Clipping

21/09/18

CLIPPING 21/09/2018

JORNAL O GLOBO

Avião que saiu de São Paulo faz pouso de emergência em Nova York

https://oglobo.globo.com/brasil/aviao-que-saiu-de-sao-paulo-faz-pouso-de-emergencia
-em-nova-york-23084886#ixzz5RjEcD9XB
 

 

JORNAL DO BRASIL

Avião que decolou de São Paulo faz pouso de emergência em Nova York

http://www.jb.com.br/economia/2018/09/8116-aviao-que-decolou-de-sao-paulo-faz-pouso
-de-emergencia-em-nova-york.html

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Comida de aeroporto nos lembra de que aviões podem cair

Marcos Nogueira

Meu voo decolava às 13h. Cedo demais para sair de casa almoçado. Pousava às 14h30. Tarde
demais para almoçar no destino. Ainda mais quando o destino é Brasília. E me recuso a pagar
pelo misto frio do serviço de bordo.

Não me restavam alternativas.

Ao sair da inspeção de bagagem e chegar ao embarque de Congonhas, topei com um Pizza
Hut bem no meio do saguão. É rápido. Tem carboidratos. Seja o que Deus quiser.

As opções se limitavam a dois ou três sabores de pizza. E lasanha. A pizza, eu já sabia que
era ruim. A lasanha, ainda não. Fui de lasanha e fiquei sabendo.

A comida servida nos aeroportos é ruim e cara porque pode ser ruim e cara. Para o cliente
confinado, a alternativa é a fome.

A gastronomia aeroportuária nos lembra de que aviões podem cair. Porque é uma amostra de
que os serviços relacionados à aviação visam somente o lucro máximo.

Conforto? Qualidade? Só o que a planilha permitir. Se conseguir baixar esse investimento, o
bônus sobe. Espero que haja um pouco mais de generosidade na verba destinada à
manutenção das aeronaves.

Pense nisso na próxima vez em que estiver à espera do embarque na companhia de um café
queimado e um pão de queijo frio, adquiridos por R$ 20.

 

Tripulação se esquece de pressurizar avião e passageiros passam
mal na Índia

MUMBAI e NOVA DÉLI

Diversos passageiros de um voo na Índia começaram a sangrar pelo nariz e orelhas porque a
tripulação se esqueceu de regular a pressurização na cabine, o que obrigou a aeronave a
retornar ao aeroporto uma hora após decolar.

O caso aconteceu nesta quinta-feira (20) com um Boeing 737 da companhia Jet Airways, que
transportava 166 passageiros e cinco tripulantes de Mumbai  —para onde teve que retornar —
para Jaipur (cerca de 900 km separam as duas cidades). Após a aterrissagem, 30 passageiros
receberam atendimento médico para dores de cabeça e sangramentos no nariz e nas orelhas,
informou a agência de aviação civil indiana.

Segundo as autoridades, logo após a decolagem a tripulação esqueceu de acionar o
equipamento que mantém a pressão da cabine e máscaras de oxigênio foram usadas. 

"A tripulação do voo foi afastada à espera de uma investigação", afirmou um porta-voz da Jet
Airways, segunda maior companhia aérea do país.

Vídeos do caso feitos pelos passageiros foram compartilhados nas redes sociais e mostram as
máquinas de oxigênio sendo usadas.

Os afetados reclamam ainda que não receberam explicações da tripulação sobre o que estava
acontecendo. 

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Guarulhos é o 3º aeroporto mais pontual entre os grandes hubs, diz estudo

https://viagem.estadao.com.br/blogs/viagem/guarulhos-e-o-3o-aeroporto-com-menos-atrasos
-entre-os-grandes-hubs-diz-estudo/

Avião que decolou de São Paulo faz pouso de emergência em Nova York  

https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,aviao-que-decolou-de-sao-paulo-faz-pouso-de
-emergencia-em-nova-york-,70002511049

 

O ESTADO DE MINAS

Concessionária que administra Confins reage a portaria que libera voos
de grande porte na Pampulha

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/09/20/internas_economia,990390/
concessionaria-que-administra-confins-reage-a-portaria-que-libera-voos.shtml

 

G1

Aeroporto de Campina Grande ganha conectores entre sala de embarque
e aeronaves

https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2018/09/20/aeroporto-de-campina-grande-ganha
-conectores-entre-sala-de-embarque-e-aeronaves.ghtml

Companhia aérea pinta o próprio nome errado em avião

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/21/companhia-aerea-pinta
-o-proprio-nome-errado-em-aviao.ghtml

Anac libera Aeroporto da Pampulha, em BH, para voos de grande porte

https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2018/09/19/anac-libera-pista-do-aeroporto
-da-pampulha-em-belo-horizonte-para-voos-de-grande-porte.ghtml

 

JORNAL GLOBONEWS

Valor das passagens aéreas pode aumentar por causa do preço
do combustível

g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/valor-das-passagens-aereas
-pode-aumentar-por-causa-do-preco-do-combustivel/7029991/

 

PANROTAS

Emirates pode comprar Etihad e ser 'maior aérea do mundo'

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/09/emirates-pode
-comprar-etihad-e-ser--39maior-aerea-do-mundo-39_158882.html

Após Jetblue, Airbus quer crescer em biocombustível nos EUA

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/apos-jetblue-airbus
-quer-crescer-em-biocombustivel-nos-eua_158860.html

Qatar confirma QSuite, nova executiva, para dezembro em SP

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/qatar-confirma-qsuite
-nova-executiva-para-dezembro-em-sp_158857.html

Gol terá voo direto entre Recife e Foz do Iguaçu em dezembro

https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/09/gol-tera-voo-direto
-entre-recife-e-foz-do-iguacu-em-dezembro_158856.html

Avião da Delta que saiu de SP faz pouso de emergência em NY

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/09/aviao-da-delta-que-saiu
-de-sp-faz-pouso-de-emergencia-em-ny_158858.html

Copa apresenta seu centro de capacitação de pilotos; conheça

https://www.panrotas.com.br/aviacao/tecnologia/2018/09/copa-apresenta-seu
-centro-de-capacitacao-de-pilotos-conheca_158850.html

 

MERCADO E EVENTOS

Air France-KLM investe no Costume Care para aprimorar experiência
de passageiro

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/air-france-klm-investe-em
-costume-care-para-aprimorar-experiencia-do-passageiro/

Boeing e Embraer criam website para divulgar benefícios de Joint Venture

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/boeing-e-embraer-criam-website-para
-divulgar-beneficios-da-joint-venture/

Gol realiza ação inédita ao levar estagiários para integração a bordo

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-realiza-acao-inedita-ao-levar
-estagiarios-para-integracao-a-bordo/

Gol terá voos entre Recife e Foz do Iguaçu na alta temporada

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/pernambuco-ganha
-voo-recife-foz-do-iguacu-da-gol-na-alta-temporada/

Erro na pintura de aeronave da Cathay Pacific viraliza na internet

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/erro-na-pintura-de-aeronave
-da-cathay-pacific-viraliza-na-internet/

RIOgaleão ganha nova loja da Granado no embarque doméstico

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/riogaleao-ganha-nova-loja
-da-granado-no-embarque-domestico/

 

JORNAL DE TURISMO

Smiles oferece 24h de promoções no especial Clube Smiles Day

https://www.jornaldeturismo.tur.br/eventos/81544-smiles-oferece-24h-de-promocoes
-no-especial-clube-smiles-day

 

VALOR

Avião da Delta que saiu de SP faz pouso de emergência em Nova York 

Por Folhapress 

SÃO PAULO  -  Um avião da Delta Air Lines, que saiu de São Paulo na noite desta
quarta-feira (19) e tinha como destino Nova York, precisou fazer um pouso de emergência na
manhã desta quinta (20) na cidade americana. 

Segundo a imprensa local, o boeing 767-300 apresentou uma falha hidráulica e fez o pouso
emergencial no aeroporto internacional John F. Kennedy. 

Antes de pousar, o piloto da aeronave comunicou a falha à torre de comando do aeroporto,
que acionou equipes de resgate para comandar com segurança a retirada de passageiros e
tripulantes do avião. 

Uma fumaça branca foi vista saindo próxima da região dos freios da aeronave. Foi nessa
parte da fuselagem que os bombeiros jogaram muita água para conter qualquer princípio de
incêndio. 

O avião tinha capacidade para transportar 261 passageiros. 

Apesar do susto, nenhum passageiro se feriu e pode sair normalmente da aeronave. O voo
da Delta 472 decolou do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), às 21h03
e pousou às 7h40 (horário de Brasília) em Nova York. 

A reportagem procurou a Delta e aguarda um posicionamento da empresa sobre o incidente. 

 

Dólar e eleição ameaçam viagens aéreas 

Por João José Oliveira | De São Paulo 

Pela primeira vez desde 2015 a oferta e a demanda por viagens aéreas internacionais e
domésticas estão crescendo entre os turistas brasileiros, tanto nas companhias nacionais
quanto nas estrangeiras, de forma simultânea. Mas essa tendência está ameaçada pela
disparada do dólar e pelas incertezas geradas pelo quadro eleitoral no Brasil, dizem
executivos do setor.

As empresas de aviação e as agências de viagens indicam que há pressão por reajustes nos
preços de passagens e de pacotes turísticos para o setor repassar parte da valorização do
dólar, que decolou 25% desde janeiro, de R$ 3,31 para R$ 4,15 neste mês. 

O diretor de distribuição e alianças da Azul, Marcelo Bento, disse que o dólar em patamar
mais alto encarece tarifas de voos, hotéis e atrações no exterior. A empresa, que voa para os
Estados Unidos e Portugal, já percebeu uma desaceleração nas reservas. "Além de encarecer
em reais a viagem ao exterior, o fator incerteza deixa as pessoas mais reticentes para viajar",
disse o executivo. "Já estamos reduzindo alguns voos para a Europa por causa desse quadro."

A Latam Airlines Brasil destaca que a moeda americana também impacta o turismo interno.
Isso porque mais da metade dos custos operacionais de uma companhia de aviação -
combustível ou leasing de aeronaves, por exemplo - é em dólar. 

"Com incertezas e instabilidade geradas pela alta volatilidade do câmbio, o passageiro de
voos internacionais pode se tornar mais conservador em suas viagens", disse o presidente
da Latam Airlines Brasil, Jerome Cadier. "A disparada do preço do combustível da aviação
(QAV) impacta os valores das tarifas, uma vez que ele representa cerca de 60% dos custos
totais da empresa e são calculados em dólar."

Para o presidente da Avianca, Frederico Pedreira, a demanda tem se mostrado resiliente no
geral, mas já é perceptível uma menor procura por reservas para alguns voos internacionais
mais dependentes da demanda por lazer, como Miami. "Destinos com perfil mais corporativo,
como Nova York, ou dentro da América do Sul, caso de Santiago, têm resistido por enquanto",
disse.

Segundo o executivo, o setor pode ser obrigado a reajustar bilhetes ainda este ano para
recompor parte do aumento das despesas por causa de combustíveis e do dólar. "O ano está
sendo mais difícil que a gente imaginava", reconheceu Pedreira. 

Durante teleconferência de resultados com analistas, em 2 agosto, o presidente da Gol,
Paulo Kakinoff, disse que o repasse de parte do aumento de custos aos preços das
passagens depende de todo o setor não aumentar a oferta de assentos acima da demanda. 

Por isso, o mercado internacional preocupa mais as companhias aéreas que o doméstico. 

Enquanto no território nacional a capacidade nos aviões das empresas este ano está apenas
4,7% maior que no ano passado - de janeiro a agosto -, no segmento internacional as aéreas
brasileiras elevaram a capacidade em 20,1%. Além disso, as aéreas estrangeiras
incrementaram este ano o volume de lugares disponíveis em 10,4%. 

"Depois de vários anos com uma oferta internacional em queda ou praticamente estagnada,
este ano as empresas locais e estrangeiras elevaram a oferta", disse o diretor geral da Copa
Airlines no Brasil, Emerson Sanglard, que responde por 72 frequências semanais. Depois
acrescentou à malha mais dois destinos: Fortaleza (CE) e Recife (PE). Segundo ele, o setor
vinha conseguindo recompor tarifas que tinham recuado, em dólar, de 2015 a 2017. Mas essa
reação deve perder força.

O próprio comportamento da demanda mostra que o espaço para reajustes é mais estreito
nos voos internacionais. O tráfego cresceu 4,7% este ano nos voos nacionais, mesma
variação do aumento da oferta - ou seja, a taxa de ocupação ainda não foi impactada. 

Já no segmento internacional, o aumento da capacidade este ano é de 13,2%, juntando
aéreas estrangeiras e domésticas, acima do incremento capturado pela demanda, de 11,1%,
de janeiro a agosto. 

"Nossa estratégia é segurar os preços no primeiro momento, absorvendo parte dos custos
na margem [de lucro], para preservar taxas de ocupação. Mas se a situação continuar, o setor
pode rever isso", disse o executivo da Copa. 

Para os executivos, o desafio do setor é que os consumidores estão receosos de gastar por
causa da volatilidade do dólar e das eleições, em outubro. "Essa situação está represando as
vendas", disse o presidente e controlador da Agaxtur Viagens, Aldo Leone, no setor há mais
de 50 anos. "O dólar afeta o emocional das pessoas." 

Segundo o executivo da Agaxtur, parte da demanda internacional tem migrado para cruzeiros.
"Já é 35% de nossas vendas, ante 25% um ano atrás", disse. 

"A alta do dólar e do euro influencia sim na demanda", concorda o presidente da Flytour MMT
Viagens, Michael Barkoczy. Segundo ele, a valorização da moeda americana deve estimular a
procura por viagens domésticas. A demanda nesse segmento, que historicamente responde
por cerca de 60% das vendas na agência, deve aumentar para 70%, enquanto a
comercialização de pacotes para o exterior deve cair de uma média de 40% para 30%, disse
ele.

Esse movimento também tem influenciado o segmento de seguros e assistência para
brasileiros que viagem ao exterior, com maior demanda por produtos para o mercado
doméstico. "Com o dólar mais caro, alguns turistas trocam uma viagem ao exterior por uma
opção local", contou o vice-presidente da Travel Ace, Roberto Roman. 

Segundo ele, o volume de seguros vendidos vai crescer 38% este ano, para cerca de
3 milhões de clientes, alimentado principalmente pelo segmento nacional. "Seguro para
viagens domésticas vai representar 20% dos negócios fechados este ano. Há dois anos era
5%", disse Roman. 

Na CVC, maior operadora de turismo do país, em tempos de alta do dólar, 70% dos clientes
fazem turismo doméstico e o restante vai ao exterior; já em momentos de câmbio estável,
essa divisão fica 60% para nacional e 40% internacional. 

Esse comportamento reforça o cenário em que as aéreas brasileiras esperam ter mais
espaço para reajustar preços dos bilhetes nos voos domésticos que nas rotas internacionais. 

 

Combustíveis pressionaram preços da 1ª quinzena, estimam analistas 

Por Arícia Martins | De São Paulo 

Com o câmbio mais alto, os reajustes de combustíveis devem ter pressionado a inflação na
primeira quinzena de setembro, avaliam economistas. Mesmo assim, a expectativa é que, na
média, os preços tenham acelerado pouco no período, contidos pela queda prevista para os
alimentos. Por isso, a estimativa média de 32 instituições financeiras e consultorias ouvidas
pelo Valor Data aponta que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15)
subiu 0,17% neste mês, pouco acima do 0,13% verificado em agosto.

As projeções para a prévia da inflação oficial, que será divulgada hoje pelo IBGE, vão de alta
de 0,09% até 0,27%. Se confirmadas as previsões, a inflação acumulada em 12 meses passou
de 4,30% em agosto para 4,35%. 

"Há uma pressão forte sobre os combustíveis que deve ser maior ainda no índice fechado do
mês". diz Breno Martins, economista da Mongeral Aegon Investimentos. Apenas em setembro,
a Petrobras concedeu três reajustes da gasolina nas refinarias, seguindo a alta do dólar e do
petróleo no mercado internacional. No fim de agosto, o diesel foi elevado em 13% aos
distribuidores, mas este combustível tem peso pouco relevante no IPCA.

Em razão das correções na gasolina, Martins estima que o item aumentou 0,30% na prévia
de setembro, depois de ter recuado 1,45% no mês anterior. O grupo transportes, por sua vez,
deixou retração de 0,87% em agosto e avançou 0,42% agora, acrescenta, pressionado
também pelas passagens aéreas, que subiram cerca de 18% em seus cálculos. 

Mesmo com a aceleração maior na parte de transportes, a Mongeral espera que o IPCA-15
tenha avançado pouco em relação a agosto, com alta de 0,17%. Isso porque o grupo
alimentação e bebidas, responsável por quase 25% do índice, deve ter registrado deflação
de 0,40%, influenciado principalmente pelos alimentos no domicílio, que caíram 0,80%.
Segundo Martins, os itens in natura e proteínas já reduziram suas quedas e caminham para
uma trajetória de normalização, mas ainda se mantiveram no patamar negativo nas duas
primeiras semanas de setembro.

Para a equipe econômica do Santander, a prévia de setembro avançou para 0,19%, alta
explicada pelo aumento nos preços de combustíveis, passagens aéreas e vestuário. "Apesar
disso, os núcleos devem seguir apontando para uma inflação menor que 4% no final do ano -
projetamos alta de 3,9% para o IPCA em dezembro de 2018", afirmam os economistas do
banco em relatório.

Nos cálculos da LCA Consultores, o IPCA-15 subiu 0,22% no mês atual. Além do avanço
esperado para o grupo de transportes, a consultoria menciona que a parte de artigos de
residência deve acelerar de 0,54% para 0,60%, com taxas maiores em itens como mobiliário,
cama, mesa e banho e TV, som e informática. Há, ainda, a expectativa de que, por razões
sazonais, os artigos de vestuário subam 0,34% agora, após deflação de 0,39% em agosto.

Até o momento, a inflação permanece ancorada, diz Eduardo Velho, sócio e economista da
GO Associados, mas o impacto do dólar sobre os preços não pode ser relativizado, a despeito
do grau ainda elevado de ociosidade no mercado de trabalho. "Temos um componente
deflacionário pelo lado da demanda e a de custos em alta pelo lado da oferta", diz Velho, para
quem o IPCA-15 ficou em 0,20% em setembro, o equivalente a 4,39% no acumulado em 12
meses.

O sócio da GO destaca, ainda, que as projeções para alta dos Índices Gerais de Preços
(IGPs), da Fundação Getulio Vargas (FGV), já estão ao redor de 9% para este ano, refletindo
a inflação de dois dígitos no atacado. "O repasse [ao varejo] por enquanto tem sido limitado,
mas ocorrerá de forma mais ampla no setores, à medida que o crescimento econômico
ganhar tração", disse. Incorporando a maior pressão do câmbio em seus cálculos, a
consultoria revisou de 4,17% para 4,46% a projeção para o aumento do IPCA em 2018.


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