Clipping

14/08/18

CLIPPING 14/08/2018

FOLHA DE SÃO PAULO

Roubo e queda de avião por funcionário nos EUA expõem falhas
de segurança

Alex Horton

Nick Miroff

O sequestrador de 29 anos de idade estava executando acrobacias aéreas sobre o estuário
de Puget (no estado americano de Washington), em um padrão de voo errático que parecia
espelhar a oscilação e as viradas inesperadas de sua conversa no rádio.

Ele disse à torre de controle que era um "cara destroçado", mas que muita gente gostava
dele, e que queria pedir desculpas. Perguntou sobre o paradeiro de uma orca e seu filhote
morto. E especulou, rindo, o que aconteceria se tentasse uma "cambalhota" com o avião que
roubou do principal aeroporto de Seattle.

Quando a torre de controle insistiu em que ele tentasse aterrissar com o Bombardier Q400,
um avião para 76 passageiros pertencente à empresa para a qual ele trabalhava, a Horizon
Air, o homem —identificado por um representante da polícia como Richard Russell—
expressou preocupação quanto aos danos que poderia causar a pessoas em terra. Melhor
mergulhar verticalmente e "dizer boa noite", afirmou ele.

O chocante roubo de um avião comercial de grande porte em um importante aeroporto
americano, na noite de sexta-feira (10), custou apenas a vida do piloto, mas o incidente
trouxe preocupação renovada quanto às falhas na segurança da aviação dos Estados Unidos. 

O caso gerou ainda questões de como Russell, um carregador de bagagens e membro da
equipe de terra da Horizon Air, conseguiu tomar o controle do avião, decolar com ele e voar
por quase uma hora, sem destino claro, sobre uma importante região metropolitana
americana.

Ele fez loops e ziguezagues no ar, ao anoitecer, seguido por caças F-15 da força aérea, e
espectadores em terra, que registraram imagens com seus celulares, imaginaram que fosse
um espetáculo de acrobacia aérea.

Minutos depois que ele roubou o avião, dois caças F-15 decolaram em alerta e viajaram em
velocidade supersônica de sua base em Portland para interceptar o aparelho, de acordo com
o Norad (o órgão responsável pela defesa do espaço aéreo dos EUA e do Canadá).

Os jatos estavam armados mas não dispararam contra o avião civil, disse o capitão Cameron
Hillier, da força aérea, porta-voz do Norad.

As autoridades se recusaram a descrever as circunstâncias em que os caças estariam
autorizados a abater um avião com um míssil, invocando motivos de segurança operacional,
mas Hillier disse que qualquer decisão envolveria "muita colaboração" entre os envolvidos,
incluindo os pilotos e os comandantes em terra.

Os pilotos dos caças tentaram desviar o avião em direção ao Oceano Pacífico, e ao mesmo
tempo manter comunicações com os controladores de voo e com Russell. Os caças estavam
voando perto o bastante do avião sequestrado para manter contato visual, disse Hillier.

Russell terminou por dizer aos controladores de voo que seu combustível estava baixo e uma
turbina estava falhando. Ele mergulhou com o avião e atingiu uma área arborizada da ilha
Kentron, esparsamente povoada, 40 km ao sul do Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma,
causando um incêndio na mata.

As autoridades federais americanas não divulgaram muito detalhes sobre o sequestro no
sábado (11), mas executivos da companhia de aviação disseram que Russell trabalhava lá
desde 2015, e tinha autorização de segurança para ter acesso ao avião.

Ele também sabia como operar os tratores que rebocam aviões para a pista de decolagem.
Russell usou um deles para remover o avião de uma área de manutenção, e depois entrou
na cabine de comando e disparou pela pista.

Brad Tilden, presidente-executivo da Alaska Airlines, que controla a Horizon Air, disse a
repórteres no sábado que o incidente "vai nos forçar a aprender com a tragédia, para garantir
que isso não volte a acontecer, com a Alaska ou outra companhia de aviação".

Mas ele e outros executivos da companhia se recusaram a dizer que medidas poderiam ser
adotadas para prevenir que uma pessoa portadora de crachás de segurança fizesse a mesma
coisa que Russell fez.

Tilden disse que o setor opera sob o princípio de verificar os antecedentes de seu pessoal, e
não sob o de manter os aviões trancados em áreas seguras.

"As portas dos aviões não têm fechaduras como as de um carro", ele disse.

O Congresso dos Estados Unidos já estava buscando maneiras de reforçar a verificação de
antecedentes dos empregados de aeroportos, e esse esforço deve ganhar urgência agora,
disse Mary Schiavo, ex-inspetora geral do Departamento de Transportes dos Estados Unidos.

O setor de aviação americano tem cerca de 900 mil trabalhadores, de acordo com os dados
federais mais recentes, e Schiavo diz que os procedimentos de verificação de segurança são
"bastante rudimentares".

Os pilotos passam por exames médicos periódicos, ela diz, mas os mecânicos e o pessoal de
terra das companhias de aviação são examinados de modo muito mais limitado, e o
procedimento não envolve exames de saúde mental.

Ainda que os mecânicos de aviões tenham acesso amplo e costumem taxiar os aparelhos nas
pistas do aeroporto, disse Schiavo, o pessoal de terra não deveria entrar nas cabines de
pilotagem dos aviões, cujas portas têm trancas.

Mas ela disse que esses procedimentos de segurança nem sempre são seguidos,
especialmente no caso de aviões menores, usados em rotas curtas, como o
Bombardier Q400. "As coisas podem ser um pouco mais casuais, mais frouxas,
especialmente se o pessoal está fazendo manutenção de um avião no período noturno",
disse Schiavo.

As autoridades se apressaram a assegurar ao público que o incidente da sexta-feira não foi
classificado como ato de terrorismo. Mas a aparente facilidade com que um funcionário da
Horizon roubou o avião indica que deter ataques de "fontes internas" é um desafio
complicado.

Richard Bloom, especialista em segurança da aviação na Universidade Aeronáutica
Embry-Riddle, no Arizona, disse que desconhecia outro incidente de roubo de um avião por
um membro da equipe de terra da empresa que o opera, nos Estados Unidos.

Incidentes nos quais trabalhadores de companhias de aviação tentam ajudar terroristas ou
traficantes de drogas estão se tornando mais comuns em todo o mundo.

Mas estabelecer um sistema abrangente para avaliar a saúde mental dos trabalhadores da
aviação seria difícil, afirmou Bloom, e envolveria o risco de reprovar grande número de 

trabalhadores que não representam risco.

"Existem desafios muito significativos, nos esforços de impedir comportamento inapropriado
em termos de segurança", ele disse. "É um tanto surpreendente que coisas assim não
aconteçam com mais frequência".

Um projeto de lei bipartidário que está tramitando na Câmara dos Representantes americana 

propõe padrões muito mais severos de verificação de antecedentes e vigilância mais intensa
das áreas seguras dos aeroportos. A versão da medida que tramita pelo Senado ainda não
tem votação marcada.

O projeto da Câmara se seguiu a um relatório divulgado em fevereiro de 2017 pelo comitê
de segurança interna da casa, alertando sobre vulnerabilidades que poderiam permitir que
terroristas e criminosos obtivessem emprego como trabalhadores de aviação. Questões de
saúde mental não estavam entre os focos do relatório.

Mas as preocupações quanto a isso vêm crescendo nos últimos anos, dizem analistas,
especialmente depois da queda de um voo da Germanwings em 2015, na qual o copiloto
deliberadamente fez a aeronave se chocar com uma montanha na França, matando 144
passageiros e cinco tripulantes.

O copiloto, Andreas Lubitz, estava fazendo tratamento para depressão e problemas
psiquiátricos, mas escondeu essa informação de seus empregadores. Depois da decolagem,
Lubitz trancou a cabine de pilotagem e deixou o piloto do lado de fora.

Gary Beck, presidente-executivo da Horizon Air, disse a repórteres que não sabia se Russell
tinha treinamento como piloto, mas afirmou que seu voo foi "incrível".

Em dado momento, o controlador de tráfego aéreo instou Russell a pousar na pista de uma
base militar vizinha, a Base Conjunta Lewis-McChord.

"Ah, cara, o pessoal lá vai me surrar se eu tentar um pouso. Eu poderia estragar alguma
coisa por lá, também. Não é algo que eu queira fazer".

Russel descreveu sua experiência como piloto em videogames, e pediu as coordenadas da
orca que há quase três semanas vinha carregando o corpo de seu filhote morto pelas águas
costeiras do estado de Washington.

"Você sabe, a mamãe orca e seu bebê", ele disse. "Quero ver o carinha".

 

Congresso será alvo de ofensiva pró-abertura de companhias aéreas
ao capital estrangeiro

Painel

Prepara Parlamentares serão alvo de forte ofensiva virtual pela aprovação da abertura das
companhias aéreas ao capital estrangeiro, hoje limitada em 20%.

Grama do vizinho 

O ministro Vinicius Lummertz (Turismo) critica a concentração do mercado em quatro
empresas e lembra que Argentina e Colômbia, por exemplo, têm o dobro de companhias
aéreas.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Cobrança para marcar assento no voo: pior para as famílias

https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,cobranca-para-marcar-assento
-no-voo-pior-para-as-familias,70002449043

Governo reduz valores para concessão de aeroportos em leilão

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-reduz-valores-para
-concessao-de-aeroportos-em-leilao,70002448740

Pais reclamam de companhia aérea que não deu notícias sobre crianças
que viajavam desacompanhadas

https://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,pais-reclamam-de-companhia-aerea
-que-nao-deu-noticias-sobre-criancas-que-viajavam-desacompanhadas,70002448835

Maior evento de aviação da América Latina começa hoje com incertezas

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/08/14/internas_economia
,700231/maior-evento-de-aviacao-da-america-latina-comeca-hoje-com-incertezas.shtml

 

O ESTADO DE MINAS

Labace começa hoje com clima de incerteza no Brasil

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/08/14/iternas_economia
,980009/labace-comeca-hoje-com-clima-de-incerteza-no-brasil.shtml

 

G1

Governo reduz em mais de 50% lance mínimo de leilão de aeroportos

https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/08/13/governo-reduz-em-mais-de-50-lance
-minimo-de-leilao-de-aeroportos.ghtml

Governo de MS delega a secretaria estadual de Infraestrutura a
responsabilidade pelo aeroporto de Bonito 

https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2018/08/13/governo-de-ms
-delega-a-secretaria-estadual-de-infraestrutura-a-responsabilidade-pelo-aeroporto
-de-bonito.ghtml

Avião que caiu em Goiânia e deixou bebê morto só poderia transportar
piloto e mais uma pessoa, diz Anac

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2018/08/13/aviao-que-caiu-em-goiania-e-deixou-bebe
-morto-so-poderia-transportar-piloto-e-mais-uma-pessoa-diz-anac.ghtml

 

JORNAL EXTRA

Mulheres são maioria entre os turistas que buscam passagens aéreas,
revela pesquisa

https://extra.globo.com/tv-e-lazer/viagem-e-turismo/mulheres-sao-maioria-entre-os
-turistas-que-buscam-passagens-aereas-revela-pesquisa-22974058.html

 

PANROTAS

Aeroporto de Cabo Frio (RJ) ganha nova marca e nome

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/08/aeroporto
-de-cabo-frio-rj-ganha-nova-marca-e-nome_157900.html

Air France-KLM aumenta malha e terá voos diários a Fortaleza

https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/08/air-france-klm-aumenta
-malha-e-tera-voos-diarios-a-fortaleza_157890.html

Norwegian considera voar entre Londres e Rio de Janeiro

https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/08/norwegian
-considera-voar-entre-londres-e-rio-de-janeiro_157888.html

Aeroporto de Miami cresce 1,6% em chegadas no primeiro semestre

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/08/aeroporto-de-miami-cresce
-16-em-chegadas-no-primeiro-semestre_157883.html

E195-E2 ou A220? Embraer e Airbus abrem o jogo sobre disputa

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/e195-e2-ou-a220
-embraer-e-airbus-abrem-o-jogo-sobre-disputa_157844.html

 

MERCADO E EVENTOS

Airbus tem novo presidente para América Latina e Caribe

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/airbus-tem-novo
-presidente-para-america-latina-e-caribe/

Tráfego de passageiros no Brasil cresce 5,3% em junho; veja dados

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/trafego-de-passageiros-no
-brasil-cresce-53-em-junho-diz-iata/

Latam Brasil terá A350, B777 e B767 entre SP e Orlando na alta temporada

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-brasil-tera-a350-b777-e-b767
-entre-sp-e-orlando-na-alta-temporada/

 

JORNAL DE TURISMO

Turkish Airlines realiza promoção de passagens em Business Class

https://www.jornaldeturismo.tur.br/geral/81314-turkish-airlines-realiza-promocao-de

-passagens-em-business-class

 

VALOR

Após 3 anos de retração, aviação executiva respira 

Por João José Oliveira | De São Paulo 

O maior encontro da aviação executiva na América do Sul, que começa hoje em São Paulo,
deve confirmar a recuperação da demanda por aeronaves particulares, após três anos de
retração. A retomada das vendas tende a se dar via modelos mais baratos e pode ganhar 

tração no quarto trimestre, quando o quadro político for definido nas urnas, dizem executivos
ouvidos pelo Valor.

"Se não tivermos uma feira melhor, com mais vendas que em 2017, será uma surpresa", diz
Leonardo Fiuza, presidente da TAM Aviação Executiva (TAM AE), empresa de táxi aéreo
controlada pela família Amaro. Os organizadores da 15ª edição da Latin American Business
Aviation Conference & Exhibition (Labace), que será realizada até quinta-feira no Aeroporto 

de Congonhas, trabalham com a expectativa de um aumento de 20% nas vendas, em relação
ao evento do ano passado. Em 2017, a feira recebeu expositores de 130 marcas. Neste ano,
145 marcas estão confirmadas.

A TAM AE é a representante no Brasil da americana Textron, que fabrica aviões das marcas
Cessna e Beechcraft, e helicópteros Bell. Fiuza disse que a empresa deve vender neste ano
cerca de 45 novos aviões, ante 40 negócios fechados em 2017. "Uma parte dessas vendas
será fechada na Labace". A média histórica de vendas por ano, antes da recessão, era de
50 a 60 aeronaves comercializadas. Em 2016, a empresa fechou apenas 23. "Estamos
melhorando, mas ainda não chegamos ao nosso padrão histórico", diz Fiuza.

Segundo o executivo, neste ano as unidades de manutenção e serviços de taxi aéreo da
TAM AE estão com faturamento cerca de 10% acima do registrado em 2017. "A aviação
executiva é um reflexo da atividade econômica. A gente vem percebendo uma retomada
dos negócios", diz ele, que também preside o conselho da Associação Brasileira de Aviação
Geral (Abag).

O Brasil tem a segunda maior frota mundial de aviação geral, com 14 mil aeronaves em
operação, sendo 770 jatos. Segundo a Abag, entre 2014 e 2016, a movimentação (pousos,
decolagens, horas voadas) e a comercialização de aeronaves novas e usadas caiu cerca de
40%. 

O diretor de vendas de aeronaves da Líder Aviação Executiva, Philipe Figueiredo, já sente
uma recuperação. "Estamos voando este ano cerca de 10% mais que em 2017", diz. A Líder
é uma das três maiores empresas de aviação executiva do país, ao lado da TAM AE e da
Icon Aviation, do empresário Michael Klein. "A melhora da economia traz um otimismo para
crescimento em todas as unidades da Líder", diz Figueiredo.

Os executivos ponderam que a consolidação dessa retomada do setor ainda depende de um
horizonte mais claro. E isso passa pela política, por causa das eleições de outubro. "Notamos
uma retomada em 2017 e a nossa expectativa é que o mercado volte a crescer mais
fortemente, após as eleições", afirma o diretor da área de importação de aeronaves da Razac
Trading, Luis Ferraz, que atua no comércio exterior de aeronaves.

"O mercado não aceita muito bem a volatilidade. Quando o cenário político for definido, a
tração do ritmo de negócios deve ganhar força", disse Figueiredo, da Líder. "O mercado
brasileiro ainda não apresentou uma reação tão forte como a que vemos, por exemplo, nos
Estados Unidos", disse Fiuza. 

Os Estados Unidos estão por trás da melhora na demanda global, respondendo por cerca de
70% das novas encomendas de aviões particulares, segundo dados da General Aviation
Manufacturers Association (Gama), que reúne as maiores fabricantes e operadoras da
aviação executiva. Foram entregues entre janeiro e junho deste ano 1.054 aviões, ante
1.001 um ano antes, em negócios da ordem de US$ 8,6 bilhões, valor 5% menor que o
apurado um ano antes.

A retração no valor das entregas de aviões particulares ocorreu por causa dos modelos
mais vendidos, de menor preço médio. Enquanto entregas de aviões a pistão e turboélices
cresceram 6,4%, somando 750 unidades, os jatos entregues somaram 296 unidades no
primeiro semestre deste ano, mesma quantidade registrada no primeiro semestre de 2017. 

"Embora os resultados deste trimestre sejam mistos, destacamos a demanda firme na
América do Norte e a procura por aeronaves para treinamento, que vem impulsionando o
aumento nos segmentos de aviões a pistão e de helicópteros", afirmou o presidente da
Gama, Pete Bunce. 

No segmento de helicópteros, as entregas cresceram 6,7% no primeiro semestre deste ano
ante igual período de 2017, somando 494 unidades. Mas o valor das vendas caiu 11,6%
nessa base de comparação, ficando em US$ 1,66 bilhão. 

"Esperamos que o interesse contínuo por aeronaves de treinamento, bem como por novos
produtos e por tecnologias que aumentam a segurança possam sustentar uma tendência
de demanda para a indústria", disse o presidente da Gama. 


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