Clipping

01/12/17

CLIPPING 01/12

JORNAL O GLOBO

Vídeo mostra Romero Jucá discutindo com passageira em voo para SP

https://oglobo.globo.com/brasil/video-mostra-romero-juca-discutindo-com-passageira-em-voo

-para-sp-22131861#ixzz500MdCafw 

American Airlines não tem pilotos escalados para centenas de voos no fim
de dezembro

https://oglobo.globo.com/economia/american-airlines-nao-tem-pilotos-escalados-para-centenas-de
-voos-no-fim-de-dezembro-22134632#ixzz500MjNeZB
 

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Infraero decide não fazer aporte de R$ 1,4 bilhão no aeroporto do Galeão

ALEXA SALOMÃO

DE EDITORA DE "MERCADO"

JULIO WIZIACK

DE BRASÍLIA

JOANA CUNHA

DE ENVIADA ESPECIAL AO RIO

O Conselho de Administração da Infraero decidiu em reunião na quarta-feira (29) que não vai
fazer o aporte previsto na concessionária RioGaleão, que administra o Aeroporto Internacional
Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

O investimento, no valor de R$ 1,4 bilhão, faz parte do acordo para que a chinesa HNA entre
na concessionária no lugar da Odebrecht. Sem o aporte, há risco de a HNA não assumir o
empreendimento, o que exigiria a busca de novo parceiro privado para o aeroporto carioca.

A Infraero tem o compromisso de acompanhar os sócios privados na capitalização de
aeroportos em que tem 49% de participação. Além do Galeão, estão previstos aportes em
Confins (Minas Gerais) e Guarulhos (São Paulo).

Na ata da reunião, a qual a Folha teve acesso, o conselho de administração argumenta que,
após análise do aporte bilionário, foi constatado que a Infraero terá "taxa interna de retorno
negativa" com o investimento, ou seja, prejuízo.

No documento, o colegiado do conselho diz que entende se a União tiver uma visão diferente
e que ela pode "destinar recurso orçamentário e financeiro na Infraero, com essa destinação
específica, que será regularmente cumprida" pela estatal.

MANOBRA POLÍTICA

Segundo a Folha apurou a decisão não é apenas técnica. Faz parte de estratégia de parte do
PR para força a saída da chinesa HNA e abrir espaço para colocar na mesa uma negociação 

pela "reestatizar" dessa fatia do Galeão. O PR é ligado ao ex-deputado Valdemar Costa Neto,
que tem forte influência na Infraero.

A ala ligada a Costa Neto têm minado o plano de privatização do setor aeroportuário, segundo
fontes ligadas ao setor. A expectativa é que amplie a ofensiva principalmente para aproveitar o
vácuo de poder que vai ocorrer nessa área no governo. O ministro dos Transportes, Maurício
Quintella, que é de outra ala do PR, se licenciará do cargo em breve para disputar as eleições
em seu Estado.

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) tenta reverter a decisão e impor que a estatal faça o
aporte. Pessoas que participam dessas discussões afirmam que o investimento pode ser feito
com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac).

Procurada, a Infraero declarou que "a decisão do conselho administrativo da Infraero é apenas
uma etapa no processo que analisa o pedido de recursos feito pela Rio Galeão. À Infraero
cabe uma deliberação de natureza técnica. A decisão final cabe ao governo federal.

Em nota, a concessionária RioGaleão diz esperar que os processos seguirão seus trâmites
sem sobressaltos.

"A RioGaleão está confiante que a conclusão da reestruturação societária nas próximas
semanas, o reperfilamento da outorga já pactuado com Ministério dos Transportes e Anac e
a liberação do empréstimo de longo prazo pelo BNDES até o fim do ano irão garantir a
sustentabilidade da concessão."

A HNA é operadora de aeroportos, com 13 empreendimentos sob sua administração, mas
também tem um braço de companhia aérea. Ela é a mesma que em 2015 fechou acordo com
a Azul para comprar uma fatia de 23,7% do capital da companhia aérea brasileira.

Na operação no Galeão, ela vai substituir a Odebrecht Transport, assumindo 51% da parte
privada. Os outros 49% vão ficar com a Changi, que amplia a sua participação, que antes era
de 40%. Juntas, as duas ficam com 51% do Galeão. Em 2013, o consórcio liderado pela
Odebrecht arrematou o Galeão com um lance de R$ 19 bilhões, 294% de ágio. Arrastadas
pela Lava Jato, a empresa não teve condições de cumprir compromissos financeiros. 

 

Consultoria contratada por Infraero recomenda privatização da estatal

DIOGO BERCITO

DE MADRI

Estudo da consultoria Roland Berger, contratada para fazer a avaliação da Infraero, recomenda
a uma "privatização gradual" da estatal, segundo a Folha apurou.

A proposta é que sócios privados assumam de 30% a 40% da estatal e ampliem
gradativamente essa fatia. A sugestão leva em consideração, em parte, o modelo de
concessão da Aena (Aeroportos Espanhóis e Navegação Aérea), criada em 1991 durante uma
reestruturação do setor na Espanha.

Foi o estudo da mesma Roland Berger que concluiu a inviabilidade financeira do aporte da
Infraero no Galeão. No entanto, a consultoria diz que faria sentido a União fazer o investimento.
Em 30 anos, o Estado receberia em outorga e impostos mais de R$ 16 bilhões em valores de
hoje.

MODELO

A Aena foi concedida a iniciativa privada em 2015. O governo aprovou a entrada de 49% de
capital privado –as ações subiram mais de 20% só no primeiro dia, batendo o recorde europeu
de 2011 e o espanhol de 1998.

As ações, que foram vendidas por € 58, hoje são negociadas a € 160. Quase o triplo.

Com a privatização, o Estado manteve o controle de 51% da empresa e, ao mesmo tempo,
arrecadou € 4,2 bilhões (na cotação atual, cerca de R$ 16 bilhões).

O principal acionista depois do governo espanhol é o fundo britânico TCI (The Children's
Investment Fund), seguido pelo bilionário húngaro-americano George Soros, além de fundos
soberanos como o de Abu Dhabi, dos Emirados Árabes.

Somada à sua atuação na Espanha, a Aena tem hoje participação nos aeroportos de países
como o México, os Estados Unidos e a Suécia.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Mesmo com não aprovação do projeto de ICMS, cenário para aviação
em 2018 segue positivo

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,mesmo-com-nao-aprovacao-do-projeto

-de-icms-cenario-para-aviacao-em-2018-segue-positivo,70002103647

Com taça da Libertadores na cabine, piloto gremista faz melhor voo de
sua vida

http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,com-taca-da-libertadores-na-cabine-piloto
-gremista-faz-melhor-voo-de-sua-vida,70002103611

Linha aérea venezuelana é proibida de voar para a UE

http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,linha-aerea-venezuelana

-e-proibida-de-voar-para-a-ue,70002103621

 

O ESTADO DE MINAS

Voar pela Pampulha sai mais caro do que pelo Aeroporto de Confins

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/12/01/internas_economia,921120/
voar-pela-pampulha-sai-mais-caro-do-que-pelo-aeroporto-de-confins.shtm

BH terá voo direto para Orlando a partir de domingo

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/30/internas
_economia,921017/bh-tera-voo-direto-para-orlando-a-partir-de-domingo.shtml

 

G1

Voos para os aeroportos no interior e litoral do Piauí são suspensos

https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/voos-para-os-aeroportos-no-interior-e-litoral-do-piaui
-sao-suspensos.ghtml

Gol inicia venda de voos para o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte

https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/gol-inicia-venda-de-voos-para-o-aeroporto-da-pampulha
-em-belo-horizonte.ghtml

 

DCI

Gol na Pampulha pode iniciar briga entre aeroportos

http://www.dci.com.br/servicos/gol-na-pampulha-pode
-iniciar-briga-entre-aeroportos-id667207.html

 

PANROTAS

Gol voará de Navegantes (SC) a Buenos Aires no verão

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/2017/11/gol-voara
-de-navegantes-sc-a-buenos-aires-no-verao_151647.html?lista

 

MERCADO E EVENTOS

Avianca apresenta menu elaborado pelo chef Thomas Troisgros para seus
voos internacionais; fotos

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/avianca-apresenta-menu-elaborado-pelo
-chef-thomas-troisgros-para-seus-voos-internacionais-fotos/

Gol aumenta oferta entre Navegantes e Buenos Aires durante o verão

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-aumenta-oferta-entre-navegantes
-e-buenos-aires-durante-o-verao/

BH Airport fará recepção especial durante voo inaugural da Azul para
Orlando

http://www.mercadoeeventos.com.br/uncategorized/bh-airport-fara-recepcao-especial-durante
-voo-inaugural-da-azul-para-orlando/

RIOgaleão realiza 1° simulado de emergência de alta complexidade

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/riogaleao-realiza-1-simulado-de

-emergencia-de-alta-complexidade/

American aumenta oferta e voo entre Belo Horizonte e Miami passa a 

ser diário

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/american-aumenta-oferta-e-voo-entre
-belo-horizonte-e-miami-passa-a-ser-diario/

MTur e IATA discutem estratégias para fomento da aviação comercial
no país

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/mtur-e-iata-discutem-estrategias-para
-fomento-da-aviacao-comercial-no-pais/

American: falta de pilotos pode afetar 15.000 voos entre 17 e 31
de dezembro

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/american-falha-no-sistema-pode
-afetar-15-000-voos-entre-17-e-31-de-dezembro/

Gol inicia venda de passagens para voos entre Pampulha e Congonhas

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-inicia-venda-de-passagens-para-voos
-entre-pampulha-e-congonhas/

 

VALOR

Decisão do Senado pode afetar avanço do setor 

Por João José Oliveira | De São Paulo

As ações das duas companhias aéreas negociadas na bolsa brasileira, Gol e Azul, fecharam
ontem em baixa de 2,84% e 3,17%, respectivamente, em uma reação negativa do mercado à
rejeição, no Senado, da proposta que fixava um limite para a alíquota de combustível para
aviação. 

O Senado rejeitou, anteontem à noite, o projeto que fixaria alíquota máxima para cobrança do
ICMS incidente nas operações internas com combustível de aviação em 12% para as
empresas de transporte aéreo regular e não regular e serviços aéreos especializados. "Apesar
de não colocarmos isso na conta (e nem o mercado), havia uma pequena expectativa do
mercado (com uma baixa probabilidade) que isso passaria", escreveram analistas do BTG
Pactual em relatório.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, disse
que a não aprovação do projeto vai impedir a retomada do crescimento do transporte aéreo e
a criação de novos voos no país. "A decisão afasta a aviação comercial das boas práticas
internacionais e coloca obstáculos para o aumento da competitividade do setor e à
democratização do transporte aéreo", afirmou. "Se fazia sentido cobrar imposto alto há dez
anos quando a aviação era artigo de luxo, hoje não faz mais sentido porque o modal aéreo
triplicou de tamanho, atende mais de 100 milhões de brasileiros e virou transporte de massa."

Segundo a Abear, que representa as empresas Gol, Latam, Azul e Avianca, a proposta
reduziria custos no setor e abriria espaço para a criação de 198 novas frequências. Isso seria
possível, aponta a entidade, porque o combustível responde por uma fatia de 30% a 40% dos
custos operacionais de uma companhia aérea, dependendo da cotação do dólar e do preço do
petróleo no mercado internacional. Com menos tributação, algumas rotas hoje comercialmente
inviáveis poderiam se tornar financeiramente rentáveis.

A Abear afirma ainda que as diferentes alíquotas de ICMS conforme o Estado, variando de 3%
a 25%, levam as companhias a escolher pontos de reabastecimento que não são os mais
eficientes sob critérios operacionais e financeiros. 

 

Avianca encerra disputa com sócio e se aproxima de acordo com United 

Por João José Oliveira | De São Paulo

A Avianca Holdings, grupo de aviação colombiano, chegou ontem a um acordo com o grupo
Kingsland, segundo maior acionista da companhia, para encerrar processos judiciais na
Justiça de Nova York, nos Estados Unidos, uma ação que estava travando o andamento das
negociações de parceria entre a companhia e a United Airlines, terceira maior aérea dos
Estados Unidos.

"Como dissemos o tempo todo, o processo do Kingsland não tinha mérito e fora aberto de
forma prematura. Estamos satisfeitos por as partes chegarem a um acordo e desistirem das
ações", afirmou o presidente da Avianca, Hernán Rincón, por meio de nota. 

Em 28 de fevereiro deste ano, a Kingsland, do empresário panamenho Robert Kriete, que
detém 14,46% das ações da Avianca holdings, ingressou na Suprema Corte do Estado de
New York contra Germán Efromovich, o irmão José Efromovich e a Synergy Aerospace
 Corporation - dona de 51,5% da holding. Ele queria impedir por ordem judicial que o grupo
aéreo colombiano seguisse adiante com a transação de sociedade com a americana United
Airlines, um negócio que começou a ser costurado formalmente em fevereiro deste ano.

Kriete acusava os Efromovich de usarem o negócio para benefício próprio em detrimento da
companhia e dos demais acionistas. 

A Avianca Holdings e seus controladores responderam abrindo um processo, também na corte
de Nova York, acusando a Kingsland de agir de má fé e contra os interesses da companhia. 

Agora, com o fim das ações judiciais, a negociação entre a Avianca Holdings e a United
Airlines ganha fôlego. "A Avianca agora está olhando além do litígio. As negociações com a
United estão progredindo", afirmou Rincón. 

Na teleconferência de resultados da Avianca, na semana passada, Rincón afirmou que o
grupo está "a algumas semanas" de finalizar o acordo de parceria com a United Airlines, a
terceira maior companhia aérea americana. "Estamos trabalhando para a que a assinatura do
acordo ocorra ainda este ano calendário", afirmou. 

Avianca e United já possuem acordos de compartilhamento de voos ("code-share") porque
integram a mesma aliança de companhias aéreas, a Star Alliance. O plano agora é aprofundar
esses laços e estabelecer um novo contrato por meio do qual as duas poderão desenvolver e 

operar, de forma conjunta, rotas entre América Latina e os Estados Unidos. 

A Avianca Holdings é controlada pelo grupo Synergy, do empresário Germán Efromovich, que
é irmão de José Efromovich, dono da Avianca Brasil. Apesar do parentesco entre os dois
controladores, as duas empresas são separadas e independentes. 

Por isso, Avianca Holdings e Avianca Brasil estudam uma fusão, uma operação que será feita
após a conclusão do negócio entre United e a aérea colombiana. 

No ano passado, a Avianca Brasil transportou 9,2 milhões de passageiros, 14,5% mais que em
2015. É dona de 13% da demanda local. Nos seis primeiros meses do ano - últimos dados
disponíveis -, a aérea teve prejuízo de R$ 142,5 milhões e receita de R$ 1,4 bilhão. 

Já a Avianca Holdings fechou 2016 com 29,5 milhões de passageiros embarcados. Sua
receita líquida no terceiro trimestre de 2016 - dados públicos mais recentes - foi de
US$ 1,1 bilhão, para um lucro líquido no período de US$ 102,1 milhões. 

 

Com Joon, Air France busca jovens de estilo 'hipster' 

Por Bloomberg

O que falta à França corporativa em potencial de redução de custos, ela tem de sobra em
estilo. Pelo menos, esta parece ser a receita da Joon, a mais recente iniciativa do grupo Air
France-KLM, que começa a operar nesta semana. 

O discurso de vendas é assim: comissários de bordo que entendem de tecnologia e de moda
oferecem itens como suco de baobá e salada de quinoa orgânica, enquanto jovens vão de
Paris a Barcelona e ao Brasil com passagens com desconto, assistindo a vídeos por streaming
sobre as nuvens. 

A realidade, é claro, é um pouco menos glamourosa: o discurso "hipster" simplesmente doura
a pílula. Sob as aparências, Joon, uma maneira de dizer "jeune", que em francês significa
"jovem", é o resultado de uma mentalidade realista na maior companhia aérea da Europa,
concebida para aumentar os resultados reduzindo mais os custos do que os preços das
passagens.

O que está em jogo é a capacidade da Air France de defender as rotas europeias contra novas
investidas das companhias aéreas de baixo custo, lideradas pela Ryanair Holdings, ao mesmo
tempo em que combate o crescente desafio dos descontos nos lucrativos mercados de longa
distância. 

A Joon representa a segunda tentativa recente do grupo para reduzir os gastos, já que a
primeira foi descartada em meio a protestos em que os funcionários atacaram os gerentes. 

Segundo analistas, a empresa precisa que essa nova tentativa dê certo antes que os preços
do petróleo se recuperem - ou colocará em risco um ressurgimento de seu negócio, que levou
o lucro operacional a dar um salto de 44% nos primeiros nove meses e fez com que o preço
das ações dobrasse graças à recuperação do número de viajantes franceses após uma série
de ataques terroristas.

"A Air France precisa melhorar seu desempenho de custos em relação aos concorrentes, a
fim de prosperar em um ambiente que pode não ser tão benigno quanto o que temos hoje",
disse Andrew Lobbenberg, analista de aviação do HSBC Holdings em Londres. "É isso que a
Joon busca." 

A nova unidade, a quarta marca da Air France, junto com a companhia aérea principal, a
unidade de distâncias curtas Transavia e o braço regional Hop!, terá como sede o aeroporto
de Paris Charles de Gaulle e seus voos deverão começar hoje. 

Inicialmente, a empresa voará para Barcelona, Berlim, Lisboa e Porto, antes de adicionar, a
partir do próximo ano, destinos mais distantes, como Seychelles e Fortaleza, no Brasil. A
empresa também solicitou voos aos Estados Unidos. Entre outras rotas previstas estão
Roma, Nápoles e Oslo, além de Istambul, Cairo e Teerã, no Oriente Médio, e Cidade do
Cabo, na África do Sul, disse o CEO da Joon, Jean Michel Mathieu, em entrevista ontem.

Os preços das passagens não estarão na faixa mais barata. Um trecho de ida para Lisboa no
dia 8 de janeiro custa a partir de € 50, de acordo com o site da Joon. Daí o foco em ser cool
(a tripulação de cabine usará uma camiseta polo azul vibrante e tênis branco parecido com o
famoso modelo Stan Smith, da Adidas), porque a Joon pretende atrair uma clientela atenta ao
preço, mas que também atribua um alto valor à tecnologia e a aspectos do estilo de vida.

 

Gol inicia voos da Pampulha, que volta a ter aviação comercial regular 

Por João José Oliveira | Valor

SÃO PAULO  -  A Gol, maior companhia aérea do país por passageiros transportados, inicia
nesta quinta-feira as vendas de bilhetes para a nova rota da companhia, partindo do aeroporto
da Pampulha, em Belo Horizonte, com destino a São Paulo (Congonhas). A decisão marca
formalmente a volta do terminal à malha aérea comercial regular de passageiros atendida por
aeronaves de grande porte.

“Com a nova operação na Pampulha, a Gol atuará em cinco bases de Minas Gerais,
reforçando a presença no Estado”, disse o vice-presidente de Planejamento da companhia,
Celso Ferrer. 

Inicialmente, os clientes da Gol terão à disposição duas frequências por dia, em vigor a partir
de 22 de janeiro de 2018, em horários nos períodos da manhã e da tarde. As aeronaves
utilizadas neste aeroporto serão os Boeing 737-700, com capacidade para até 138
passageiros. 

Desde 2005, a Pampulha tinha autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para
atender apenas voos executivos e regionais, realizados por aeronaves de capacidade para
até 72 passageiros. Mas em outubro de 2017, o Ministério dos Transportes revogou as
restrições, liberando o aeroporto para operar jatos maiores, com capacidade superior a 110
passageiros.

Conforme a distribuição dos slots definidos pela Anac no último dia 13 de novembro, a
participação de mercado para a temporada verão — março a outubro de 2018 — no aeroporto
da Pampulha levando em conta o número de decolagens ficou definida assim: 22% dos slots
para Avianca, 20% para Gol, 20% para Azul, 17% para Passaredo, 12% para Latam e 9%
para a Two Flex.

Disputa na Justiça

A reabertura da Pampulha levou a concessionária BH Airport, que administra o aeroporto de
Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, a entrar no Superior Tribunal de Justiça
(STJ). A concessionária — que assumiu em novembro de 2013 compromissos de
investimentos de R$ 2 bilhões, entre pagamento da outorga de concessão e compromissos de
ampliação da infraestrutura —, alega que a operação simultânea dos dois aeroportos é
comercialmente inviável.

Pampulha, localizado em um bairro de Belo Horizonte, próximo do estádio de futebol Mineirão,
é gerido pela estatal Infraero, que tem os 49% restantes da BH Airport, que administra Confins,
que fica a cerca de 40 quilômetros do centro da capital mineira. 

O ministro dos Transportes, Maurício Quintella, apontou, no último dia 20, que a reabertura da
Pampulha foi pautada por critérios técnicos. ampliação operacional de Pampulha e a retirada
de Congonhas da próxima rodada de concessões de aeroportos. Para ele, nenhuma das duas
decisões — tomadas em meio à votação da segunda denúncia contra o presidente Michel
Temer — pode ser considerada simplesmente política e ambas têm amparo técnico
.

 

 

 


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