas regras devem estimular o lançamento de mais rotas regionais, mas
podem encarecer serviços.

"Um de nossos principais objetivos é separar o que é modelo de negócio do que é segurança.
Não é papel da agência determinar modelos de negócios, mas garantir a segurança", disse o
diretor geral da Anac, Ricardo Fenelon Jr. "Prorrogamos o prazo da audiência [pública] para
que não haver impacto de custos nas empresas", disse ele. O prazo para colher propostas
da sociedade civil terminaria em 3 de agosto, mas foi estendido para 17 de setembro.

Após concluída a audiência pública, o diretor da Anac disse que a agência vai trabalhar na
redação final do texto. "Esperamos ter esse texto definido até o fim do primeiro semestre de
2019. Depois disso, as empresas terão três anos para se adequarem às regras, para que o
mercado possa se adaptar as mudanças", disse Fenelon. 

A regulamentação atual divide o transporte aéreo em cinco modalidades. Nas classificações
doméstica e de bandeira estão os voos regulares operados por grandes companhias, que
usam aviões grandes, com mais de 30 assentos. As outras três são: por demanda (o táxi
aéreo), suplementar (caso de fretamentos de turismo, por exemplo) e complementar (voos
regionais feitos com pequenas aviões, para até 9 passageiros).

O texto que a Anac colocou em audiência pública propõe apenas duas modalidades: a
regular (ou agendada) na qual a companhia aérea determina local e horário de partida e
destino do voo; e a não-regular (não agendada), para qualquer voo que não seja regular. 

"Na prática, apenas estamos deixando mais claras as regras que já existem", disse o diretor
da Anac. Segundo ele, a agência foi procurada por empresas que tinham planos de lançar
novos negócios no Brasil, mas ficaram em dúvida sobre a legislação existente. 

Um dos casos foi o da Two Flex, que faz voos regionais com aviões pequenos, para até nove
passageiros. "Essa desregulamentação vai favorecer a aviação regional", diz o presidente da
empresa, Rui Aquino, um dos sócios da empresa junto com Anderson Marchi Davo, herdeiro
do grupo de logística JadLog, e Luiz Falco, presidente da CVC. A regulamentação atual, na
visão da companhia, limitava seus planos de expansão de malha.

A Two Flex é dona de 18 aviões turboélices Cessna Gran Caravan, que transportam até nove
passageiros. A companhia faz voos regionais, ligando cidades no interior de Minas Gerais,
por exemplo. Pela atual legislação, a empresa não pode fazer mais do que 15 frequências
semanais. Se quisesse ampliar essa operação, teria que buscar certificação de uma grande
companhia de bandeira.

O problema, diz Aquino, é que nessa modalidade, a de bandeira para voos regulares, os
atuais requisitos impostos pela legislação - relacionados por exemplo a tripulação,
certificações de frota, e infraestrutura mínima de aeroportos -, são desenhados para grandes
empresas como Gol, Latam, Azul e Avianca, que usam jatos para mais de 160 passageiros, 
atendendo milhões de pessoas.

Com a flexibilização da regra, o sócio da Two Flex diz que a empresa poderá voar para mais
cidades. O plano, diz, é conectar destinos secundários e terciários aos aeroportos usados
pelas grandes companhias. "Vamos alimentar os hubs [aeroportos que concentram grande
número de operações, voos e conexões] das grandes aéreas", disse Aquino. Ele planeja
investir US$ 18 milhões e ampliar a frota para 30 aviões até 2020.

O presidente da TAM Aviação Executiva, Leonardo Fiuza, também presidente do conselho da
Associação Brasileira da Aviação Geral (Abag), que representa empresas de taxi aéreo e
donas de aviões particulares, concorda que a nova legislação proposta pela Anac tem
potencial para estimular a aviação regional no país. "Nós não temos planos de atuar nesse
segmento [aviação regional]. Mas se houver expansão da aviação geral, nós seremos
beneficiados porque a demanda por manutenção, por serviços aeroportuários e por compra
de peças, negócios em que atuamos, também vai crescer".

Fiuza ponderou que os operadores de taxi aéreo ainda têm preocupações com o texto
proposto pela Anac. Isso porque além de ajustar modalidades de voos, a agência vai mexer
na classificação de tamanho de aeronaves. Na proposta da agência, o conceito de aeronave
grande, atualmente um equipamento com mais de 30 assentos, passaria a ser válido para
modelos com mais de 19 lugares para passageiros.

"Isso pode inviabilizar negócios para a empresa de taxi aéreo", diz a diretora superintendente
de fretamento, gerenciamento e manutenção de aeronaves da Líder Aviação, Bruna
Assumpção Strambi. Segundo ela, algumas operadoras de taxi aéreo, que fazem voos com
jatos executivos para mais de 19 pessoas, teriam que assumir custos semelhantes aos
cobrados de companhias aéreas comerciais.

O diretor da Anac diz que apenas 44 aviões - em um universo de 1,3 mil aeronaves que
pertencem a 120 empresas de taxi aéreo - devem mudar de categoria com a nova regra. "E
mesmo assim, estamos ouvindo o mercado para mitigar esses impacto", disse Fenelon. 

Para a sócia do Simões Sociedade de Advogados, Adriana Simões, especialista em aviação,
o texto proposto pela Anac tem outros pontos que geram dúvidas. Na visão da advogada, as
operações por demanda deixam de ser exclusivas dos taxis aéreos. "As grandes companhias
aéreas poderão operar serviços de táxi aéreo em sua própria estrutura. Isso tem o potencial
de gerar uma concorrência estarrecedora para as empresas de táxi aéreo, que possuem
estruturas muito mais modestas", diz ela.

Para o diretor de alianças da Azul, Marcelo Bento Ribeiro, a intenção da Anac é positiva
porque pode efetivamente ampliar a conectividade aérea no país, com ampliação de voos
regionais operados por aviões menores. 

Mas o executivo da terceira maior aérea do país pondera que a agência precisa deixar claro
que as empresas que venham a operar voos regionais com aviões menores também devem
ser submetidas às devidas obrigações legais. Isso significa, por exemplo, pagar alimentação
e hospedagem ao passageiro em casos de voos atrasados ou cancelados. 

"Entendemos que a Anac quer arrumar a legislação sobre o assunto e viabilizar a exploração
de linhas aéreas regulares por aeronaves de pequenos porte", diz Ribeiro. "Mas as exigências
válidas para o direito do consumidor, por exemplo, têm que valer para todas as empresas, ou
teremos concorrência desigual". 

O diretor da Anac disse que qualquer empresa aérea que fizer voo regular,
independentemente do tamanho do avião, vai ter que cumprir o código de direitos do
consumidor. 

Procuradas, Gol, Latam e Avianca disseram que o assunto está sendo tratado pela
Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). Mas a entidade ainda não fechou
questão. "Nessa fase, em que a Anac ainda está colhendo sugestões do setor, preferimos
aguardar, apurar a posição dos associados", disse o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. 


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